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O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (18/03) em queda de 0,80%, aos 180.950 pontos, mantendo a pressão vendedora no curto prazo. O Ibovespa recuou 0,43%, aos 179.639 pontos, devolvendo ganhos após a decisão do Federal Reserve, que manteve os juros e adotou tom mais cauteloso diante das incertezas econômicas. O movimento foi influenciado pelo petróleo acima de US$ 100, em meio à guerra no Oriente Médio, elevando a aversão ao risco. Em Nova York, os principais índices também fecharam em queda, enquanto no Brasil o dólar subiu e os juros futuros avançaram ao longo da curva.
Para os traders de mini-índice, a última sessão foi marcada por pressão nas principais blue chips, com queda de Vale (VALE3) e dos grandes bancos, enquanto Petrobras (PETR3; PETR4) avançou com o petróleo. No radar, além do cenário externo, o Copom reduziu a Selic em 0,25 p.p., sinalizando um ciclo de afrouxamento mais cauteloso, fator que pode manter a volatilidade elevada no Ibovespa futuro.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com movimento negativo, permanecendo abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que indica predominância vendedora no curtíssimo prazo.
Para que o ativo dê continuidade ao fluxo de baixa, será necessário o rompimento da faixa de suporte em 180.330/179.900 pontos. Caso essa região seja perdida, o movimento vendedor pode ganhar intensidade, levando o índice a buscar 179.260/178.900 pontos, com alvo mais longo em 178.220/177.500 pontos.
Por outro lado, uma tentativa de recuperação dependerá da entrada de fluxo comprador suficiente para superar a região de resistência em 181.075/182.035 pontos. O rompimento dessa faixa pode abrir espaço para avanço até 182.180/183.070 pontos, com projeção mais longa em 183.500/183.860 pontos.
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No gráfico diário, observo que o mini-índice segue em estrutura de baixa no curto prazo, ainda negociando abaixo das médias móveis, o que reforça o cenário mais cauteloso. Para que o ativo volte a ganhar força compradora, será necessário romper a região de resistência em 183.500/185.360 pontos, o que poderia abrir caminho para 188.165/189.250 pontos.
Em contrapartida, a perda da faixa de suporte em 179.260/176.815 pontos tende a intensificar o movimento corretivo, com projeções em 172.940/168.190 pontos. O IFR (14) marca 37,76, em região neutra, ainda sem indicar sobrevenda extrema.

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WINJ26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão em movimento negativo, mantendo-se abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o viés de baixa no curto prazo.
Para dar continuidade ao movimento vendedor, o ativo precisará romper a região de suporte em 180.330/179.260 pontos. Caso essa faixa seja perdida, o índice pode acelerar as perdas em direção a 176.815/175.000 pontos, com alvos mais longos em 172.940/171.440 pontos.
Por outro lado, uma recuperação mais consistente dependerá da superação da região de resistência em 182.325/183.860 pontos. Caso isso ocorra, o ativo pode buscar 184.685/185.360 pontos, com projeções adicionais em 186.390/188.165 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico)
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