Nem foi assim uma ressaca tão forte: o Ibovespa, depois de três dias seguidos batendo recordes e recordes, fechou com baixa de 0,06%, aos 145.499,99 pontos, uma perda de 94,14 pontos. Foi pouco, depois de tanto.
O real terminou com alta de 0,33%, a R$ 5,319. Andou de lado – ou melhor, deitou, sossegou, mas analistas derrubam projeção para o câmbio. Os DIs (juros futuros) subiram por toda a curva.
Copom mais severo
Quando se é jovem, o corpo aguenta bem os excessos, não causa tantos estragos, mas com o tempo, a ressaca fica pesada, quase uma doença de tão ruim que é. O Ibovespa, pois, é um jovem, aparentemente, que só tem ganhado musculatura e embalo na boa saúde do cenário externo. Tem aguentado o tranco. Dessa vez, não foi diferente: os recordes vieram em uma combinação de altas doses de otimismo com a agora comprovada queda dos juros nos EUA, e com uma liquidez à conta-gotas.
Ao mesmo tempo, não desceu bem o gole amargo de um Copom mais duro na manutenção da Selic em altos 15,00% ao ano. O comunicado foi duro e não deu espaço para apostas em corte de juros no curto prazo.
Caio Megale, economista-chefe da XP, reforçou que o Copom fez o que era esperado: manteve a taxa em 15% e sinalizou juros nesse patamar por um longo tempo adiante.
Ele avaliou ainda que dois pontos foram um pouco mais duros do que o mercado esperava. “Primeiro, que pode voltar a subir se for necessário. O segundo ponto foi nas projeções apresentadas pelo Comitê. Para o horizonte relevante, de 18 meses à frente – 1º trimestre de 2027 – 3,4% [de inflação]. O mercado esperava algo como 3,2% ou 3,3%. Esses 10 bps parecem pouco, mas sinalização é muito importante”, comentou, explicando que essa projeção ainda mostra uma inflação significativamente acima da meta e, portanto, um desafio importante de política monetária.
Congresso Nacional e Lula
Não desceu bem também o clima de open bar no Congresso Nacional, onde só foram convidados os próprios parlamentares em uma festa só deles. Com pautas de interesse próprio, a Câmara adiou a votação da isenção de IR. Até a anistia caminhou.
O presidente Lula fiz que vai enfrentar essas pautas, como a chamada PEC da Blindagem.
Wall Street e Europa
Em Wall Street, ao contrário daqui, a festa foi hoje. Além do corte de juros do Federal Reserve, contribuiu para a alta nos principais índices em Nova York a disparada da Intel, após anúncio de aporte da Nvidia para desenvolver chips em conjunto.
Além disso, amanhã, todos estarão de olho na conversa e no brinde entre os presidentes dos EUA e da China, Donald Trump e Xi Jinping.
Na Europa, a ressaca pode bater forte no presidente francês Emannuel Macron, com o país novamente mergulhado em protestos e greves e pressões. A greve é histórica. Na Inglaterra, o banco central manteve as taxas de juros e planeja reduzir o estoque de títulos.
Vale e Petrobras caem; BB sobe
No Brasil, a dor de cabeça poderia ser maior, com o Ibovespa amargando uma queda ampla, já que a Vale (VALE3) perdeu 0,19%, em dia de minério de ferro em baixa; e a Petrobras (PETR4) teve que engolir uma queda maior, de 0,98%, com o petróleo internacional em mais um dia no vermelho.
Os bancos também deixaram os investidores na seca, com Bradesco (BBDC4) descendo 1,02%, mas o Itaú Unibanco (ITUB4) virou no final e subiu 0,13%. Não foi pior porque o Banco do Brasil (BBAS3) subiu alegres 1,05%.
E porque Embraer (EMBR3) decolou 1,02%, com novo pedido de Portugal. Mas principalmente porque Natura (NATU3) enfiou o pé na jaca dos ganhos e disparou festivos 16,46%, após venda da Avon Internacional.
A B3 (B3SA3) ficou como o Ibovespa que administra: próximo da estabilidade, com mais 0,07%, com especialistas otimistas com a ação.
Nesta sexta-feira, dia de sextar sem dó, a agenda de indicadores é completamente esvaziada. Nada para pesar na cabeça do investidor. Ou para fazer a festa. Ainda há o que digerir da SuperQuarta. (Fernando Augusto Lopes)
Encerramos nossa cobertura dos Mercados Ao Vivo
Minidólar com vencimento em outubro (WDOV25), nos minutos finais, tem baixa de 0,02%, cotado a 5.326,00
Mini-índice com vencimento em outubro (WINV25) tem, na reta final, menos 0,14%, aos 146.800 pontos
Volume de negócios ultrapassou os 4,36 milhões.
Na reta final, Bitcoin Futuro (BITFUT) tem avanço de 1,66%, aos 627.720,00
Próximo de fechar, Dólar Futuro (DOLFUT) opera com mais 0,01%, aos 5.327,00
Perto do fechamento, Ibovespa Futuro (INDFUT) opera com menos 0,14%, com 146.800 pontos
DIs: juros futuros encerram sessão com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,890 | 0,000 |
| DI1F27 | 13,995 | 0,055 |
| DI1F28 | 13,235 | 0,055 |
| DI1F29 | 13,105 | 0,055 |
| DI1F31 | 13,275 | 0,045 |
| DI1F32 | 13,360 | 0,035 |
| DI1F33 | 13,390 | 0,035 |
| DI1F35 | 13,400 | 0,035 |
Ibovespa: BBAS3 é a ação mais negociada do dia; veja as demais
| Negócios | Dia (%) | |
| BBAS3 | 42.406 | 1,05 |
| PETR4 | 38.820 | -0,98 |
| NATU3 | 36.028 | 16,46 |
| VALE3 | 33.391 | -0,19 |
| MRFG3 | 27.623 | -1,37 |
Ibovespa: NATU3 é disparada a maior alta do dia; veja a lista
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| NATU3 | 16,46 | 10,33 |
| MOTV3 | 2,29 | 15,17 |
| HYPE3 | 2,08 | 24,07 |
| BRAV3 | 1,93 | 19,00 |
| SBSP3 | 1,72 | 129,37 |
Ibovespa: USIM5 é a maior baixa do dia; confira as demais
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| USIM5 | -5,40 | 4,38 |
| AZZA3 | -3,37 | 32,65 |
| VAMO3 | -2,96 | 3,93 |
| CVCB3 | -2,87 | 2,03 |
| ASAI3 | -2,74 | 10,28 |
Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com baixa de 0,07%, aos 2.304,99 pontos
Índice de BDRs (BDRX) termina sessão com alta de 1,02%, aos 24.038,14 pontos
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,25%, aos 3.554,56 pontos
Ibovespa fecha com baixa de 0,06%, aos 145.499,49 pontos
- Máxima: 145.726,41
- Mínima: 144.993,21
- Diferença para a abertura: -94,14 pontos
- Volume: R$ 23,50 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (15): +0,90%
- Terça-feira (16): +0,36%
- Quarta-feira (17): +1,06%
- Quinta-feira (18): -0,06%
- Semana: +2,27%
- Setembro: +2,88%
- 3T25: +4,79%
- 2025: +20,96%
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Dólar comercial termina dia com alta de 0,33%
O dólar emenda a segunda alta seguida frente ao real. O movimento vai na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,52%, aos 97,37 pontos.
