Ibovespa hoje
- EUA e Irã avançam em direção a acordo de curto prazo para acabar com conflito.
- Lula visita Trump em Washington em busca de evitar novas tarifas comerciais dos EUA.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Dólar futuro abre em queda de 0,31%, cotado aos 4.937,00 pontos
Ibovespa futuro abre em alta de 0,14%, cotado aos 190.315 pontos
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto
Japão mantém EUA por perto ao sinalizar defesa ilimitada do iene
O Japão não enfrenta restrições quanto à frequência com que pode intervir nos mercados cambiais e está em contato diário com as autoridades dos Estados Unidos, disse sua principal autoridade cambial nesta quinta-feira, reforçando a determinação de Tóquio em defender o iene. Os comentários de Atsushi Mimura vêm antes de uma visita ao Japão na próxima semana do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, colocando o iene, uma possível intervenção e a trajetória dos juros pelo Banco do Japão firmemente sob os holofotes, à medida que os investidores avaliam se Tóquio pode sustentar sua moeda por conta própria ou se precisará do apoio dos EUA para isso. Bessent deve discutir os movimentos do iene com sua colega japonesa, Satsuki Katayama. Os mercados estão atentos a quaisquer comentários que Bessent possa fazer sobre o iene e sobre a política monetária do Banco do Japão, considerando seus comentários anteriores favoráveis a aumentos mais rápidos dos juros. Os riscos de inflação decorrentes do conflito no Oriente Médio expuseram uma divisão “hawkish” no Banco do Japão no mês passado, aumentando as expectativas de um aumento dos juros em junho apesar de sua decisão de manutenção da política monetária, dizem analistas.
Japão pode ter gastado US$32 bilhões em intervenções adicionais de compra de ienes
O Japão pode ter gastado até 5,01 trilhões de ienes (US$32,06 bilhões) em seus mais recentes esforços para reforçar sua moeda, indicaram dados do banco central nesta quinta-feira, sinalizando repetidas intervenções nos mercados. A projeção do Banco do Japão para as condições do mercado monetário para o dia seguinte indicou uma saída líquida de fundos de 4,51 trilhões de ienes, em comparação com previsões de corretoras que variaram entre zero e um aumento de 500 bilhões de ienes. A atividade de compra de ienes envolve a retirada pelo Banco do Japão de moeda dos mercados, de modo que qualquer déficit muito grande de fundos pode oferecer uma estimativa do tamanho de qualquer intervenção.
Inter&Co fecha 1º tri com lucro de R$394,8 mi e ROE de 15,5%
O retorno sobre o patrimônio líquido ficou em 15,5%, acréscimo de 2,63 pontos percentuais na comparação anual.
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para junho está em 94%
| 17/06 | 29/07 | |
| 3,75%-4,00% | – | – |
| 3,75%-3,50% | 94,2% | 84,1% |
| 3,25%-3,50% | 5,8% | 15,3% |
| 3,00%-3,25% | – | 0,6% |
Novo perfil do investidor redefine offshore e exige novo papel do assessor
Famílias brasileiras ampliam presença nos EUA e levam demanda além da alocação financeira.
Shell mais que dobra lucro ajustado, para US$ 6,915 bi, mas prevê queda na produção
O resultado superou a projeção média de lucro de US$ 6,36 bilhões de uma pesquisa de analistas conduzida pela Vara Research.
Brasil volta ao topo do ranking mundial de investimentos chineses
O Brasil reconquistou o primeiro lugar no ranking global de investimentos chineses em 2025, atraindo 10,9% do total dos aportes, seguido pelos EUA e pela Guiana, com 6,8% e 5,7%, respectivamente, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC). O Brasil recebeu US$6,1 bilhões em investimentos chineses em dezenas de projetos, um aumento de 45% no capital em comparação com 2024, à medida que empresas da China buscaram diversificar sua presença na maior economia da América Latina e ampliar sua participação nos setores de energia limpa e mineração do país. Nos últimos cinco anos, o Brasil alternou sua posição entre o primeiro e o quinto lugares entre os principais destinos mundiais de investimento chinês, tendo ocupado o topo também em 2021, afirmou o CEBC. Além da moeda mais fraca, o Brasil oferece um grande mercado consumidor, abundância de recursos naturais e energia limpa, características que os investidores chineses consideram atraentes. (Reuters)
EUA e Irã avançam em direção a acordo de curto prazo para acabar com conflito
Os Estados Unidos e o Irã estão se aproximando de um acordo limitado e temporário para interromper a guerra, disseram fontes e autoridades na quinta-feira, com um esboço de estrutura que interromperia os combates, mas deixaria as questões mais controversas sem solução. O plano emergente está centrado em um memorando de curto prazo, em vez de um acordo de paz abrangente, ressaltando as profundas divisões entre os dois lados e sinalizando que qualquer acordo nesse estágio seria uma etapa provisória. As esperanças de que mesmo um acordo parcial possa levar à reabertura do Estreito de Ormuz já movimentaram os mercados, com as ações globais atingindo recordes de alta na quinta-feira e os preços do petróleo sofrendo perdas acentuadas com as apostas de que as interrupções no fornecimento poderiam diminuir. Teerã e Washington reduziram as ambições de um acordo abrangente, já que as diferenças persistem, principalmente em relação ao programa nuclear do Irã — incluindo o destino de seus estoques de urânio altamente enriquecido e por quanto tempo Teerã interromperia o trabalho nuclear. Em vez disso, eles estão trabalhando em um acordo temporário com o objetivo de evitar o retorno do conflito e estabilizar a navegação pelo estreito, disseram as fontes e as autoridades.
