Ibovespa hoje
- Ibovespa cai aos 162,6 mil pontos, dólar comercial oscila a R$ 5,37 e juros futuros operam mistos.
- Setor de serviços do Brasil recua 0,1% em novembro e frustra expectativas do mercado.
- Preços ao consumidor dos EUA devem ter voltado a subir após distorção por paralisação.
- Banqueiros centrais globais se unem em defesa ao presidente do FED, Jerome Powell.
Confira as últimas dos mercados
Ações de Petrobras renovam máximas: PETR3 sobe 1,44%, a R$ 32,41, e PETR4 avança 1,28%, a R$ 30,75
Ibovespa reduz queda para 0,16%, aos 162.893,68 pontos
Setor de Serviços em novembro: resultado reforça visão de desaceleração da atividade, diz banco
A receita do setor de serviços em novembro ficou em linha com as expectativas do Itaú BBA. “Dentro da segmentação, as surpresas foram em direções opostas: os ‘Serviços Profissionais, Administrativos e Complementares’ apresentaram resultados melhores do que o esperado, enquanto os ‘Serviços Prestados a Domicílios’ tiveram um desempenho inferior. O relatório divulgado hoje indica que o setor de serviços permaneceu amplamente estável no segundo mês do 4º trimestre, reforçando nossa visão de uma desaceleração na atividade econômica”, diz.
Ações de Vale (VALE3) ampliam ganhos, com +0,35%, a R$ 75,00
Ações de Petrobras ampliam ganhos; PETR3 sobe 1,10% e PETR4 avança 1,02%
CPI de dezembro nos EUA: leitura mais benigna impulsiona um sentimento melhor nos mercados
Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, reforça que o CPI dos EUA veio em linha com as projeções, com alta de 0,3% no mês e 2,7% em 12 meses, enquanto o núcleo mostrou leitura mais benigna, avançando 0,2% na margem e 2,6% na comparação anual, abaixo do esperado. “A divulgação sustentou a recuperação dos índices futuros de Nova York, refletindo melhora do apetite a risco. Em paralelo, os juros dos Treasuries recuaram ao longo da curva, com queda nos rendimentos dos papéis de 2, 10 e 30 anos, em reação à confirmação de um quadro inflacionário mais controlado. No câmbio, a leitura do CPI contribuiu para melhorar o sentimento de mercado, e o dólar passou a ser negociado próximo às mínimas do dia, acompanhando o movimento de alívio nas taxas de juros americanas”.
Fluxo de veículos em rodovias da Motiva cresce em dezembro
A Motiva divulgou na noite de segunda-feira que o fluxo de veículos em rodovias administradas pela companhia em dezembro cresceu 5,4% em dezembro ante o mesmo mês de 2024, sem considerar concessões recentes obtidas pela empresa. Incluindo os números das novas concessões ViaOeste, Sorocabana e PRVias, o fluxo em dezembro cresceu 3,4%, segundo os dados da empresa. A companhia afirmou que o crescimento do fluxo na concessão RioSP, que reúne as rodovias Dutra e Rio-Santos, foi de 15,3% em dezembro na comparação anual. Mas se for desconsiderado nessa concessão o início da operação dos chamados pedágios “free flow” na região metropolitana de São Paulo a partir de 6 de dezembro, a expansão registrada na RioSP teria sido de 9,5%. A maior concessão de rodovia da empresa, a AutoBan, que reúne as estradas Anhanguera e Bandeirantes, teve expansão de 4,5% no tráfego em dezembro sobre um ano antes.
Futuros dos principais índices em Nova York diminuem perdas, mas seguem sem forças, após CPI de dezembro; veja o cenário
- Dow Jones Futuro: -0,18% (antes CPI: -0,21%)
- S&P 500 Futuro: -0,03% (antes CPI: -0,14%)
- Nasdaq Futuro: -0,01% (antes CPI: -0,24%)
Treasuries nos EUA passam a recuar após CPI mais leve; veja os principais vencimentos observados
- Título de 2 anos: -0,010 pp, a 3,537% (antes CPI: +0,002 pp, a 3,549%)
- Título de 10 anos: -0,006 pp, a 4,181% (antes CPI: +0,006 pp, a 4,193%)
Goldman Sachs projeta 2026 sólido para bancos brasileiros e destaca ações preferidas
A expectativa é de uma expansão moderada a sólida da carteira de crédito, apoiada por um mercado de trabalho resiliente, estímulos fiscais e novas modalidades de crédito.