- Venda: R$ 5,319
- Compra: R$ 5,319
- Mínima: R$ 5,270
- Máxima: R$ 5,319
Principais índices em Nova York fecham com ganhos
Investidores em Wall Street fizeram as ações atingirem níveis recordes, com as small caps registrando o maior impulso, já que o Federal Reserve sinalizou nesta semana que estava embarcando em um caminho de flexibilização das taxas de juros, revigorando os investidores e aumentando as esperanças de uma aceleração do crescimento econômico. “Nunca vou lutar contra este Fed, especialmente quando os mercados me dizem: mais um corte e três quartos antes do final do ano, então é difícil não assumir isso”, disse à CNBC David Tepper, da Appaloosa Management.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,27 | 46.142,30 |
| S&P 500 | 0,48 | 6.631,92 |
| Nasdaq | 0,94 | 22.470,72 |
Ibovespa fecha, preliminarmente, com baixa de 0,11%, aos 145.437,26 pontos
Lula: o que está acontecendo hoje é uma aula de governança civilizada, uma lição de humildade, atendendo os prefeitos deste país, que são o ente federado mais sofrido deste país
Lula: qual a prioridade maior do que garantir que as pessoas tenham algo para comer?
Lula: temos uma dívida histórica com o povo pobre deste país
Presidente Lula fala em evento do lançamento do Novo PAC Seleções 2025, sobre encostas e drenagens.
Dólar comercial tem nova máxima do dia, com alta de 0,33%, a R$ 5,319
Dólar comercial renova máxima do dia, com alta de 0,30%, a R$ 5,317
Nos minutos finais, Magazine Luiza (MGLU3) desce 0,80% e Lojas Renner (LREN3) sobe 0,18%
Dólar comercial agora sobe 0,18%, a R$ 5,311 na venda, próximo da máxima do dia, de R$ 5,314
Itaú Unibanco (ITUB4) oscila e recua poucos 0,03%, a R$ 38,43
Ibovespa segue com queda curta, na reta final: menos 0,12%, aos 145.422,53 pontos
Trump: parece que a China aprovou (o acordo no) TikTok
Trump: quando disse que ajudaríamos na proteção da Polônia, eu quis dizer depois que a guerra acabar
Trump: não estou feliz com a OTAN, porque vi que eles estão comprando petróleo da Rússia
Trump: drones (russos) na Polônia não poderia ter chegado tão perto (do país)
Trump volta a dizer que está muito “desapontado” com Putin
A afirmação havia sido dada em coletiva de imprensa em Londres, hoje cedo, mas ele a repete em entrevista à Fox News.
Entre as small caps, nesses minutos finais, maior alta é de DESK3, com mais 7,59%, seguida de ESPA3, com 4,92%
Entre as small caps, nesses minutos finais, maior queda é de USIM5, com menos 4,75%, seguida de SEQL3, com 3,55%
S&P 500 sobe 0,59%, aos 6.639,54
Índice Dólar (DXY) avança 0,33%, a 97,35
Frigoríficos mistos: BEEF3 sobe 0,93%, MRFG3 cai 0,56% e BRFS3 recua 1,36%
Natura segue com forte alta, com +15,33%, a R$ 10,24
Petróleo: Brent com vencimento em novembro fecha dia com baixa de 0,75%, a US$ 67,44
Ibovespa segue recuando, com -0,04%, aos 145.535,25 pontos
Dólar comercial recua 0,02%, a R$ 5,301 na compra e na venda
Petróleo: WTI com vencimento em outubro fecha dia com baixa de 0,75%, a US$ 63,57
Ibovespa Futuro (INDFUT) recua 0,07%, aos 146.895 pontos
B3 (B3SA3) oscila e agora opera no zero, com R$ 13,72
Suprema Corte dos EUA terá audiência sobre tarifas de Trump em 5 de novembro
A Suprema Corte dos EUA definiu a data de 5 de novembro para realização de uma audiência no processo sobre a legalidade das tarifas comerciais globais abrangentes do presidente dos EUA, Donald Trump, em um teste importante de uma das afirmações mais ousadas do presidente republicano sobre o Poder Executivo, que tem sido fundamental para sua agenda econômica e comercial. Os juízes anunciaram, em 9 de setembro, que assumiriam o caso depois que um tribunal de primeira instância decidiu que Trump havia ultrapassado sua autoridade ao impor a maior parte de suas tarifas com base em uma lei federal destinada a emergências. Essa decisão foi resultado de contestações apresentadas por pequenas empresas e por 12 Estados – Arizona, Colorado, Connecticut, Delaware, Illinois, Maine, Minnesota, Nevada, Novo México, Nova York, Oregon e Vermont – a maioria deles governada por democratas. A Suprema Corte também concordou em ouvir ao mesmo tempo uma contestação separada às tarifas de Trump apresentada por uma empresa familiar de brinquedos, a Learning Resources. (Reuters)
Greve histórica na França: o que aconteceu e o que está por trás da crise?
Protestos uniram sindicatos, paralisaram transportes, fecharam farmácias e colocam pressão sobre o novo premiê Sébastien Lecornu em meio à crise política e fiscal.