Porto (PSSA3) tem lucro líquido de R$ 958 mi no 1º tri de 2026, alta anual de 15%
Na vertical de seguros, a companhia teve expansão de 49% no resultado, com retorno sobre o patrimônio (ROE) anualizado de 34%.
Automob amplia prejuízo para R$ 56,7 mi no 1º tri
O grupo teve resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$143,3 milhões.
Taesa tem lucro líquido regulatório de R$ 192,6 mi no 1º tri
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) regulatório ficou em R$ 562,1 milhões.
Vamos (VAMO3) tem lucro líquido de R$ 86,6 milhões no 1º tri, queda anual de 19,7%
A companhia divulgou seus resultados na noite desta quinta-feira.
Acordo sobre minerais críticos entre EUA e Brasil ainda está fora de alcance apesar de viagem de Lula
Um acordo entre Brasil e Estados Unidos sobre minerais críticos ainda está longe de ser realidade, e a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Washington esta semana não trará nenhuma novidade nesse sentido, já que ambos os países ainda precisam resolver questões internas sobre o tema, disseram à Reuters fontes familiarizadas com as negociações. Segundo um diplomata brasileiro envolvido nas negociações, não há nada pronto para ser assinado no encontro de quinta-feira entre Lula e Trump, nem mesmo um memorando de entendimento básico. “Os EUA querem trazer o assunto à mesa de negociações, estamos disponíveis para conversar, mas não há nada para assinar. Vamos ver se as conversas entre os presidentes nos darão alguma direção para trabalharmos”, disse essa fonte. A questão vai além da incapacidade de ambos as países chegarem a um consenso. Segundo as fontes, os dois lados precisam resolver questões internas em um campo tão novo que poucos países no mundo sabem como explorar, trabalhar e desenvolver os minerais críticos – com a notável exceção da China, que domina o mercado global. No Brasil, a ausência de um marco legal nacional que trate especificamente de minerais críticos e terras raras continua a limitar as negociações. As conversas estão atualmente ancoradas em uma legislação de mineração que data da década de 1960 e não aborda as especificidades das novas tecnologias e suas necessidades. (Reuters)
Trump prevê fim rápido da guerra no Irã e reforça que país não terá armas nucleares
O presidente americano já indicou repetidas vezes que um acordo estaria próximo, embora nenhum tenha se concretizado.
PF deflagra nova fase da operação que investiga Master; Ciro Nogueira entre os alvos
A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça.
Barris de petróleo caem 2% e minério de ferro avança
O petróleo opera em baixa, ampliando a perda de quase 8% na sessão anterior, enquanto os EUA e o Irã avaliavam uma nova tentativa de pôr fim à guerra no Oriente Médio. Washington apresentou um memorando de entendimento de uma página que poderá levar à reabertura gradual do Estreito de Ormuz, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto. Espera-se que o Irã responda nos próximos dias. As cotações do minério de ferro na China subiram pelo quarto dia consecutivo, sustentados pela demanda estável, já que a produção de metal líquido se manteve em níveis elevados, enquanto o contrato de minério de ferro em Cingapura recuou devido à redução dos custos de energia.
- Petróleo WTI, -2,31%, a US$ 92,88 o barril
- Petróleo Brent, -2,22%, a US$ 99,02 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,62%, a 817,00 iuanes (US$ 119,95)
Bolsas da Ásia encerram dia com ganhos
As ações japonesas subiram mais de 5%, com o índice Nikkei 225 atingindo 62 mil pontos pela primeira vez, impulsionado pelos ganhos nos setores de materiais básicos, tecnologia e financeiro. Os mercados asiáticos também fecharam em alta, apesar das renovadas tensões no Oriente Médio. O avanço regional ocorreu depois que Trump alertou que o Irã seria bombardeado “em um nível muito mais alto” se não concordasse com um acordo de paz.
- Shanghai SE (China), +0,48%
- Nikkei (Japão): +5,58%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +1,55%
- Nifty 50 (Índia): +0,07%
- ASX 200 (Austrália): +0,96%
Bolsas da Europa viram para quedas
Os mercados europeus operam em baixa, revertendo os ganhos da véspera, com investidores reagindo a notícias de que os EUA e o Irã estão perto de um acordo que colocará fim à guerra.
