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O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (27/02) em queda de 1,39%, aos 191.550 pontos, reforçando o movimento corretivo no curto prazo. O Ibovespa caiu 1,16%, aos 188.786 pontos, encerrando a primeira semana negativa do ano, embora fevereiro ainda tenha acumulado alta de 4,09%. O movimento refletiu o IPCA-15 acima do esperado, que pressionou os juros futuros, e um cenário externo adverso, com bolsas em queda em Nova York diante de inflação mais forte e incertezas no setor de tecnologia. Vale (VALE3), Petrobras (PETR4) e bancos pesaram sobre o índice.
Para os traders de mini-índice, a última sessão marcou correção mais intensa após semanas de alta, com pressão das blue chips e avanço dos juros elevando a cautela no curto prazo. A próxima semana, com PIB, produção industrial e dados de emprego no radar, tende a manter a volatilidade no Ibovespa futuro.
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Day Trade hoje (02): o que esperar dos minicontratos e do Ibovespa
Confira os pontos de suporte e resistência do mini-índice e minidólar
Análise do gráfico de 15 minutos
No intraday, o WINJ26 encerrou a última sessão em movimento negativo consistente, negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o fluxo corretivo.
Para que o mini-índice dê sequência ao movimento de baixa, será necessária a perda da faixa de suporte em 191.550/191.070 pontos. Abaixo desse patamar, o mercado tende a buscar 190.260/189.650 pontos, com extensão do movimento até 188.780/188.400 pontos em caso de intensificação da pressão vendedora.
Por outro lado, a retomada do fluxo de alta dependerá da entrada de fluxo comprador capaz de superar a região de resistência em 192.410/192.920 pontos. Confirmado esse rompimento, o contrato pode avançar para 193.750/194.515 pontos, com alvos mais longos em 195.145/195.625 pontos.
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No gráfico diário, observo continuidade do movimento de correção, mas o mini-índice ainda preserva a tendência principal de alta, agora negociando entre as médias móveis. A leitura estrutural segue positiva, embora o risco de aprofundamento do ajuste aumente caso haja perda das médias. Para retomar o fluxo altista, será necessário romper a região de resistência em 197.760/199.320 pontos, projetando objetivos em 201.500/203.865 pontos.
Em sentido oposto, a continuidade da baixa exigirá a perda da faixa de 191.550/188.780 pontos, abrindo espaço para 184.430/181.695 pontos. O IFR (14) está em 59,10, em região neutra.

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WINJ26: Gráfico de 60 minutos
Pelo gráfico de 60 minutos, o mini-índice negocia abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o viés vendedor no curto prazo.
Para seguir com o fluxo de baixa, será necessária a perda da região de suporte em 191.550/190.260 pontos. Caso isso ocorra, o ativo pode buscar 188.780/187.245 pontos, com alvos mais longos em 185.560/184.430 pontos.
Já para retomar o fluxo comprador, será fundamental superar a região de resistência em 192.920/194.515 pontos. Confirmado esse rompimento, o contrato pode avançar para 195.145/196.725 pontos, com projeções adicionais em 197.760/198.000 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico)
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