Magazine Luiza (MGLU3) oscila e recua agora 0,18%, a R$ 11,29
Processadora de soja CJ Selecta pretende comprar mais soja certificada do Brasil
A processadora de soja CJ Selecta, uma unidade da sul-coreana CJ CheilJedang, pretende certificar o dobro de soja geneticamente modificada no Brasil por meio do sistema de certificação RTRS, disse Patricia Sugui, diretora de ESG da empresa. Falando à margem de um evento de dois dias sobre soja sustentável que terminou hoje em São Paulo, Sugui estimou que a CJ Selecta origina entre 800.000 e 1 milhão de toneladas métricas de soja no Brasil anualmente. Cerca de 50% do que a CJ Selecta compra localmente é soja transgênica, disse ela. No entanto, apenas cerca de um terço é certificado. “Queremos dobrar esse número até 2027”, disse Sugui. A outra metade da originação de soja da CJ Selecta no Brasil, composta de soja não transgênica, é 100% certificada pelo padrão ProTerra, disse ela. O aumento da originação de soja certificada é uma vantagem para a reputação do setor de processamento e pode reduzir a pegada de carbono da soja. A CJ Selecta exporta subprodutos da soja para 39 países, incluindo SPC usado na Noruega e no Chile para ração na alimentação de peixes. (Reuters)
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) desce agora 0,20%, aos 3.556,22 pontos, nova mínima da sessão
Setor de papel e celulose opera misto: KLBN11, -1,14%; RANI3, +0,48%; SUZB3, -0,49%
Embraer (EMBR3) segue com alta consistente: mais 1,01%, a R$ 76,15
Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia até aqui; veja as demais
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 31.758 | -1,23 |
| BBAS3 | 31.015 | 1,05 |
| VALE3 | 27.199 | -0,45 |
| NATU3 | 26.734 | 16,12 |
| MRFG3 | 19.172 | -0,37 |
Petrobras com quedas amplas: -1,28% (PETR3) e -1,20% (PETR4)
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) recua agora 0,18%, aos 3.557,01 pontos, em nova mínima do dia
Administradoras de shoppings operam mistas: ALOS3, +0,44%; IGTI11, +0,21%; MULT3, -0,17%
Com pautas de interesse próprio, Câmara adia isenção do IR, crucial para Lula
Parlamentares ouvidos pela Reuters afirmam que o calendário do Congresso hoje prevê colocar em votação apenas daqui a duas semanas o texto do IR, apesar da pressão do governo.
Principais índices em Nova York apresentam altas confortáveis
- Dow Jones: +0,35%
- S&P 500: +0,54%
- Nasdaq: +0,99%
Oscilação é a palavra do momento: Ibovespa opera entre perdas e ganhos, com menos 0,06% agora, aos 145.501,02 pontos
VIX: índice de volatilidade nos EUA recua 0,64%, aos 15,62 pontos
Aéreas em baixa: AZUL4 desce 0,69%, a R$ 1,44; e GOLL54 recua 1,83%, a R$ 6,44
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) recua 0,17%, aos 3.557,36 pontos, nova mínima do dia
Dólar comercial segue recuando, com -0,05%, a R$ 5,299 na compra e na venda
STOXX 600 sobe com alta de ações de tecnologia liderada por chips após corte do Fed
O índice pan-europeu STOXX 600 avançou nesta quinta-feira, em uma alta estimulada por fabricantes de chips, impulsionada ainda mais pela retomada do ciclo de afrouxamento da política monetária do Federal Reserve, enquanto a SIG caiu após uma advertência de lucros.
O STOXX 600 fechou em alta de 0,80%, a 555,01 pontos, com o setor de tecnologia na liderança dos ganhos, subindo 4,1% — seu maior avanço em um único dia desde 23 de abril.
O setor foi impulsionado pelas ações de semicondutores, que subiram em linha com suas contrapartes de Wall Street, depois que a Nvidia, líder do setor de chips, anunciou planos de investir US$5 bilhões na Intel. (Reuters)
Usiminas (USIM5) lidera quedas, com -4,23%, a R$ 4,43
Natura (NATU3) segue liderando altas, com +14,23%, a R$ 10,14
Bancos mistos: ITUB4 sobe 0,03%, SANB11 cai 0,85% e BBDC4 recua 0,34%
Ibovespa passa a subir, com +0,04%, aos 145.639,04 pontos
Embraer (EMBR3) cai 0,64%, a R$ 75,90
Eletrobras em alta: ELET3 sobe 1,19%, a R$ 49,36, e ELET6 avança 1,18%, a R$ 52,36
CEO da B3 prevê negociação de títulos durante 24 horas a partir de 2026
O presidente-executivo da B3, Gilson Finkelsztain, afirmou nesta quinta-feira (18) que a companhia trabalha juntamente com o Tesouro Nacional para lançar no início de 2026 a possibilidade de negociação de títulos públicos durante as 24 horas do dia.
Atualmente, o programa do Tesouro Direto permite a negociação de títulos apenas entre 9h30 e 18h.
Dólar comercial vira para alta, com +0,03%, a R$ 5,302 na compra e R$ 5,303 na venda
Natura dispara quase 13% na Bolsa após venda da Avon Internacional; entenda motivos
Após anunciar a venda da Avon da América Central e República Dominicana (CARD) na segunda-feira, a Natura (NATU3) divulgou hoje (18) a venda da Avon Internacional, que compreende todas as operações na Europa, África e Ásia, exceto na Rússia. Às 13h15, as ações da varejista subiam 12,74%, cotadas a R$ 10,00.
Banco Central informa a PTAX de fechamento com compra a R$ 5,3004 e venda a R$ 5,3010
| COMPRA | VENDA | |
| Ontem | 5,3005 | 5,3011 |
| 1ª parcial | 5,2994 | 5,3000 |
| 2ª parcial | 5,3031 | 5,3037 |
| 3ª parcial | 5,2996 | 5,3002 |
| 4ª parcial | 5,2993 | 5,2999 |
Trump pede à Suprema Corte dos EUA que permita demissão de diretora do Fed
O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, solicitou à Suprema Corte nesta quinta-feira que o deixe demitir a diretora do Federal Reserve Lisa Cook – uma medida sem precedentes desde a fundação do banco central em 1913 – em uma batalha que põe em risco a independência da instituição.
Taxas dos DIs acompanham Treasuries e sobem após dados de auxílio-desemprego (Reuters)
Embraer (EMBR3): novo pedido de Portugal fortalece carteira e posição internacional
A Embraer (EMBR3) anunciou que Portugal assinou um aditivo contratual para a compra do sexto avião de transporte KC-390 Millennium da empresa, além de incluir opções de compra para outros dez jatos do mesmo tipo.
Petrobras, WEG e Statkraft iniciam operação de maior turbina eólica do Brasil
A maior turbina eólica instalada no Brasil, com 7 megawatts (MW) de potência, foi colocada em operação, em projeto conjunto da Petrobras (PETR4), WEG (WEGE3) e Statkraft, anunciaram as empresas nesta quinta-feira.
Índice Dólar (DXY) sobe 0,44%, a 97,46
Petrobras em queda: PETR3 perde 1,37%, a R$ 33,97, e PETR4 recua 1,14%, a R$ 31,36
Vale (VALE3) perde 0,54%, a R$ 57,49
Ibovespa recua 0,15%, aos 145.351,59 pontos
Wall Street avança após Fed indicar cortes em juros; Intel sobe com anúncio de Nvidia
O S&P 500 e o Nasdaq marcaram níveis intradiários recordes nesta quinta-feira, um dia depois que o banco central dos EUA cortou os juros em 0,25 ponto percentual, enquanto a fabricante de chips Intel subia depois que a Nvidia anunciou investimentos em uma participação na empresa.
