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SÃO PAULO – Levantamento realizado pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste) revela que os melhores aparelhos de microsystem custam caro. No entanto, se o consumidor entrar na loja certa, pode economizar um bom dinheiro.
Pesquisa é fundamental
De acordo com a pesquisa realizada pela entidade em 348 estabelecimentos de nove cidades do País, os preços podem variar muito de um lugar para o outro. Por conta disso, é imprescindível gastar muita sola de sapato antes de fechar negócio.
Entre os modelos de até 40 watts de potência, a diferença entre o maior e o menor preço chegou a R$ 310. Já no segundo grupo, que engloba os aparelhos de 100 a 300 W, a discrepância foi de quase 70%, o que pode representar R$ 470 dependendo do modelo.
Em ambos os casos, os preços mais altos foram encontrados nas lojas de departamentos. Além disso, apenas um dos aparelhos estava mais barato nas lojas virtuais do que nas convencionais.
Não gaste a mais
Antes de sair por aí atrás do último modelo de som disponível, para e analise quais são suas reais necessidades. Se você pretende ouvi-lo em pequenos ambientes, por exemplo, prefira os aparelhos com potência de até 40 watts.
Outros aspectos que encarecem os microsystems e que devem ser avaliados são a presença de entradas USB e RCA (para conectar outros aparelhos), a possibilidade de reproduzir arquivos MP3, de mostrar textos no display etc.
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Cuidado com o stand by
Todos os aparelhos analisados pela Pro Teste gastam energia quando estão no modo de espera (stand by), sendo que no pior dos casos, o custo anual da famosa “luzinha vermelha” pode atingir R$ 37,55.
Desta maneira, o ideal para quem não quer gastar energia elétrica à toa é tirar os aparelhos da tomada enquanto eles não estiverem sendo usados.