VIX: índice de volatilidade nos EUA vira para queda, com menos 0,53%, aos 15,04 pontos, após CPI de dezembro; antes, subia 0,93%, aos 15,26 pontos
Mercosul-UE: cota e barreira não tarifária limitam ganhos para agronegócio
Analistas avaliam que condições devem favorecer apenas grandes empresas exportadoras, em detrimento de produtores de menor escala.
Setor de Serviços em novembro: apesar da queda no mês, atividade continuará impulsionando a economia doméstica, diz XP
A receita real do setor de serviços apresentou uma leve queda de 0,1% em novembro em comparação com outubro, ligeiramente abaixo das expectativas de mais 0,1%. Esse resultado interrompeu uma longa sequência de nove ganhos consecutivos. O indicador subiu 1,2% em relação ao trimestre anterior no trimestre encerrado em novembro (2,9% em relação ao ano anterior), enquanto o efeito residual estatístico para o quarto trimestre foi de 0,9% em relação ao trimestre anterior. A XP entende que o setor terciário manterá a tendência de alta, apesar dos sinais mistos entre seus componentes e continuará impulsionando a economia doméstica. O aumento da renda real do trabalho e as medidas de estímulo econômico provavelmente manterão o setor em ascensão. A XP prevê que a receita total do setor de serviços aumentará 2,5% em 2026, após um avanço de 2,7% em 2025.
Dólar comercial oscila e agora sobe 0,01%, a R$ 5,372
Setor de Serviços em novembro: dado corrobora a avaliação de desaceleração gradual da atividade, resume economista
Natalie Victal, economista-chefe da SulAmérica Investimentos, diz que a Pesquisa Mensal de Serviços já apresenta alguns sinais de enfraquecimento em um segmento que tem sido um dos principais motores da economia.
“Para o Banco Central, o dado corrobora a avaliação de desaceleração gradual da atividade, conforme vem sendo comunicada. No entanto, isoladamente, não parece suficiente para neutralizar a mensagem de um mercado de trabalho ainda mais forte. Em relação à nossa projeção para o PIB, não há grandes novidades”, diz. “Para a política monetária, o número reforça o ‘plano de voo’ atual – com o cenário do Focus indicando início dos cortes apenas em março. De todo modo, a confirmação de uma desaceleração da atividade contribui para reduzir a cauda mais hawkish, que apontava para uma possível postergação dos cortes para além desse período”.
Fórum Econômico de Davos vai lidar com ordem global abalada por Trump
As elites empresariais e políticas vão participar na próxima semana da reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, em um momento em que sua visão de uma ordem econômica global baseada em regras está sendo levada ao limite. A esperada presença do presidente dos EUA, Donald Trump, no resort de montanha suíço destaca a discrepância entre a agenda e a abordagem consensual do Fórum Econômico Mundial, que enfrenta críticas constantes por ser um mero evento de debates para os ricos. A política de Trump baseada no conceito de “America First” (América Primeiro) levou ao uso de tarifas comerciais como punição aos países, à intervenção militar na Venezuela, à ameaça de anexação da Groenlândia pela força e ao afastamento dos EUA da cooperação internacional em questões climáticas e de saúde, entre outros desafios globais. O governo Trump também ameaçou o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, com uma acusação criminal, o que levou muitos dos principais banqueiros centrais a emitirem uma declaração em defesa do colega norte-americano e da independência do banco central. (Reuters)
VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira abre com alta de 0,53%, aos 15,09 pontos
Produção de açúcar do centro-sul cai 28,7% na 1ª quinzena de dezembro, aponta Unica
A produção de açúcar da região centro-sul do Brasil somou 254.240 toneladas na 1ª quinzena de dezembro, uma queda de 28,7% na comparação com o volume de igual período na safra 2024/25, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica). Mesmo assim, no acumulado desde o início da safra, a fabricação do adoçante registra pequeno avanço de 0,86% no comparativo com a temporada passada, totalizando 40,16 milhões de toneladas. Já em relação ao etanol, a produção pelas unidades do centro-sul atingiu 740,61 milhões de litros na primeira metade de dezembro, retração de 2,98%. No acumulado da safra, a fabricação soma 30,27 bilhões de litros, recuo de 5,37%. O processamento de cana pelas unidades produtoras alcançou 5,92 milhões de toneladas no início de dezembro, 32,8% abaixo do registrado em igual etapa da safra 2024/25, acumulando 598,19 milhões de toneladas desde o início do ciclo (-2,36%).