Dólar comercial perde 0,04%, a R$ 5,299 na compra e R$ 5,300 na venda
Ibovespa desce 0,16%, aos 145.356,83 pontos
Petrobras (PETR4) contrata OceanPact (OPCT3) para serviços de monitoramento ambiental por R$ 700 mi
Os acordos abrangem a coleta de amostras ambientais, como de água, biota e sedimentos, e a obtenção de dados meteorológicos e oceanográficos.
Russell 2000: índice de small caps nos EUA dispara 1,40%, seguindo a alta dos principais índices em Wall Street
Ibovespa: NATU3 dispara mais de 12% e é a maior alta do dia; veja as demais
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| NATU3 | 12,85 | 10,01 |
| HYPE3 | 2,04 | 24,06 |
| BBAS3 | 1,65 | 22,23 |
| BEEF3 | 1,55 | 6,57 |
| MOTV3 | 1,48 | 15,05 |
Ibovespa: USIM5 é a maior queda do dia até aqui; veja a lista
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| USIM5 | -2,81 | 4,50 |
| VAMO3 | -2,47 | 3,95 |
| BRKM5 | -1,91 | 8,74 |
| SLCE3 | -1,88 | 16,69 |
| ABEV3 | -1,80 | 12,56 |
Banco Central informa terceira parcial PTAX com compra a R$ 5,2996 e venda a R$ 5,3002
Frigoríficos em alta: BEEF3, +1,24%; BRFS3, +1,45%; MRFG3, +1,15%
Eletrobras renova máximas do dia, com altas de 0,70%, a R$ 49,14 (ELET3), e 0,48%, a R$ 51,97 (ELET6)
Trump; estou desapontado com os países que compram petróleo russo
Trump: se preço do petróleo cair, Putin não terá outra alternativa senão acabar com a guerra
Conab: produção de carne bovina do Brasil em 2026 deve ter leve retração
A produção brasileira de carne bovina deve recuar 3,5% em 2026, totalizando 10,6 milhões de toneladas em equivalente carcaça, segundo projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgadas hoje. A queda na produção do país, maior exportador mundial de carne bovina, ocorre após três anos de abate elevado de fêmeas e reflete a menor oferta esperada de animais, em meio à recomposição de rebanhos. A retração na produção bovina, afirmou a Conab, deve pressionar os preços da arroba e favorecer o consumo de proteínas alternativas, como frango e suíno. A produção de carne de frango deve crescer 2,8%, alcançando 15,93 milhões de toneladas. A recuperação das exportações após os embargos sanitários de 2025 e o custo competitivo frente à carne bovina sustentam o avanço do setor. A exportação de carne de frango no ano que vem foi estimada em 5,36 milhões de toneladas, ante 5,23 milhões de toneladas em 2025. Já a produção de carne suína deve subir 3,6%, para 5,77 milhões de toneladas, com exportações estimadas em 1,53 milhão de toneladas, um novo recorde. A Conab destacou que o encarecimento da carne bovina tende a favorecer a substituição por proteínas de menor custo, especialmente entre consumidores de menor renda. A carne de frango deve seguir como a proteína mais acessível no varejo, enquanto a suína ganha espaço como alternativa competitiva, conforme o relatório. (Reuters)
VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira recua 2,14%, aos 15,54 pontos, mínima do dia
Principais índices em Nova York operam com ganhos confortáveis
- Dow Jones: +0,45% (na abertura: +0,01%)
- S&P 500: +0,65% (na abertura: +0,41%)
- Nasdaq: +1,08% (na abertura: +0,80%)
Oscilando, dólar comercial volta ao positivo, com mais 0,06%, a R$ 5,305 na venda
Vale (VALE3) recua 0,68%, a R$ 57,41, nova mínima do dia
IFI faz projeções para PIB e inflação em 2026 piores que as do governo
Instituição Independente estima que economia crescerá 1,7% no ano que vem e a que a inflação será de 4,3%; na PLOA encaminhada pelo governo, projeção é de PIB de 2,4% e IPCA de 3,6%.
UBS BB derruba projeção para o dólar – mas faz alerta sobre eleições em 2026
Banco destaca que o afrouxamento monetário em andamento nas principais economias apoia moedas de mercados emergentes.
Banco do Brasil (BBAS3) segue como único dos bancões com ganhos nesta quinta-feira: mais 2,01%, a R$ 22,31
Trump: Putin me decepcionou
Vale (VALE3) se acomoda no campo negativo, com baixa de 0,28%, a R$ 57,64
Dólar comercial agora desce 0,09%, a R$ 5,297 na venda
WEG (WEGE3) define meta de redução de emissões de gases do efeito estufa
A WEG (WEGE3) anunciou hoje meta de corte de emissões de gases de efeito estufa do chamado “escopo 3” e que os objetivos foram aprovados pela Science Based Targets initiative (SBTi). O chamado escopo 3 se refere às emissões de gases-estufa indiretas, que ocorrem fora do controle direto de uma empresa em sua cadeia de valor, algo que envolve fornecedores e clientes. A meta de escopo 3 da WEG é reduzir as emissões de gases-estufa em 60% “por valor adicionado”, que corresponde ao lucro operacional, em reais. Além disso, a empresa tem como objetivo diminuir as emissões dos escopos 1 e 2 em 52%. Ambas as metas têm prazo até 2030 e possuem como base o ano de 2021. A empresa não deu detalhes sobre como vai reduzir as emissões do escopo 3 em um prazo de cinco anos até 2030. (Reuters)
Dólar hoje vira para alta após abertura negativa, com decisões do Fed e BC no radar
Na quarta-feira, antes da decisão sobre juros o Banco Central, o dólar à vista fechou em leve alta de 0,06%, aos R$5,3019.
UE busca acordos comerciais para reduzir dependência dos EUA, diz von der Leyen
Von der Leyen cita negociações com Índia, África do Sul, Malásia e Emirados Árabes Unidos para diversificar parcerias comerciais.
