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O mini-índice (WING26) encerrou a última sessão (02/01) em baixa de 0,65%, aos 162.700 pontos, mantendo um movimento de acomodação após as altas recentes. Ibovespa futuro começa o ano em um ambiente de ajustes e baixa liquidez, após o índice à vista encerrar o primeiro pregão de 2026 em queda de 0,36%, aos 160.538 pontos, mesmo após testar níveis próximos dos 162 mil pontos ao longo do dia. O recuo ocorre depois de um forte desempenho em 2025, quando o Ibovespa acumulou alta de quase 34%, o que aumenta a propensão a movimentos de realização no início do ano.
No pregão, o principal foco esteve no setor de frigoríficos, com Minerva (BEEF3) e Marfrig (MBRF3) entre as maiores quedas, após a decisão da China de impor tarifas à carne bovina brasileira. Para os traders de mini-índice, o cenário sugere mercado mais técnico e travado, com oscilações pontuais influenciadas por notícias setoriais e pelo desempenho misto das bolsas de Wall Street, enquanto o volume segue contido neste início de ano.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No 15 minutos, o mini-índice fechou em baixa e segue negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que mantém o viés defensivo no curtíssimo prazo. Para que o movimento de queda tenha continuidade, será necessária a perda da região de 162.530/162.125, o que pode intensificar o fluxo vendedor em direção a 161.720/161.235 e, em extensão, 160.960/160.715.
Por outro lado, uma reação compradora só ganha tração com a superação de 163.060/163.390, abrindo espaço para testes em 163.740/164.260 e, em um movimento mais alongado, 164.760/165.040.
No gráfico diário, observo um mercado lateralizado nos últimos pregões, ainda abaixo das médias móveis, o que reforça a leitura de consolidação. Para retomada do fluxo de alta, o índice precisará romper 164.335/165.040, com alvos projetados em 167.010/169.025.
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Já a perda de 162.530/160.900 tende a reforçar a correção, com suportes em 160.150/159.610. O IFR (14) marca 51,29, em região neutra.

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WING26: Gráfico de 60 minutos
Nos 60 minutos, o mini-índice também fechou em baixa e segue negociando abaixo das médias de 9, 21 e 200 períodos, o que mantém o viés de cautela no curto prazo.
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Para continuidade do movimento de queda, a perda de 162.530/162.100 pode acelerar o fluxo vendedor, com alvos em 160.900/160.150 e, mais abaixo, 159.610/159.165.
Já uma reversão mais consistente exige a superação de 163.040/163.490, o que abriria espaço para avanços em 164.765/165.040 e, em extensão, 165.855/166.820.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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