EUA: rendimento real em dezembro, na comparação com novembro, recua 0,3%, depois de cair 0,1% no mês anterior
Dólar comercial vira para queda de 0,04%, a R$ 5,369
Ibovespa reduz perdas, com -0,39%, aos 162.517,47 pontos
EUA: núcleo do CPI em dezembro sobe 2,6% na comparação com dezembro de 2024, abaixo da expectativa de mais 2,7%
Em novembro, na relação com novembro de 2024, a alta do núcleo também foi de 2,6%.
EUA: núcleo do CPI em dezembro sobe 0,2% na comparação com novembro, abaixo da expectativa de mais 0,3%
Em novembro, na relação com outubro, a alta do núcleo ficou também em 0,2%.
EUA: índice de preços ao consumidor (CPI) em dezembro sobe 0,3% na comparação com novembro, como esperado
Em novembro, na relação com outubro, a alta igualmente foi de 0,3%.
EUA: índice de preços ao consumidor (CPI) em dezembro sobe 2,7% na comparação com dezembro de 2024, em linha com o esperado
Em novembro, na relação com novembro de 2024, a alta também foi de 2,7%.
Ibovespa renova mínima, com -0,79%, aos 161.910,79 pontos
Futuros dos principais índices em Nova York recuam antes do CPI de dezembro ser divulgado; veja o cenário
- Dow Jones Futuro: -0,21%
- S&P 500 Futuro: -0,14%
- Nasdaq Futuro: -0,24%
Treasuries nos EUA apresentam leves altas, antes do CPI; veja os principais vencimentos observados
- Título de 2 anos: +0,002 pp, a 3,549%
- Título de 10 anos: +0,006 pp, a 4,193%
Ibovespa recua 0,48%, aos 162.363,16 pontos
VIX: índice de volatilidade nos EUA sobe 0,93%, aos 15,26 pontos, antes do CPI de dezembro
O CPI é o índice de preços ao consumidor dos EUA e será divulgado em instantes, às 10h30, Horário de Brasília.
Ações de Vale (VALE3) viram para alta de 0,09%, a R$ 74,81
Ibovespa tem apenas 9 ativos em alta; maiores ganhos são de BRAV3 (+1,55%) e AUAU3 (+1,44%)
Gol (GOLL54) abre com alta de 0,41%, mas Azul (AZUL54) segue em leilão, sem abrir
Ibovespa recua com inflação dos EUA no radar
O Ibovespa opera com baixa nos primeiros negócios desta terça-feira (13), aos 162,2 mil pontos, acompanhando Nova York, com as atenções voltadas para divulgação de dados de inflação ao consumidor dos Estados Unidos e balanços de bancos, enquanto as questões geopolíticas continuam pairando sobre os mercados. Caem as ações de grandes bancos, de Vale (VALE3) e varejistas, enquanto as ações de Petrobras (PETR4) avançam. O dólar comercial sobe a R$ 5,38 e os juros futuros operam mistos. A promessa na segunda-feira do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 25% a qualquer país que faça negócios com o Irã e seus ataques à independência do Federal Reserve aumentaram a incerteza nos mercados, mantendo os investidores cautelosos. Os dados de inflação dos EUA serão divulgados às 10h30, com expectativa de alta de 0,3% em dezembro em meio a preços mais altos de alimentos e energia, principalmente eletricidade por causa dos data centers, apontou uma pesquisa da Reuters com economistas. Nos 12 meses até dezembro, a previsão é de que o índice tenha subido 2,7%, igualando a leitura de novembro. Já a temporada de balanços começa esta semana com os resultados de bancos, incluindo JPMorgan Chase, Bank of New York Mellon, Citigroup e Bank of America. Na agenda nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participam do lançamento da plataforma digital da Reforma Tributária, às 15h. Em seguida, ambos têm reunião, segundo a agenda de Lula. Em Wall Street, o Dow Jones Futuro cai 0,02%, Nasdaq Futuro recua 0,25% e o S&P 500 Futuro tem baixa de 0,15%. (Felipe Alves)
Locadoras abrem em baixa: MOVI3, -1,84%; RENT3, -1,52%; VAMO3 sobe 0,28%
Ibovespa renova mínima do dia, com queda de 0,57%, aos 162.212,62 pontos
Varejistas nesta abertura: AMER3, -1,00%; AZZA3, -0,72%; AUAU3, +0,29%; BHIA3, -0,68%; CEAB3, -1,24%; LREN3, -1,57%; MGLU3, -2,45%; VIVA3, -2,07%
Embraer (EMBJ3) começa dia com baixa de 1,05%, a R$ 96,90
Siderúrgicas iniciam dia com baixas: CSAN3, -0,91%; GGBR4, -0,05%; GOAU4, -0,86%; USIM5, -0,90%
Hapvida (HAPV3) começa dia com menos 1,90%, a R$ 14,97, e volta a leilão
Supermercadistas começam dia no vermelho: ASAI3, -0,95%; GMAT3, -0,67%; PCAR3, -1,32%
Frigoríficos abrem em queda: BEEF3 desce 0,56% e MBRF3 cai 0,30%