Banco Central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 5,3031 e venda a R$ 5,3037
EUA podem reduzir tarifas comerciais sobre a Índia
Os EUA poderão em breve eliminar uma tarifa comercial punitiva imposta a produtos indianos e também reduzir a tarifa recíproca para entre 10% e 15%, ante os 25% atuais, afirmou hoje o assessor econômico-chefe da Índia, V. Anantha Nageswaran. “Minha confiança pessoal é que nos próximos dois meses, se não antes, veremos uma resolução para, pelo menos, a tarifa punitiva extra de 25%”, disse Nageswaran em um evento em Calcutá. “Também pode ser que a tarifa recíproca de 25% também caia para níveis que estávamos prevendo anteriormente, entre 10% e 15%”. A Índia e os EUA mantiveram discussões comerciais “positivas” e “voltadas para o futuro” na terça-feira (16), aumentando as esperanças de um avanço depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, impôs tarifas punitivas à nação do sul da Ásia por comprar petróleo russo. Trump e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, disseram que conversaram por telefone na terça-feira, com o presidente dos EUA dizendo que agradeceu Modi por sua ajuda para tentar acabar com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Nenhum dos dois deu detalhes de qualquer acordo sobre a Ucrânia, mas a ligação pareceu ser um sinal de maior distensionamento das tensões entre os EUA e a Índia, que explodiram nos últimos meses, levantando questões sobre o futuro relacionamento entre os parceiros, que compartilham preocupações sobre a China. (Reuters)
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) agora recua 0,09%, aos 3.560,18 pontos, em nova mínima do dia
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) recua 0,06%, aos 3.561,32 pontos, nova mínima do dia
B3 (B3SA3) prevê negociação de títulos públicos 24 horas por dia a partir de 2026
O presidente-executivo da B3 (B3SA3), Gilson Finkelsztain, afirmou hoje que a companhia trabalha juntamente com o Tesouro Nacional para lançar no início de 2026 a possibilidade de negociação de títulos públicos durante as 24 horas do dia. Atualmente, o programa do Tesouro Direto permite a negociação de títulos apenas entre 9h30 e 18h. “A gente está trabalhando em conjunto, a B3 com a Secretaria do Tesouro Nacional, para viabilizar, acho que potencialmente no início do ano que vem, para pelo menos o primeiro título, o Tesouro Selic, poder ser negociado 24 por 5, ou 24 por 7”, disse Finkelsztain, referindo-se à possibilidade de negociação durante 24 horas por dia, cinco dias por semana, ou durante 24 horas por dia, sete dias por semana. Segundo ele, a negociação de ativos durante 24 horas é uma tendência, mas envolve uma discussão “às vezes bastante polêmica dentro do mercado”. Durante evento promovido pela instituição AGF, em São Paulo, Finkelsztain citou que há uma “demanda clara” entre os investidores pessoas físicas de que os horários de negociação sejam ampliados. “Devemos começar isso no início do ano que vem”, reforçou. (Reuters)
Embraer (EMBR3) agora sobe 0,78%, a R$ 75,98, nova máxima do dia
Petrobras (PETR4) também vira para queda, com 0,32%, a R$ 31,62
Mais uma nova mínima: agora, Ibovespa tem menos 0,35%, aos 145.088,46 pontos
Nova mínima do dia: Ibovespa agora cai 0,33%, aos 145.118,38 pontos
Vale (VALE3) vira para queda, com 0,14%, a R$ 57,72, mínima do dia
Ibovespa renova mínima do dia, com baixa de 0,22%, aos 145.268,36 pontos
Dólar comercial vira para alta, com mais 0,04%, a R$ 5,304 na venda
Embraer (EMBR3): sindicato suspende greve na companhia
Ibovespa agora cai 0,15%, aos 145.381,54 pontos
VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira abre com baixa de 0,50%, aos 15,80 pontos
VIX: índice de volatilidade nos EUA cai 2,99%, aos 15,25 pontos
Principais índices em Nova York abrem dia com ganhos moderados
Investidores em Wall Street volta às compras, após a recepção meio fria dos índices ontem, em vista da decisão do Federal Reserve de cortar as taxas de juros em 0,25 ponto percentual. “O corte de 25 pontos-base do Fed é um sinal claro: a desaceleração do mercado de trabalho e a inflação persistente levaram as autoridades a agir – mas gradualmente. Isso não é uma mudança radical, é um passo medido”, disse Gina Bolvin, presidente do Bolvin Wealth Management Group, em um comunicado reproduzido pela CNBC. “Para os investidores, isso significa um alívio modesto nas taxas, não um espetáculo. O Fed está caminhando em uma corda bamba, e os próximos dados de inflação e emprego determinarão o que virá a seguir”.
- Dow Jones: +0,01%
- S&P 500: +0,41%
- Nasdaq: +0,80%
África do Sul: banco central mantém taxa de juros em 7,00% ao ano, como esperado
Magazine Luiza (MGLU3) passa a operar com ganhos de 0,62%, a R$ 11,38
Ibovespa renova máxima do dia, com mais 0,03%, aos 145.638,14 pontos
Ibovespa vira para alta mínima de 0,01%, aos 145.608,46 pontos
Varejistas mistos nesta manhã: AMER3, -2,25%; AZZA3, -1,51%; BHIA3, -0,61%; CEAB3, -0,84%; LREN3, +0,24%; MGLU3, -1,06%; PETZ3, estável; VIVA3, +0,34%
Petrobras (PETR4) vira para alta, com 0,09%, enquanto PETR3 segue no negativo, com 0,20%
Aéreas novamente em alta: AZUL4 sobe 1,38%, a R$ 1,47; e GOLL54 avança 0,61%, a R$ 6,59
Ibovespa renova mínima do dia, com baixa de 0,21%, aos 145.282,24 pontos
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,2994 e venda a R$ 5,3000
Siderúrgicas abrem mistos: CSNA3, +0,86%; GGBR4, -0,65%; GOAU4, -0,10%; USIM5, +0,22%
Hapvida (HAPV3) recua 0,93% nesta abertura, a R$ 38,29
Supermercadistas caem nesta manhã: ASAI3, -1,70%; GMAT3, -0,56%; PCAR3, -1,48%
Frigoríficos abrem mistos: BEEF3, -0,46%; BRFS3, +1,09%; MRFG3, +0,67%
B3 (B3SA3) começa pregão com baixa de 0,22%, a R$ 13,69
Ibovespa sai dos leilões com baixa de 0,09%, aos 145.461,03 pontos; apenas NATU3 segue em leilão
Petro juniores abrem de forma mista: PRIO3, -0,24%; RECV3, -0,38%; BRAV3, estável
Eletrobras abre dia com baixas de 0,47% (ELET3) e 0,48% (ELET6)
Grandes bancos iniciam a quinta-feira de forma mista: BBAS3, +3,06%; BBDC4, -0,23%; ITUB4, +0,16%; SANB11, -0,14%
Petrobras inicia sessão com perdas de 0,56% (PETR3) e 0,16% (PETR4)
Vale (VALE3) começa sessão com alta de 0,26%, a R$ 57,95
Embraer (EMBR3) abre dia com alta 0,17%, a R$ 75,52
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com baixa de 0,03%, aos 2.305,98 pontos
Ibovespa abre, preliminarmente, com baixa de 0,01%, aos 145.583,82 pontos
Hugo Motta anuncia oficialmente Paulinho da Força, do Solidariedade, como relator da PEC da Anistia
Trump diz que, sem tarifas, EUA teriam apenas uma fração do investimento atual
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse hoje que, se não tivesse imposto tarifas, seu país teria apenas uma fração do investimento que está recebendo atualmente. Trump também afirmou em uma recepção empresarial durante sua visita de Estado ao Reino Unido que os EUA “terão regulamentação, mas será uma regulamentação sensata”. (Reuters)
Sindicatos franceses fazem greve geral contra austeridade e pressionam Macron
Professores, maquinistas, farmacêuticos e funcionários de hospitais entraram em greve e adolescentes bloquearam suas escolas de ensino médio na França nesta quinta-feira, como parte de um dia de protestos contra os iminentes cortes no orçamento.
