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O Ibovespa terminou a última semana (28/11) em terreno positivo, retomando o fluxo comprador após a correção observada na semana anterior. O índice avançou 2,78%, fechando aos 159.072 pontos, depois de oscilar entre a mínima de 154.529 pontos e a nova máxima histórica de 159.689 pontos, registrada na última sessão — já muito próxima da simbólica faixa dos 160 mil pontos.
No gráfico diário, observo o índice sustentado acima das médias de 9 e 21 períodos, ainda com certo afastamento técnico que pode favorecer algum ajuste, mas mantendo uma estrutura predominantemente altista. Para a próxima sessão, o Ibovespa pode ganhar novo impulso se romper a máxima histórica em 159.689 pontos, destravando alvos em 160.251 pontos, com extensão para 161.761/163.696 pontos.
Caso o movimento corretivo retorne, o índice precisará romper a região de 158.077/155.910 pontos. Abaixo desses níveis, o mercado pode buscar suportes mais profundos em 153.570/152.367 pontos. O IFR (14) segue em 74,92, dentro da zona de sobrecompra, reforçando o risco de acomodação no curto prazo.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa encerrou a última sessão em alta, renovando a máxima histórica e permanecendo acima das médias de 9 e 21 períodos — sinal claro de manutenção da tendência.
Para seguir estendendo o movimento ascendente, o índice precisa romper novamente o topo em 159.689 pontos. Caso consiga, os próximos alvos projetados ficam em 160.000/160.425 pontos, com objetivo mais longo em 160.980/161.875 pontos.
Do lado vendedor, o enfraquecimento da tendência exige rompimento dos suportes mais próximos, em 158.695/158.075 pontos. Perdendo essa faixa, o fluxo baixista pode acelerar em direção aos níveis de 157.260/157.040 pontos, com alvo posterior em 155.910/154.820 pontos.
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Minicontratos
Os contratos do mini-índice (WINZ25) encerraram a última sessão em alta de 0,39%, aos 160.100 pontos.
O mini-índice voltou a subir e recompôs parte da estrutura compradora, embora ainda opere abaixo das médias curtas nos 15 minutos. Para o pregão de hoje, considero como drivers imediatos o suporte em 160.100/159.670 e a resistência em 160.395/160.840, que devem definir a direção inicial do mercado.
No gráfico de 60 minutos, o preço segue entre as médias e pode ganhar tração se romper as resistências intermediárias.
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Os contratos de minidólar (WDOF26), com vencimento em janeiro, encerraram a última sessão em baixa de 0,40%, aos 5.371,5 pontos.
No gráfico de 15 minutos, a faixa de 5.364,5/5.354 pontos atua como principal zona de apoio, enquanto a resistência imediata está em 5.374/5.386,5 pontos.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo mantém o viés de baixa, operando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça a predominância da força vendedora no curto prazo.
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Os contratos de Bitcoin (BITZ25), com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão em queda de 0,93%, aos 491.680 pontos, em meio a um cenário de alta volatilidade e de predomínio da força vendedora. O ativo ainda demonstra fraqueza na tentativa de recuperação, com a tendência principal permanecendo negativa.
No gráfico diário, observo que o Bitcoin futuro segue abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, o que reforça o viés de baixa no curto prazo. Para que haja uma retomada compradora mais consistente, será necessário aumento de volume e força na superação de resistências relevantes. O IFR (14) está em 36,29, indicando zona neutra, mas ainda próxima da faixa de sobrevenda, o que pode favorecer um repique pontual.
Para que o ativo siga com o fluxo de baixa, será necessário romper 487.320/466.170 pontos, abrindo espaço para 440.475/403.200 pontos e, em um cenário mais prolongado, 380.235/359.380 pontos.
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Por outro lado, caso consiga superar a faixa de 502.640/523.515 pontos, poderá demonstrar força compradora, mirando 542.450/576.115 pontos e, posteriormente, 625.785/658.470 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta segunda-feira (01).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