Petro juniores começam sessão de forma mista: PRIO3, +0,74%; RECV3, -0,10%; BRAV3, +0,34%
Ibovespa sai dos leilões com baixa de 0,52%, aos 162.300,19 pontos
Petrobras começa sessão com altas de 0,25% (PETR3) e 0,30% (PETR4)
Vale (VALE3) inicia dia com menos 0,19%, a R$ 74,60
Grandes bancos começam dia no vermelho: BBAS3, -0,55%; BBDC4, -0,60%; ITUB4, -0,25%; SANB11, -0,74%
B3 (B3SA3) inicia pregão com baixa de 0,62%, a R$ 14,40
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,3801 e venda a R$ 5,3807
Axia Energia abre dia com baixas de 0,65% (AXIA3) e 1,11% (AXIA6)
Ibovespa abre, preliminarmente, com baixa de 0,02%, aos 163.122,97 pontos
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com baixa de 0,04%, aos 2.352,92 pontos
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para janeiro está em 95%
| 28/01 | 18/03 | |
| 3,75%-3,50% | 95% | 74,6% |
| 3,50%-3,25% | 5% | 24,3% |
| 3,25%-3,00% | – | 1,1% |
Dinamarca e Groenlândia se reunirão com Vance e Rubio na quarta-feira, em meio à ameaça de Trump
Os ministros das Relações Exteriores da Dinamarca e da Groenlândia se reunirão com o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, na quarta-feira, disse o ministro das Relações Exteriores dinamarquês, em meio à pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, para assumir o controle da ilha ártica. O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, e sua colega da Groenlândia, Vivian Motzfeldt, solicitaram uma reunião com Rubio depois que Trump recentemente intensificou as ameaças de assumir o controle da Groenlândia, um território autônomo do Reino da Dinamarca. “O vice-presidente dos EUA, JD Vance, também queria participar da reunião, e ele será o anfitrião da reunião, que, portanto, será realizada na Casa Branca”, disse Rasmussen a repórteres em Copenhague nesta terça-feira. “Nosso motivo para buscar a reunião que nos foi concedida agora foi levar toda essa discussão… para uma sala de reuniões onde possamos nos olhar nos olhos e falar sobre essas coisas”, acrescentou. (Reuters)
Liderança do Irã está em seus “últimos dias e semanas”, diz chanceler da Alemanha
O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, disse nesta terça-feira que supõe que a liderança do Irã está em seus “últimos dias e semanas”, pois enfrenta protestos generalizados. As manifestações no Irã evoluíram de reclamações sobre terríveis dificuldades econômicas para pedidos de queda do establishment clerical da República Islâmica. “Presumo que agora estejamos testemunhando os últimos dias e semanas desse regime”, disse Merz durante uma viagem à Índia, questionando a legitimidade da liderança iraniana. “Quando um regime só consegue manter o poder por meio da violência, então ele está efetivamente no fim. A população agora está se levantando contra esse regime.” (Reuters)
Ibovespa futuro amplia perdas, com -0,53%, aos 164.475 pontos
ADRs PBRA e PBR da Petrobras sobem, respectivamente, 0,53%, a US$ 11,35, e 0,42%, a US$ 11,92 no pré-mercado
JPMorgan tem queda no lucro no 4º tri com impacto relacionado a cartão da Apple
O JPMorgan Chase reportou nesta terça-feira queda no lucro no quarto trimestre devido a um efeito extraordinário relacionado ao seu acordo com o Goldman Sachs para assumir uma parceria de cartão de crédito com a Apple. O lucro somou US$13 bilhões, ou US$4,63 por ação, nos três meses encerrados em 31 de dezembro de 2025, ante US$14 bilhões, ou US$4,81 por ação, no mesmo período do ano anterior. Excluindo esse efeito extraordinário, o lucro trimestral do JPMorgan aumentou para US$14,7 bilhões, ou US$5,23 por ação, impulsionado por “trading”. “A economia dos EUA manteve-se resiliente”, disse o presidente-executivo do banco, Jamie Dimon, em comunicado. “Embora o mercado de trabalho tenha apresentado sinais de desaceleração, as condições não parecem estar piorando. Enquanto isso, os consumidores continuam gastando e, de modo geral, as empresas permanecem saudáveis.” (Reuters)
Ibovespa futuro amplia perdas, com -0,46%, aos 164.600 pontos
Galípolo se junta a outros presidentes de bancos centrais em defesa de Powell
Comunicado conjunto ressalta a crescente preocupação de que a autonomia monetária do banco central dos EUA esteja sendo ativamente ameaçada.