Minério cai com demanda fraca da China, mas reabastecimento pré-feriado limita perdas
O minério de ferro de referência de setembro na Bolsa de Cingapura recuou 0,19%, a US$105,25 a tonelada.
Ibovespa Futuro (INDFUT) segue oscilando forte e agora cai 0,09%, cotado aos 146.875 pontos
Dólar comercial opera com baixa de 0,44%, a R$ 5,278 na venda
Ibovespa Futuro (INDFUT) segue oscilando e agora volta a subir, com mais 0,03%, cotado aos 147.040 pontos
Lula diz que vetará anistia a Bolsonaro e critica “PEC da blindagem” da Câmara
Presidente afirma que não intervirá no debate do Congresso, mas garante veto caso projeto avance.
Diplomacia dos EUA intensifica ataques a Moraes e sinaliza novas sanções ao Brasil
Vice-secretário Christopher Landau chamou ministro do STF de “descontrolado”; Marco Rubio prometeu medidas adicionais após condenação de Bolsonaro.
EUA: pedidos iniciais de seguro-desemprego esta semana ficaram em 231 mil, abaixo dos 241 mil esperados
A leitura da semana anterior apontou 264 mil (revisada de 263 mil). A média das últimas quatro semanas ficou em 240,00 mil, abaixo da média das quatro encerradas na semana passada, que ficou em 240,75 mil (revisada de 240,50 mil). Os pedidos contínuos estão em 1,920 milhão, abaixo do 1,927 milhão da semana anterior (revisados de 1,939 milhão).
Intel dispara 30% após Nvidia anunciar aporte de US$ 5 bi para codesenvolver chips
Acordo prevê desenvolvimento conjunto de chips para PCs e data centers, mas não inclui fabricação de chips da Nvidia nas fábricas da Intel.
Ibovespa Futuro (INDFUT) volta a cair, com menos 0,04%, cotado aos 146.940 pontos
Ceron: precisamos pavimentar o caminho de aumento da poupança de longo prazo do país, o que envolve o fiscal e a poupança das famílias
Ceron: estamos em um bom momento econômico, com bons indicadores, temos condições de acelerar o processo de consolidação do fiscal
Ceron: já se começa a vislumbrar um cenário para 2026 de descida de taxa de juros
Ceron: já passamos do período de pico inflacionário
Ceron: Brasil está se aproximando de um equilíbrio no déficit primário
Ceron: problema fiscal foi piorando na última década
Ceron: precisamos de fato avançar no (problema) fiscal, que se arrasta há mais de uma década
Ceron/Tesouro Nacional: do ponto de vista do setor externo, Brasil está bem; do ponto de vista da dinâmica econômica também
Rogério Ceron é secretário do Tesouro Nacional.
DXY: índice dólar avança 0,16%, aos 97,03 pontos
DIs: juros futuros abrem dia de forma mista
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,890 | 0,000 |
| DI1F27 | 13,980 | 0,040 |
| DI1F28 | 13,190 | 0,010 |
| DI1F29 | 13,040 | -0,010 |
| DI1F31 | 13,210 | -0,020 |
| DI1F32 | 13,310 | -0,015 |
| DI1F33 | 13,330 | -0,025 |
| DI1F35 | 13,335 | -0,030 |
Mini-índice com vencimento em outubro (WINV25) vira para o positivo, com mais 0,17%, aos 147.240 pontos
Ibovespa Futuro (INDFUT) já vira alta, com mais 0,17%, cotado aos 147.270 pontos
Brava (BRAV3) aprova programa de ADR
A Brava (BRAV3) aprovou a implementação de um programa de American Depositary Receipts Nível 1 (ADR), suportado pelo JPMorgan, que atuará como instituição custodiante. O programa de ADR, quando declarado efetivo SEC, será patrocinado e lastreado em ações ordinárias de emissão da Brava, com negociação em mercado de balcão (OTC). “Essa iniciativa tem como objetivo fomentar a liquidez do papel, aumentar a exposição da companhia a outros mercados e estabelecer, através do mercado de capitais americano, um canal direto para investidores globais”, diz a empresa em fato relevante.
Dólar comercial abre em baixa de 0,28%, cotado a R$ 5,285 na compra e a R$ 5,286 na venda
Bitcoin Futuro (BITFUT) inicia sessão com avanço de 0,70%, aos 621.780,00
Minidólar com vencimento em outubro (WDOV25) começa o dia com baixa de 0,51%, cotado a 5.299,50
Mini-índice com vencimento em outubro (WINV25) abre com baixa de 0,07%, aos 146.875 pontos
Dólar futuro abre em baixa de 0,47%, cotado aos 5.301,00 pontos
Ibovespa futuro abre em baixa de 0,03%, cotado aos 146.975 pontos
Preços da gasolina no Brasil continuam acima da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 108 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 136 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.
- Diesel A S10 (média nacional): -6%, ou -R$ 0,21 (ontem: -9% ou -R$ 0,28)
- Gasolina A (média nacional): +4%, ou +R$ 0,12 (ontem: +4% ou +R$ 0,10)
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto
Natura (NATU3) informa acordo vinculante para venda da Avon, sem incluir América Latina
A Natura (NATU3) informa em fato relevante que, em 17 de setembro de 2025, celebrou um acordo vinculante para vender sua subsidiária integral Natura &Co UK Holdings Limited, a holding dos negócios da Avon International, para um veículo de aquisição afiliado à Regent a compradora. A Venda da Avon International não inclui o mercado russo da Avon, nem a marca e as operações da Avon para a região da América Latina. A Natura receberá o valor nominal de £ 1,00 no fechamento da operação, bem como earn-outs e pagamentos contingentes em determinadas condições específicas após o fechamento. A Natura também acordou em fornecer uma linha de crédito garantida à Avon International de até US$ 25 milhões, com vencimento em cinco anos após a primeira utilização. A linha de crédito pode ser sacada em até um ano após o fechamento da transação, sujeita ao cumprimento de determinadas condições. A marca Avon para a região da América Latina, incluindo direitos econômicos relacionados e infraestrutura de propriedade intelectual, não faz parte do perímetro da venda da Avon International e permanecerá com a Natura.
