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Mini-índice (WING26): gráfico aponta níveis-chave com CPI à frente

Confira o que a análise técnica aponta para o mini-índice hoje (13 de fevereiro)

Rodrigo Paz

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Acompanhei o mini-índice (WING26) encerrando a última sessão (12/02) em queda de 1,02%, aos 188.050 pontos, movimento que caracterizou fluxo corretivo no curto prazo. O mini-índice refletiu a piora do ambiente externo e operou em queda, acompanhando o recuo de mais de 1% das bolsas em Nova York diante de temores renovados sobre o setor de tecnologia e os impactos dos investimentos em IA. O Ibovespa caiu 1,02%, aos 187.766 pontos, também pressionado pela desaceleração do setor de serviços no Brasil em dezembro. No câmbio, o dólar voltou a subir a R$ 5,20, enquanto os juros futuros oscilaram. A expectativa pelo CPI nos EUA reforçou o tom defensivo do mercado.

Para os traders do mini-índice, o pregão foi marcado por fluxo vendedor e maior cautela antes dos dados de inflação nos EUA e do varejo no Brasil. O Banco do Brasil (BBAS3) destoou, com alta de 4,50% após resultado acima do esperado, mas Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e bancos privados pesaram sobre o índice. O cenário segue sensível à agenda macro e aos balanços, exigindo disciplina e leitura atenta do fluxo intradiário.

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Análise do gráfico de 15 minutos

No intraday, o WING26 encerrou a sessão em movimento negativo, passando a negociar abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o caráter corretivo do movimento recente. A leitura agora se concentra nos rompimentos das faixas mais próximas.

Para que o mini-índice dê sequência ao fluxo de baixa, será necessária a perda da faixa de suporte em 187.765/187.270 pontos. Abaixo desse nível, o mercado tende a buscar 186.920/186.425 pontos, com extensão do movimento para 186.100/185.730 pontos em caso de maior pressão vendedora.

Por outro lado, uma retomada do fluxo de alta dependerá da entrada de fluxo comprador capaz de superar a região de resistência em 188.200/188.655 pontos. Confirmado esse rompimento, o contrato pode avançar em direção a 188.930/189.315 pontos, com alvos mais longos em 189.865/190.285 pontos.

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No gráfico diário, o mini-índice também fechou em baixa, mas segue acima das médias móveis, preservando a tendência principal de alta. Vejo o movimento atual como uma correção dentro de um cenário estrutural ainda positivo. Para retomar o fluxo altista, será necessário romper a região de resistência em 191.225/191.700 pontos, abrindo espaço para objetivos em 192.320/193.630 pontos

Em sentido oposto, a continuidade do movimento corretivo exigirá a perda da faixa de 186.920/185.460 pontos, o que pode levar o índice a buscar 183.580/181.925 pontos. O IFR (14) está em 67,89, em região neutra.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

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WING26: Gráfico de 60 minutos

Pelo gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice também encerrou a última sessão no negativo, negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que mantém o viés de curto prazo mais pressionado. A definição do próximo movimento passa pela reação do preço nas regiões técnicas mais relevantes.

Para seguir com o fluxo de baixa, será necessária a perda da região de suporte em 187.765/186.920 pontos. Caso isso ocorra, o ativo pode buscar 185.380/183.580 pontos, com alvos mais longos em 181.925/180.935 pontos.

Já para retomar o fluxo comprador, será fundamental a entrada de volume que permita superar a região de resistência em 188.655/190.285 pontos. Um rompimento consistente dessa faixa tende a abrir espaço para 191.225/191.420 pontos, com projeções adicionais em 192.020/192.320 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

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