Ibovespa futuro amplia perdas, com -0,30%, aos 164.850 pontos
ADRs da Vale sobem 0,43%, a US$ 13,96, no pré-mercado
Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) já vira para baixa, com menos 0,26%, aos 164.935 pontos
Helbor (HBOR3): sólido crescimento de vendas no 4T25, mas abaixo da expectativa
A Helbor (HBOR3) apresentou um sólido crescimento e velocidade de vendas no 4T25, embora não tenha atingido as estimativas de lançamento do Itaú BBA, devido ao adiamento de um projeto no período. As vendas brutas foram de R$ 662 milhões, +16% ano a ano, os cancelamentos foram de R$ 84 milhões, queda de 29% anualmente, resultando em vendas líquidas de R$ 578 milhões no período, ou mais 8% ano a ano, 20% abaixo da estimativa. As vendas líquidas totalizaram R$ 1,75 bilhão no ano fiscal de 2025, estáveis em relação ao ano anterior. “Além disso, a empresa vendeu três terrenos, o que pode impactar positivamente o fluxo de caixa livre”, diz o banco. “Atualmente, a empresa está sendo negociada com um desconto de 0,25x o valor patrimonial por ação. No entanto, dado o cenário macroeconômico desafiador, mantemos nossa recomendação market perform e preferimos outras empresas do segmento”. O preço-alvo sugerido é de R$ 4,20.
Primeira-ministra do Japão trata de plano de dissolução da câmara baixa do Parlamento com membro partidário, diz Kyodo
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, transmitiu a um executivo de seu partido governista sua intenção de dissolver a câmara baixa do Parlamento no início de sua sessão regular, informou a agência de notícias Kyodo nesta terça-feira, preparando o terreno para uma eleição antecipada. O jornal Yomiuri Shimbun noticiou na sexta-feira que Takaichi estava considerando a possibilidade de dissolver a câmara baixa no início da sessão ordinária programada para 23 de janeiro para uma eleição antecipada em 8 ou 15 de fevereiro. (Reuters)
Lula supera Tarcísio, Michelle e Flávio no 1º turno, aponta pesquisa Meio/Ideia
Presidente aparece à frente de todos os adversários no primeiro e no segundo turno.
Ibovespa futuro recua 0,14%, aos 165.125 pontos
DXY: índice dólar apresenta alta de 0,09%, aos 98,95 pontos
Dólar comercial abre em alta de 0,01%, cotado a R$ 5,372 na compra e a R$ 5,373 na venda
DIs: juros futuros abrem dia de forma mista
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,730 | 0,000 |
| DI1F28 | 13,010 | 0,005 |
| DI1F29 | 12,995 | 0,000 |
| DI1F31 | 13,275 | -0,010 |
| DI1F32 | 13,385 | -0,010 |
| DI1F33 | 13,445 | -0,005 |
| DI1F35 | 13,475 | -0,010 |
Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) abre dia com alta de 0,08%, aos 165.485 pontos
Bitcoin Futuro (BITFUT) abre com alta de 0,66%, aos 497,720,00
Setor de serviços recua 0,1% em novembro
O volume do setor de serviços do Brasil caiu 0,1% em relação a outubro e teve alta de 2,5% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira.
Minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG26) começa o dia com baixa de 0,05%, cotado a 5.399,50
Dólar futuro abre em queda de 0,09%, cotado aos 5.398,50 pontos
Ibovespa futuro abre em alta de 0,15%, cotado aos 165.600 pontos
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho
Preços dos combustíveis no Brasil seguem acima da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 85 dias diminuição dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 253 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.
- Diesel A S10 (média nacional): +1%, ou +R$ 0,04 (ontem: +2% ou +R$ 0,07)
- Gasolina A (média nacional): +10%, ou +R$ 0,26 (ontem: +10% ou +R$ 0,27)
Vale (VALE3): Capital World Investors eleva participação acionária na mineradora
Entidade passou a deter 227.690.911 ações ordinárias da companhia.