Minério de ferro cai com demanda fraca da China, mas reabastecimento pré-feriado limita perdas
Os preços futuros do minério de ferro caíram nesta quinta-feira, pressionados pela demanda fraca dos setores de manufatura e infraestrutura da China, embora o movimento de reposição de estoques antes de um feriado nacional chinês tenha limitado as perdas. O contrato mais negociado de janeiro do minério de ferro na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China caiu 0,12%, a 800 iuanes (US$ 112,55) a tonelada. O minério de ferro de referência de setembro na Bolsa de Cingapura recuou 0,19%, a US$ 105,25 a tonelada. Do lado da demanda, os investimentos em manufatura e infraestrutura continuaram a mostrar crescimento anual negativo em agosto, enquanto a demanda de aço para uso final teve forte queda no terceiro trimestre, em comparação com o aumento anual de 7% no consumo de aço manufaturado no primeiro semestre do ano, disse a corretora chinesa Galaxy Futures. Ainda assim, a próxima reposição de estoques antes do feriado do Dia Nacional Chinês pode dar suporte ao setor de metais ferrosos, acrescentou a Galaxy. Enquanto isso, com a suspensão das restrições de produção, a produção de metais quentes, um indicador da demanda de minério de ferro, aumentou mês a mês para 2,4055 milhões de toneladas, disse a corretora Everbright Futures. No lado da oferta, a produção de minério de ferro bruto da China em agosto aumentou 8,8% em relação ao ano anterior, para 81,63 milhões de toneladas, enquanto os embarques do Brasil também cresceram no terceiro trimestre. Os estoques de minério de ferro importado nas usinas siderúrgicas domésticas de alto-forno aumentaram pela terceira semana consecutiva, 10,3% a mais do que na semana anterior, de acordo com dados da consultoria chinesa Mysteel. (Reuters)
Minidólar (WDOV25) opera sob efeito do Copom e corte de juros do Federal Reserve
Foco se volta ao Copom, que manteve a Selic em 15% ao ano e reforçou o discurso de cautela. O comunicado destacou que, diante de expectativas de inflação desancoradas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho, será necessário manter a política monetária em patamar contracionista por um período prolongado.
Mini-índice (WINV25) hoje: Copom mantém cautela e Fed reforça cortes de juros
Para os traders de mini-índice, bancos puxaram os ganhos, enquanto Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) também contribuíram. O Copom manteve a Selic em 15%, o que tende a influenciar os próximos pregões.
Mercado: cenário pré-abertura
Os mercados externos operam majoritariamente em alta nesta quinta-feira, após o Federal Reserve reduzir ontem a taxa de juros dos EUA em 0,25 ponto percentual e apontar para mais dois cortes neste ano, enquanto na cena local os agentes digeriam a decisão também da véspera do Banco Central de manter a taxa Selic em 15% ao ano. As ações europeias registravam altas e os índices futuros de Wall Street também operavam no azul, como fecharam os principais índices da Ásia. O presidente do Fed, Jerome Powell, também moderou as expectativas, dizendo que o banco central dos EUA não precisa agir rapidamente a partir daqui e segue dependente de dados, embora analistas avaliem que isso pode mudar facilmente. No Brasil, o mercado vive o dia seguinte da decisão do Copom, que reforçou a mensagem de permanência da Selic neste patamar por um tempo prolongado. O presidente do BC, Gabriel Galípolo, fará nesta quinta fala de boas-vindas no 2º Seminário Nacional sobre Crédito Consignado, promovido pela Revista Justiça e Cidadania, na sede do Banco Central, em Brasília. (Reuters)
Oncoclinicas (ONCO3): banco reduz preço-alvo de R$ 3,60 para R$ 2,30
Esta semana, a Oncoclinicas (ONCO3) anunciou um aumento de capital de R$ 2 bilhões, com mínimo de R$ 1 bilhão, por meio da emissão de 667 milhões de ações (implicando diluição de 50%) a R$ 3,00 por ação, sem desconto em relação ao preço atual. O aumento será submetido à aprovação dos acionistas em 8 de outubro. O Bradesco BBI atualizou o modelo, assumindo o aumento de capital de R$ 2 bilhões por meio da conversão de dívida e incorporando os resultados do 2T25. O banco reduziu o Ebitda de 2026 em 20%, para R$ 900 milhões (margem de 15%), e o LPA em 30%, para R$ 0,1. O BBI mantém a classificação de underperform, com um novo preço-alvo para o final de 2026 de R$ 2,30, de R$ 3,60 para o final de 2025, com base na avaliação.
Controlada da Motiva anuncia ter direito a R$ 531 mi por desequilíbrio em concessão
Perda de receita foi causada pelo atraso na conclusão da Fase II da concessão.
Day Trade hoje: confira os pontos técnicos do Ibovespa e dos minicontratos
A tendência segue altista, sustentada pelo fluxo comprador consistente. Ainda assim, o movimento esticado e o afastamento das médias móveis sugerem atenção a possíveis correções. Para que o cenário vire para baixa, seria necessário romper os suportes em 142.240/141.329 pontos, o que poderia levar o índice até 139.580/136.000 pontos.
B3 (B3SA3) tem baixa 14,8% no volume negociado em agosto
O volume financeiro médio negociado na B3 (B3SA3) no segmento de ações caiu 14,8% em agosto de 2025 na comparação com o registrado em igual período de 2024, ficando em R$ 24,013 bilhões. Em relação a julho, houve alta de 13,3%.
Totvs (TOTS3) aprova distribuição de proventos no valor de R$ 88 milhões
Terão direito aos proventos todos os acionistas titulares de ações na data base de 23 de setembro de 2025.
Futuros dos principais índices nos EUA têm amplas altas após decisão do Fed
Os futuros de ações dos EUA finalmente resolveram subir, após a recepção meio fria dos índices ontem, após a decisão do Federal Reserve de cortar as taxas de juros em 0,25 ponto percentual. “O corte de 25 pontos-base do Fed é um sinal claro: a desaceleração do mercado de trabalho e a inflação persistente levaram as autoridades a agir – mas gradualmente. Isso não é uma mudança radical, é um passo medido”, disse Gina Bolvin, presidente do Bolvin Wealth Management Group, em um comunicado reproduzido pela CNBC. “Para os investidores, isso significa um alívio modesto nas taxas, não um espetáculo. O Fed está caminhando em uma corda bamba, e os próximos dados de inflação e emprego determinarão o que virá a seguir”.
