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O mini-índice (WING26) encerrou a última sessão (02/02) em alta de 0,60%, aos 183.655 pontos, movimento que manteve o contrato acima das médias móveis de 9 e 21 períodos nos gráficos intradiários. O Ibovespa iniciou fevereiro em alta, apoiado pela melhora do humor externo, com avanço das bolsas em Nova York e na Europa após a acomodação das perdas em metais preciosos. No cenário doméstico, o Boletim Focus manteve projeções mais benignas para inflação e juros em 2026, enquanto indicadores de atividade ainda sinalizam desaceleração, mantendo o mercado atento à política monetária e aos próximos dados.
Para os traders do mini-índice, a útlima sessão foi marcada por fluxo positivo e seletivo. Os bancos deram sustentação ao índice, em meio à expectativa pelos balanços do setor, assim como Vale (VALE3), enquanto a queda do petróleo pressionou Petrobras (PETR3; PETR4) e limitou ganhos mais amplos. O mercado segue sensível ao noticiário externo e à agenda local, com destaque para a ata do Copom, que tende a influenciar a dinâmica intradiária.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No intraday, observo que o WING26 fechou a última sessão em movimento positivo, preservando a negociação acima das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o viés de curto prazo mais construtivo. Para que o ativo siga com o fluxo de alta, será fundamental a entrada de fluxo comprador capaz de superar a região de resistência em 184.060/184.765 pontos. Um rompimento consistente dessa faixa tende a destravar novas projeções para 185.075/185.865 pontos, com alvo mais longo em 186.460/187.485 pontos.
Por outro lado, a perda da faixa de suporte em 183.450/183.250 pontos pode alterar a leitura de curto prazo. Caso esse nível seja rompido, o mini-índice tende a ganhar fôlego vendedor, abrindo espaço para buscar 182.560/182.240 pontos, com extensão do movimento para 181.575/181.065 pontos em um cenário de pressão mais intensa.
No diário, o mini-índice segue acima das médias móveis, após uma correção que aproximou os preços desses referenciais técnicos. Vejo esse movimento como um pullback saudável dentro de uma tendência principal de alta. Para dar sequência ao fluxo altista, o contrato precisará romper a região de 184.765/186.460 pontos, o que pode projetar alvos iniciais em 187.700/188.780 pontos.
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Em contrapartida, um movimento mais corretivo exigiria a perda da região de 180.820/179.118 pontos; abaixo disso, o mercado pode buscar suportes mais profundos em 177.180/173.350 pontos. Vale destacar que o IFR (14) diário está em 72,22, sinalizando região de sobrecompra, o que recomenda atenção a possíveis ajustes no curto prazo, sem descaracterizar a tendência predominante.

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WING26: Gráfico de 60 minutos
Pelo gráfico de 60 minutos, noto que o mini-índice encerrou a última sessão no positivo e permanece negociando acima das médias de 9 e 21 períodos, reforçando a leitura de continuidade do movimento iniciado anteriormente. A partir desse ponto, o mercado tende a buscar definição direcional conforme o comportamento do preço nessas regiões técnicas.
Para retomar um fluxo mais vendedor, será necessária a perda da região de suporte em 183.200/182.285 pontos. Um rompimento dessa faixa pode abrir espaço para testes em 181.065/180.520 pontos, com alvos mais longos em 179.115/178.135 pontos.
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Já para dar sequência ao fluxo comprador, será essencial a entrada de volume que permita superar a resistência em 184.060/185.075 pontos. Caso isso ocorra, o ativo ganha potencial para avançar em direção às resistências de 186.460/187.955 pontos, com projeção adicional para 188.780 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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