Publicidade
O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (11/03) praticamente estável, registrando leve baixa de 0,02%, aos 186.010 pontos. O Ibovespa avançou 0,28%, aos 183.969 pontos, em uma sessão marcada por forte volatilidade e incertezas no cenário externo. O movimento ocorreu em meio às tensões no Oriente Médio e à nova alta do petróleo, enquanto os principais índices em Nova York fecharam mistos e as bolsas europeias majoritariamente em queda. Nos EUA, o CPI de fevereiro veio em linha com as expectativas, mantendo o mercado atento aos próximos passos da política monetária do Federal Reserve.
Para os traders de mini-índice, o destaque da última sessão foi a forte alta de Petrobras (PETR4), que ajudou a sustentar o índice, enquanto Vale (VALE3) recuou e os bancos tiveram desempenho misto. No Brasil, dados de varejo vieram acima do esperado, enquanto no radar do mercado seguem o IPCA e os desdobramentos da guerra no Oriente Médio, fatores que podem manter a volatilidade elevada no Ibovespa futuro.
Expert Trader XP inicia vendas para evento presencial em São Paulo
Análise do gráfico de 15 minutos
No intraday, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com leve movimento negativo, mas ainda negociando acima das médias de 9 e 21 períodos, embora muito próximo delas. Isso indica um mercado em consolidação, aguardando gatilhos técnicos para definir direção.
Para que o contrato retome o fluxo de alta, será necessário superar a região de resistência em 186.390/187.050 pontos. Caso esse rompimento ocorra, o ativo pode buscar 187.840/188.410 pontos, com alvo mais longo em 188.940/189.250 pontos.
Por outro lado, a retomada da pressão vendedora dependerá da perda da faixa de suporte em 185.330/184.780 pontos. Abaixo desse nível, o índice tende a buscar 184.290/183.625 pontos, com extensão até 182.935/182.875 pontos.
Continua depois da publicidade
No gráfico diário, observo que o mini-índice fechou com leve baixa e formação de um doji, sinal clássico de equilíbrio entre compradores e vendedores após a volatilidade recente.
Apesar dessa tentativa de estabilização, o índice ainda negocia abaixo das médias móveis, o que mantém o cenário técnico cauteloso. Para retomar o fluxo de alta, será necessário superar a região de resistência em188.165/189.250 pontos, abrindo espaço para 193.250/197.760 pontos.
Já a retomada da pressão vendedora dependerá da perda da faixa de 182.935/179.975 pontos, o que pode projetar o índice para 176.815/172.940 pontos. O IFR (14) marca 48,91, em região neutra.
Continua depois da publicidade

Saiba mais:
- Expert Trader XP terá bônus com imersão exclusiva para traders na Sociedade do Gain
- Mini-índice supera 25,6 milhões de contratos e volta ao maior volume em 4 anos
- André Moraes: o mercado não é dos inteligentes, é dos disciplinados
WINJ26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o mini-índice também encerrou a sessão com leve movimento negativo, mas ainda negocia acima das médias de 9 e 21 períodos, sugerindo uma estrutura de consolidação no curto prazo.
Para que o ativo retome o fluxo de alta, será necessário romper a região de resistência em 186.390/188.165 pontos. Confirmado esse movimento, o índice pode avançar em direção a 189.250/189.660 pontos, com projeções adicionais em 190.860/191.855 pontos.
Continua depois da publicidade
Por outro lado, a continuidade do fluxo de baixa dependerá da perda da região de suporte em 184.780/183.625 pontos. Caso isso ocorra, o contrato pode buscar 182.935/182.050 pontos, com alvos mais longos em 180.975/179.975 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
Guias de análise técnica:
- O que é uma linha de tendência na análise gráfica?
- O que são médias móveis e como usá-la para estratégia de Trade
- IFR: O que é o índice de força relativa?
- Bandas de Bollinger: como usar e interpretar?
- Como o MACD pode identificar e interpretar tendências do mercado?
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