Braskem diz que proposta para reestruturação da Braskem Idesa não avançaram
Não houve concordância entre a proposta apresentada pela companhia e a dos investidores.
Trump arrisca implodir trégua comercial com a China ao ameaçar tarifa ligada ao Irã
Nova rodada de tarifas pode desfazer trégua e afetar fluxo de petróleo iraniano.
Índice EWZ sobe 0,18% na pré-abertura dos EUA
Brasil aguarda decreto para avaliar impacto de tarifa de Trump a parceiros do Irã
Presidente americano detalhou critérios ou data de início da vigência da sobretaxa.
Preços ao consumidor dos EUA devem ter voltado a subir após distorções por paralisação do governo
A alta dos preços ao consumidor dos Estados Unidos provavelmente acelerou em dezembro uma vez que algumas das distorções relacionadas à paralisação do governo, que reduziram artificialmente a inflação em novembro, foram revertidas, o que consolidaria as expectativas de que o Federal Reserve deixará a taxa de juros inalterada neste mês. A paralisação de 43 dias impediu a coleta de preços para outubro, o que fez com que o Escritório de Estatísticas do Trabalho usasse um método de “carry-forward” para imputar dados, especialmente para aluguéis, para compilar o relatório do IPC de novembro. Embora os preços de novembro tenham sido coletados, isso só ocorreu na segunda metade do mês, quando os varejistas estavam oferecendo descontos para a temporada de festas . As distorções foram predominantes nas medidas de aluguel e nos preços de bens. O aumento esperado na inflação ao consumidor virá na esteira das notícias da semana passada de que a taxa de desemprego caiu em dezembro, mesmo com o crescimento tímido do emprego. “Esperamos que o relatório do índice de preços ao consumidor mostre uma recuperação significativa após os problemas de coleta, devido à paralisação do governo”, disse Oscar Munoz, estrategista-chefe de macroeconomia para os EUA da TD Securities. “No entanto, não veremos a reversão total nos preços ao consumidor, já que a recuperação dos aluguéis terá de esperar até o relatório de abril de 2026.” (Reuters)
CEO do UBS deixará cargo em abril de 2027, diz FT
As ações do credor subiram quase 30% no ano passado e mais do que dobraram de valor desde a véspera da compra do Credit Suisse, que entrou em colapso.
Agricultores franceses realizam novo protesto em Paris para tentar impedir acordo com Mercosul
Agricultores franceses entraram com seus tratores em Paris nesta terça-feira pela segunda vez em uma semana para protestar contra um acordo comercial entre a UE e o Mercosul que, segundo eles, ameaça a agricultura local ao criar concorrência desleal com importações sul-americanas mais baratas. Os agricultores da França, o maior produtor agrícola da União Europeia, e de outros países-membros protestam há meses contra o acordo UE-Mercosul e contra inúmeras queixas locais. A manifestação de terça-feira foi organizada pela FNSEA, um dos maiores sindicatos agrícolas da França. Outro sindicato de agricultores, o Coordination Rurale, já havia levado tratores até as proximidades da Torre Eiffel e do Arco do Triunfo na quinta-feira passada em uma manifestação surpresa. A polícia de Paris estimou a presença de cerca de 350 tratores na manifestação de terça-feira. Um comboio de tratores convergiu novamente para o Arco do Triunfo, enquanto outro comboio chegou ao prédio do Parlamento francês.
Comércio do Brasil com China supera US$ 170 bi, mais que o dobro do negociado com EUA
Valor exportado para o país asiático é o segundo maior em 29 anos, ficando atrás apenas do recorde de US$ 104 bilhões em 2023.
Pesquisa Meio/Ideia: Lula é desaprovado por 50% e aprovado por 47%, mostra pesquisa
Na avaliação por áreas, 48,7% considera atuação do governo ruim ou péssima na segurança pública.