- STOXX 600: -0,20%
- DAX (Alemanha): -0,12%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,65%
- CAC 40 (França): -0,11%
- FTSE MIB (Itália): -0,11%
EUA: índices futuros têm leves ganhos
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quinta-feira (7), enquanto o petróleo cai pelo terceiro dia consecutivo, com investidores aguardando novidades sobre um possível acordo de paz entre EUA e Irã e a reabertura do fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz. Washington apresentou um memorando de entendimento de uma página que reabriria gradualmente o Estreito de Ormuz e suspenderia o bloqueio americano aos portos iranianos, segundo reportagem da Bloomberg. Teerã estaria avaliando uma proposta americana para encerrar a guerra que já dura quase dez semanas, e espera-se que apresente sua resposta já nesta quinta, segundo a CNN.
- Dow Jones Futuro: +0,05%
- S&P 500 Futuro: +0,11%
- Nasdaq Futuro: +0,08%
IVAR sobe 0,52% em abril
O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR) de abril de 2026 registrou alta de 0,52%. A variação acumulada em 12 meses registrou leve desaceleração, saindo de 4,78% em março de 2026 para 4,49% em abril.
Abertura de mercados
A reunião nesta quinta-feira entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fica sob os holofotes, em mais um dia carregado de balanços e com otimismo no exterior sobre um acordo de paz entre EUA e Irã. O objetivo da visita de Lula à Casa Branca é reavivar o que Trump chamou no ano passado de “excelente química” entre os dois líderes, esperando evitar novas tarifas e demonstrar disposição para negociar acordos sobre minerais críticos e crime organizado, disseram à Reuters três pessoas do governo brasileiro. Na agenda corporativa, a Porto Seguro informou que teve lucro líquido de R$1,13 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 36,3% sobre um ano antes. Já a Taesa registrou lucro líquido regulatório de R$192,6 milhões no período, alta de 2,3% na comparação anual, No exterior, as ações subiam e os preços do petróleo caíam diante do otimismo sobre um acordo de paz entre os EUA e o Irã, mesmo com o destino do Estreito de Ormuz ainda parecendo incerto. Trump previu um rápido fim da guerra com o Irã, enquanto Teerã avaliava uma proposta de paz dos EUA que, segundo fontes, encerraria formalmente o conflito, mas deixaria sem solução exigências dos EUA como a suspensão do programa nuclear iraniano e a reabertura do Estreito de Ormuz. (Reuters)
Principais índices em Nova York terminaram sessão de ontem com altas consistentes
Investidores em Wall Street se animaram com a evolução de entendimentos entre EUA e Irã para acabar com a guerra no Oriente Médio. O presidente norte-americano, Donald Trump, ainda voltou a ameaçar os iranianos, mas os investidores entenderam como retórica as falas. Como consequência, os preços do petróleo desabaram mais de 7% e elevaram o sentimento. “Se realmente chegarmos a um ponto em que as hostilidades comecem a diminuir ou, de fato, cessem por completo, e virmos a reabertura do Estreito de Ormuz, isso permitirá que algumas das regiões mais sensíveis e afetadas economicamente, como o Sudeste Asiático e a Europa, evitem suas próprias dificuldades econômicas”, disse à CNBC Bill Northey, diretor de investimentos do U.S. Bank Asset Management Group. Isso “prepara o terreno para uma recuperação repentina nos mercados de ações”, continuou.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 1,24 | 49.910,04 |
| S&P 500 | 1,46 | 7.365,00 |
| Nasdaq | 2,03 | 25.838,94 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,055 | -0,085 |
| DI1F28 | 13,605 | -0,235 |
| DI1F29 | 13,520 | -0,245 |
| DI1F31 | 13,605 | -0,220 |
| DI1F32 | 13,685 | -0,180 |
| DI1F33 | 13,720 | -0,175 |
| DI1F34 | 13,735 | -0,165 |
| DI1F35 | 13,735 | -0,155 |
Dólar comercial fechou ontem com alta de 0,17%
O dólar comercial voltou a subir diante do real, após a queda da véspera, retomando a gangorra de altas e baixas. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,43%, aos 98,02 pontos.
- Venda: R$ 4,921
- Compra: R$ 4,920
- Mínima: R$ 4,888
- Máxima: R$ 4,935
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| TIMS3 | -6,90 | 24,70 |
| PRIO3 | -4,26 | 66,54 |
| PETR3 | -3,77 | 51,52 |
| PETR4 | -2,86 | 47,27 |
| BEEF3 | -2,22 | 3,97 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CEAB3 | 7,41 | 12,32 |
| EMBJ3 | 7,09 | 84,31 |
| VIVA3 | 7,05 | 28,53 |
| CSNA3 | 6,86 | 6,70 |
| CURY3 | 6,76 | 31,44 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 79.823 | -2,86 |
| ITUB4 | 62.574 | -1,60 |
| LREN3 | 45.404 | 4,56 |
| CPLE3 | 44.105 | -0,94 |
| PRIO3 | 42.996 | -4,26 |
Ibovespa terminou ontem com ganhos de 0,50%, aos 187.690,86 pontos
- Máxima: 188.674,36
- Mínima: 186.762,11
- Diferença para a abertura: +937,04 pontos
- Volume: R$ 29,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (4): -0,92%
- Terça-feira (5): +0,62%
- Quarta-feira (6): +0,50%
- Semana: +0,20%
- Maio: +0,20%
- 2T26: +0,12%
- 2026: +16,49%
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