- Dow Jones Futuro: +0,61%
- S&P 500 Futuro: +0,75%
- Nasdaq Futuro: +0,95%
JBS está preparada para provável virada do ciclo pecuário no Brasil, diz diretor
Mas há sinais de uma menor oferta no próximo ano no Brasil.
Quaest: Lula mantém liderança e supera todos os adversários em cenários para 2026
Petista supera todos os nomes testados nas simulações de primeiro e segundo turnos, com a menor diferença passando a ser para Ciro Gomes, que passou a ser incluído na sondagem; veja todos os números.
Europa: ações operam em alta, após corte de juros nos EUA e projeções de novas reduções
As ações europeias apresentam altas lideradas pelos papéis do setor de tecnologia, depois que o Federal Reserve reduziu os custos de empréstimos nos EUA pela primeira vez desde dezembro. O índice das ações de tecnologia sobe mais de 2%, com o setor mostrando sinais de recuperação depois de cair cerca de 7% entre julho e agosto. As ações relacionadas à tecnologia em partes da Ásia também avançaram após a decisão do Fed. No entanto, o Fed também indicou que adotará uma abordagem comedida para reduzir os custos dos empréstimos até o final deste ano, diminuindo as expectativas de uma flexibilização mais agressiva. “Embora não tenha sido tão dovish quanto o esperado, no final das contas, espera-se que haja mais cortes nos juros e isso será bom para o mercado de ações em geral”, disse Daniela Hathorn, analista sênior de mercado da Capital.com. O banco central da Noruega seguiu o Fed com um corte de 25 pontos-base na taxa de juros, enquanto o Banco da Inglaterra manteve as taxas estáveis em 4,00% ao ano. (Reuters)
- STOXX 600: +0,72%
- DAX (Alemanha): +1,20%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,15%
- CAC 40 (França): +1,12%
- IBEX 35 (Espanha): +0,05%
- FTSE MIB (Itália): +0,81%
Copom não dá espaço para apostas de corte de juros no curto prazo, dizem economistas
Especialistas dizem que Comitê acertou ao não suavizar seu comunicado sobre política monetária, mesmo com os sinais de desaceleração na inflação de curto prazo.
Bolsas da Ásia fecham mistos esta quinta-feira
As ações dos mercados asiáticos reverteram os ganhos intradiários que impulsionaram o índice de referência chinês para uma alta de 10 anos, depois que os investidores realizaram lucros com a forte alta e apostas de otimismo relacionadas ao corte nas taxas de juros dos EUA. Após o corte de 25 pontos-base pelo Federal Reserve, o banco central da China deixou a taxa básica inalterada nesta quinta-feira, já que as autoridades parecem não ter pressa em flexibilizar as condições monetárias. Os índices de referência da China podem sofrer pressão de curto prazo, já que o mercado estava operando com base nas expectativas de corte das taxas de juros dos EUA, que agora estão precificadas, disse a Nanhua Futures em uma nota. (Reuters)
- Shanghai SE (China): -1,15%
- Nikkei (Japão): +1,20%
- Taiwan: não operou
- KOSPI (Coréia do Sul): +1,40%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -1,35%
- Nifty 50 (Índia): +0,37%
- ASX 200 (Austrália): -0,83%
Inglaterra: banco central mantém taxas de juros inalteradas em 4,00% ao ano, como esperado
Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista
Investidores em Wall Street viram com ressalvas a decisão do Fed, que cortou juros pela primeira vez em 9 meses, mais pelo o que vem pela frente. Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, comentou em sua coletiva de imprensa algo que possivelmente decepcionou os investidores, caracterizando o movimento de hoje como um “corte de gestão de risco”. Os comentários de Powell sugerem que essa medida foi mais como um corte de seguro caso a economia desacelerasse drasticamente. “Não há caminhos sem risco agora. Não é muito óbvio o que fazer”, disse Powell. “No geral, as autoridades do Fed não apertaram o botão do pânico, pois optaram por cortar as taxas na menor magnitude possível na reunião de setembro”, disse à CNBC Christopher S. Rupkey, economista-chefe da FWDBONDS. “O ritmo de um corte de juros por reunião mostra que eles não consideram mais a inflação baseada em tarifas uma ameaça séria e que a desaceleração do crescimento econômico, com as empresas contratando menos funcionários, é cada vez mais um risco maior. A estagflação está fora de questão e as preocupações com o mercado de trabalho foram colocadas em primeiro plano”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,57 | 46.018,32 |
| S&P 500 | -0,10 | 6.600,35 |
| Nasdaq | -0,33 | 22.261,32 |
DIs: juros futuros encerraram sessão de ontem com quedas por toda a curva; exceção foi o vértice mais curto
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,890 | 0,005 |
| DI1F27 | 13,940 | -0,010 |
| DI1F28 | 13,180 | -0,015 |
| DI1F29 | 13,050 | -0,020 |
| DI1F31 | 13,230 | -0,030 |
| DI1F32 | 13,325 | -0,035 |
| DI1F33 | 13,355 | -0,040 |
| DI1F35 | 13,365 | -0,040 |
Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,06%
O dólar encerrou uma série de cinco baixas seguidas frente ao real e subiu quase estável. O movimento vai na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,32%, aos 96,94 pontos.
- Venda: R$ 5,301
- Compra: R$ 5,301
- Mínima: R$ 5,276
- Máxima: R$ 5,313
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MRFG3 | -2,18 | 26,92 |
| PCAR3 | -2,17 | 4,06 |
| BRKM5 | -1,33 | 8,91 |
| BEEF3 | -1,22 | 6,47 |
| VBBR3 | -0,90 | 24,29 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RADL3 | 6,06 | 18,55 |
| MGLU3 | 5,31 | 11,31 |
| ASAI3 | 4,55 | 10,57 |
| CSAN3 | 3,49 | 8,00 |
| BBDC4 | 3,47 | 17,58 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| MGLU3 | 48.514 | 5,31 |
| BBAS3 | 43.693 | -0,32 |
| LREN3 | 39.262 | 0,71 |
| ITUB4 | 37.777 | 1,42 |
| BBDC4 | 33.292 | 3,47 |
Ibovespa fechou ontem com alta de 1,06%, aos 145.593,63 pontos, maior patamar de fechamento da história
- Máxima: 146.330,90 (máxima histórica)
- Mínima: 143.910,14
- Diferença para a abertura: +1.531,89 pontos
- Volume: R$ 26,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (15): +0,90%
- Terça-feira (16): +0,36%
- Quarta-feira (17): +1,06%
- Semana: +2,34%
- Setembro: +2,95%
- 3T25: +4,85%
- 2025: +21,04%
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