Williams diz que política monetária do Fed está bem posicionada em meio a perspectiva favorável
O presidente do Federal Reserve Bank de Nova York, John Williams, disse na segunda-feira que espera uma economia saudável em 2026 e indicou que não vê motivos no curto prazo para cortar as taxa de juros. O Comitê Federal de Mercado Aberto, que define a taxa de juros, “aproximou a postura modestamente restritiva da política monetária da neutralidade”, disse Williams em um discurso proferido em uma reunião realizada pelo Council on Foreign Relations em Nova York. “A política monetária está agora bem posicionada para apoiar a estabilização do mercado de trabalho e o retorno da inflação à meta de longo prazo do Fomc de 2%”, disse ele. Williams disse que é fundamental para o Fed levar a inflação de volta à meta de 2% “sem criar riscos indevidos” para o mercado de trabalho. Ele acrescentou: “Nos últimos meses, os riscos negativos para o emprego aumentaram com o esfriamento do mercado de trabalho, enquanto os riscos de alta para a inflação diminuíram.” Os comentários de Williams na segunda-feira foram os primeiros do ano. A visão geral é de que o Fed entrou em um estágio de espera depois de cortar sua meta para a taxa de juros em 0,75 ponto percentual no ano passado, reduzindo-a à faixa entre 3,5% e 3,75%. (Reuters)
Ibovespa inicia 2026 em alta e se aproxima da máxima histórica: até onde pode ir?
Índice acumula cinco meses de alta e opera próximo ao recorde histórico.
Bancos centrais globais defendem Powell após ameaça de Trump
Os chefes de muitos dos principais bancos centrais do mundo emitiram nesta terça-feira uma declaração conjunta em apoio ao chair do Federal Reserve, Jerome Powell, depois que o governo dos Estados Unidos o ameaçou com uma acusação criminal. “Estamos em total solidariedade com o Sistema do Federal Reserve e seu chair Jerome H. Powell”, disseram os chefes do Banco Central Europeu, do Banco da Inglaterra e de outras nove instituições, incluindo do Brasil. “A independência dos bancos centrais é a pedra fundamental da estabilidade econômica, financeira e de preços no interesse dos cidadãos que atendemos”, acrescentaram. A investigação criminal do governo Trump é formalmente sobre a reforma da sede do Fed, mas Powell a chamou de “pretexto” para ganhar influência presidencial sobre a taxa de juros.
Barris de petróleo sobem 1% e minério de ferro recua
Os preços do petróleo sobem após Trump anunciar a imposição de uma tarifa de 25% sobre produtos de países que “fazem negócios” com o Irã, após uma onda de violência violenta no país do Oriente Médio. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, sustentadas pela demanda de reposição de estoques entre as siderúrgicas chinesas antes do feriado do Ano Novo Lunar em fevereiro.
- Petróleo WTI, +1,41%, a US$ 60,34 o barril
- Petróleo Brent, +1,30%, a US$ 64,70 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,24%, a 819,50 iuanes (US$ 117,52)
Bolsas da Europa operam com leves perdas
As ações europeias reduziam seus ganhos após atingirem uma máxima recorde nesta terça-feira, com os investidores analisando várias atualizações corporativas antes de dados de inflação dos Estados Unidos. A fabricante suíça de produtos químicos para construção Sika informou uma queda de 4,8% nas vendas anuais nesta terça-feira, levando suas ações a recuarem 6,7%, para o menor nível desde novembro. A construtora britânica Persimmon também apresentou uma perspectiva cautelosa para 2026, após informar que vendeu mais casas do que o esperado no ano passado. As atualizações ajudarão a orientar o sentimento enquanto os mercados se preparam para o relatório de inflação nos Estados Unidos, onde as perspectivas para a política monetária foram afetadas por um confronto entre o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, e o presidente Donald Trump.
- STOXX 600: -0,21%
- DAX (Alemanha): -0,23%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,01%
- CAC 40 (França): -0,56%
- FTSE MIB (Itália): -0,11%
Bolsas da Ásia fecham dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam de forma mista, com os investidores ignorando as tensões geopolíticas no Irã e na Venezuela, bem como a investigação criminal contra o presidente do Federal Reserve dos EUA, Jerome Powell . O índice Nikkei, do Japão, subiu mais de 3%, liderando os ganhos na região após a retomada das negociações depois de um feriado. O Partido Liberal Democrático (PLD), que governa o Japão, deve dissolver a Câmara Baixa ainda este mês e optar por eleições antecipadas, provavelmente em fevereiro, segundo a emissora pública NHK .
