MetaMask integra Pix e facilita entrada de brasileiros em DeFi

Agora é possível comprar criptos diretamente pela carteira, sem passar por exchanges

Paulo Barros

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A MetaMask, principal carteira de criptomoedas do mercado, anunciou integração com o Pix para compra de ativos digitais em reais. Desde a última sexta-feira (9), é possível realizar transferências bancárias para comprar criptos sem sair da wallet no computador ou no celular, ou seja, sem a necessidade de passar por uma exchange.

Com a novidade, a MetaMask elimina obstáculos para acesso de brasileiros ao mundo das finanças descentralizadas (DeFi), tokens não-fungíveis (NFT) e outras aplicações que conversam diretamente com carteiras Web3 – esses aplicativos funcionam como logins para utilizar os serviços.

O Pix é fornecido pela MoonPay, uma provedora de pagamentos com criptomoedas que foi integrada à MetaMask no início do ano. Pela intermediação, a empresa cobra cerca de 1% de comissão, à qual é adicionada também a taxa de rede calculada em tempo real. Há ainda um valor mínimo exigido – na manhã desta segunda, de R$ 102 para compra de ETH.

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(MetaMask integra Pix/Reprodução)

O sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central está disponível para comprar qualquer token compatível com a carteira, como aqueles que rodam em Ethereum (ETH), Polygon (MATIC), Binance Smart Chain, Avalanche (AVAX) e Celo (CELO).

A integração do Pix na MetaMask vem após seguidos relatos da empresa de que o Brasil se tornou seu segundo principal mercado no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Um dos propulsores do movimento, de acordo com a empresa, é a adoção de jogos em blockchain.

A ConsenSys, dona da MetaMask, também mira clientes corporativos no Brasil com a oferta da MetaMask Institutional, que conta com tecnologia da Parfin, fintech fundada por brasileiros nos EUA.

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Paulo Barros

Editor de Investimentos