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O Ibovespa encerrou a sessão desta quarta-feira com forte baixa de 1,31%, aos 137.480 pontos, pressionado por realização de lucros após ter cravado, na semana passada, um novo topo histórico em 141.563 pontos. O movimento marca a terceira sessão consecutiva de queda, em uma semana que começou com viés mais defensivo. No intraday, o índice oscilou entre a mínima de 137.299 e a máxima de 139.330 pontos.
Pelo gráfico semanal, o Ibovespa ainda mantém sua tendência de alta em 2025, mas o sinal de alerta está aceso. Se perder a faixa de suporte entre 137.299/136.000 pontos, pode intensificar o movimento corretivo com alvos projetados em 133.300/132.295 pontos. Por outro lado, caso retome o fôlego comprador e supere o topo em 141.563, o índice poderá buscar os próximos objetivos em 142.865/144.930 pontos. O IFR (14) semanal, em 58,41, reforça a neutralidade do momento.
No gráfico diário, a perda das médias de 9 e 21 períodos reforça a pressão vendedora no curtíssimo prazo. A correção ganhou força após a perda da região dos 138.900 pontos, e agora será fundamental observar o comportamento do preço próximo aos suportes em 137.300/135.755, com extensão até os 134.120 pontos. O IFR diário recuou para 47,64, também em zona neutra.
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Para reverter essa pressão, o índice precisaria superar as resistências em 138.900/141.563 pontos. Acima desse patamar, os alvos passariam a ser 142.315 e 143.865 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No intradiário, o Ibovespa seguiu pressionado e encerrou o dia negociando abaixo das médias de 9, 21 e 200 períodos. A resistência imediata está na faixa de 137.840/139.000 pontos, que precisa ser superada para sinalizar retomada da força compradora. Caso isso ocorra, os alvos passam para 139.600/140.380 e, mais acima, o topo histórico em 141.563 pontos.
Do lado vendedor, um rompimento consistente da região de 137.300/136.650 pontos pode abrir espaço para quedas até 135.565/134.120, com alvo final em 133.260/132.295 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice com vencimento em agosto (WINQ25) encerraram a última sessão com forte baixa de 2,44%, aos 137.820 pontos, após pressão vendedora dominante ao longo do dia.
Com três sessões consecutivas de queda, o mini-índice volta a testar patamares de suporte importantes, enquanto opera abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. A manutenção abaixo dessas referências técnicas sugere continuidade do fluxo vendedor caso os 137.155 pontos sejam rompidos. Para reverter o cenário, o ativo precisará romper a resistência em 138.315/139.030.
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No gráfico de 60 minutos, a estrutura técnica também é de enfraquecimento, com o preço abaixo das médias e possível aceleração da queda em caso de rompimento do suporte em 137.155/136.680.

O minidólar (WDOQ25), com vencimento em agosto, encerrou a última sessão com forte alta de 2,28%, aos 5.608,5 pontos, em um movimento que recolocou o ativo acima das médias de curto prazo.
O dólar futuro ganhou tração e sustentou um forte movimento de alta, que reposicionou o ativo acima das médias de 9 e 21 períodos no gráfico intradiário. O ativo busca uma recuperação, e o rompimento da resistência em 5.620/5.638 será crucial para manter o ímpeto comprador. Por outro lado, uma perda do suporte em 5.602/5.579 pode abrir espaço para correções pontuais.
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No gráfico de 60 minutos, o ativo também rompeu a região das médias, mas apresenta afastamento significativo — o que exige cautela com eventuais correções.

Os contratos de Bitcoin (BITN25), com vencimento em julho, encerraram a última sessão com uma forte alta de 4,74%, aos 625.740 pontos. O movimento veio acompanhado de um expressivo candle comprador e marca a retomada acima das médias de curto prazo, sinalizando possível reativação da força compradora.
O ativo rompeu a consolidação recente com força e voltou a operar acima das médias de 9 e 21 períodos, após lateralização. O rompimento do padrão de bandeira que se formava desde o topo em 661.495 pontos reforça o potencial de continuidade do movimento altista.
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Para isso, será essencial vencer a barreira imediata em 628.300 (1). Acima dela, os próximos objetivos técnicos se alinham nas faixas de 646.685/661.495 (2) e 685.070/715.650 (3).
Caso ocorra correção, os suportes mais próximos se encontram em 607.000/597.430 (1). A perda dessa faixa abriria espaço para quedas em 580.500/568.470 (2), com um suporte mais longo em 549.180/530.620 (3). Vale atenção à região das médias: se forem novamente rompidas para baixo, o ativo pode retomar fôlego vendedor.O IFR (14) está em 56,27, ainda em território neutro.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quinta-feira (10).
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Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.