- Nikkei (Japão): +3,10%
- Shanghai SE (China), -0,64%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,90%
- Nifty 50 (Índia): -0,45%
- ASX 200 (Austrália): +0,56%
EUA: índices futuros recuam antes de dados de inflação
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta terça-feira (13), com atenções divididas entre a divulgação de dados de inflação ao consumidor (CPI) e dos resultados financeiros do JPMorgan. O CPI de dezembro deve fornecer um panorama mais completo dos preços após as distorções causadas pela prolongada paralisação do governo americano. O consenso LSEG projeta que o relatório mostre um aumento de 2,7% nos preços nos doze meses encerrados em dezembro. O foco sobre a inflação ao consumidor ganhou ainda mais relevância após o relatório de emprego (payroll) de dezembro indicar um mercado de trabalho levemente mais fraco, embora ainda resiliente. Esse cenário tende a reforçar a percepção de que o Federal Reserve (Fed) pode postergar o início do ciclo de cortes de juros. Atualmente, os contratos futuros de Fed Funds precificam dois cortes de 0,25 ponto percentual ao longo deste ano, com início esperado em junho, segundo a ferramenta FedWatch, da CME.
- Dow Jones Futuro: -0,15%
- S&P 500 Futuro: -0,17%
- Nasdaq Futuro: -0,29%
Abertura de mercados
Investidores aguardam nesta terça-feira a divulgação de dados de inflação ao consumidor dos Estados Unidos e balanços de bancos, enquanto as questões geopolíticas continuam pairando sobre os mercados. A promessa na segunda-feira do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 25% a qualquer país que faça negócios com o Irã e seus ataques à independência do Federal Reserve aumentaram a incerteza nos mercados, mantendo os investidores cautelosos. Os dados de inflação dos EUA serão divulgados às 10h30, com expectativa de alta de 0,3% em dezembro em meio a preços mais altos de alimentos e energia, principalmente eletricidade por causa dos data centers, apontou uma pesquisa da Reuters com economistas. Nos 12 meses até dezembro, a previsão é de que o índice tenha subido 2,7%, igualando a leitura de novembro. Já a temporada de balanços começa esta semana com os resultados de bancos, incluindo JPMorgan Chase, Bank of New York Mellon, Citigroup e Bank of America. Na agenda nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participam do lançamento da plataforma digital da Reforma Tributária, às 15h. Em seguida, ambos têm reunião, segundo a agenda de Lula. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com leves ganhos
Investidores em Wall Street começaram o dia com estresse elevado por conta da pressão que o Departamento de Justiça fez sobre o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, mas foram aliviando a tensão durante o dia e chegou a fazer o S&P 500 bater novo recorde histórico. “De certa forma, isso não importa muito”, disse à CNBC Rob Williams, estrategista-chefe de investimentos da Sage. “Acho que é apenas ruído, e nem está influenciando muito as taxas de juros, o foco estará nos dados”, continuou ele, referindo-se à divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) de dezembro nesta terça-feira.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,17 | 49.590,20 |
| S&P 500 | 0,16 | 6.977,32 |
| Nasdaq | 0,26 | 23.733,90 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com quedas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,730 | -0,030 |
| DI1F28 | 13,005 | -0,060 |
| DI1F29 | 12,995 | -0,065 |
| DI1F31 | 13,285 | -0,060 |
| DI1F32 | 13,395 | -0,070 |
| DI1F33 | 13,450 | -0,055 |
| DI1F34 | 13,475 | -0,055 |
| DI1F35 | 13,485 | -0,045 |
Dólar comercial fechou ontem com alta de 0,12%
O dólar comercial voltou a subir diante do real, após a queda de sexta (9). O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,28%, aos 98,86 pontos.
- Venda: R$ 5,372
- Compra: R$ 5,372
- Mínima: R$ 5,351
- Máxima: R$ 5,385
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CURY3 | -3,97 | 32,41 |
| MGLU3 | -3,38 | 8,58 |
| SBSP3 | -3,22 | 127,26 |
| CEAB3 | -2,59 | 10,51 |
| DIRR3 | -2,44 | 13,58 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| SMTO3 | 10,66 | 16,50 |
| VAMO3 | 8,18 | 3,57 |
| ASAI3 | 4,55 | 7,36 |
| BRAV3 | 4,50 | 17,41 |
| MBRF3 | 4,11 | 19,78 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| VALE3 | 33.004 | 0,03 |
| CPLE3 | 28.917 | 0,47 |
| AXIA3 | 27.977 | -1,27 |
| B3SA3 | 26.953 | 0,21 |
| PETR4 | 26.864 | 0,20 |
Ibovespa fechou ontem com baixa de 0,13%, aos 163.150,35 pontos
- Máxima: 163.493,22
- Mínima: 162.277,01
- Diferença para a abertura: -219,96 pontos
- Volume: R$ 18,20 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (12): -0,13%
- Semana: -0,13%
- Janeiro: +1,26%
- 1T26: +1,26%
- 2026: +1,26%
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