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Mini-índice (WINJ26): volatilidade global e IPCA no radar dos traders

Confira o que a análise técnica aponta para o mini-índice hoje (12 de março)

Rodrigo Paz

Ativos mencionados na matéria

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O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (11/03) praticamente estável, registrando leve baixa de 0,02%, aos 186.010 pontos. O Ibovespa avançou 0,28%, aos 183.969 pontos, em uma sessão marcada por forte volatilidade e incertezas no cenário externo. O movimento ocorreu em meio às tensões no Oriente Médio e à nova alta do petróleo, enquanto os principais índices em Nova York fecharam mistos e as bolsas europeias majoritariamente em queda. Nos EUA, o CPI de fevereiro veio em linha com as expectativas, mantendo o mercado atento aos próximos passos da política monetária do Federal Reserve.

Para os traders de mini-índice, o destaque da última sessão foi a forte alta de Petrobras (PETR4), que ajudou a sustentar o índice, enquanto Vale (VALE3) recuou e os bancos tiveram desempenho misto. No Brasil, dados de varejo vieram acima do esperado, enquanto no radar do mercado seguem o IPCA e os desdobramentos da guerra no Oriente Médio, fatores que podem manter a volatilidade elevada no Ibovespa futuro.

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Análise do gráfico de 15 minutos

No intraday, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com leve movimento negativo, mas ainda negociando acima das médias de 9 e 21 períodos, embora muito próximo delas. Isso indica um mercado em consolidação, aguardando gatilhos técnicos para definir direção.

Para que o contrato retome o fluxo de alta, será necessário superar a região de resistência em 186.390/187.050 pontos. Caso esse rompimento ocorra, o ativo pode buscar 187.840/188.410 pontos, com alvo mais longo em 188.940/189.250 pontos.

Por outro lado, a retomada da pressão vendedora dependerá da perda da faixa de suporte em 185.330/184.780 pontos. Abaixo desse nível, o índice tende a buscar 184.290/183.625 pontos, com extensão até 182.935/182.875 pontos.

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No gráfico diário, observo que o mini-índice fechou com leve baixa e formação de um doji, sinal clássico de equilíbrio entre compradores e vendedores após a volatilidade recente.

Apesar dessa tentativa de estabilização, o índice ainda negocia abaixo das médias móveis, o que mantém o cenário técnico cauteloso. Para retomar o fluxo de alta, será necessário superar a região de resistência em188.165/189.250 pontos, abrindo espaço para 193.250/197.760 pontos

Já a retomada da pressão vendedora dependerá da perda da faixa de 182.935/179.975 pontos, o que pode projetar o índice para 176.815/172.940 pontos. O IFR (14) marca 48,91, em região neutra.

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Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

Saiba mais:

WINJ26: Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, o mini-índice também encerrou a sessão com leve movimento negativo, mas ainda negocia acima das médias de 9 e 21 períodos, sugerindo uma estrutura de consolidação no curto prazo.

Para que o ativo retome o fluxo de alta, será necessário romper a região de resistência em 186.390/188.165 pontos. Confirmado esse movimento, o índice pode avançar em direção a 189.250/189.660 pontos, com projeções adicionais em 190.860/191.855 pontos.

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Por outro lado, a continuidade do fluxo de baixa dependerá da perda da região de suporte em 184.780/183.625 pontos. Caso isso ocorra, o contrato pode buscar 182.935/182.050 pontos, com alvos mais longos em 180.975/179.975 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

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