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Ibovespa Futuro tem leve queda antes do payroll e após produção industrial acima do esperado

Agentes do mercado calibram apostas para o início do ciclo de afrouxamento do Federal Reserve

Felipe Moreira

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O Ibovespa Futuro opera com leve baixa nesta sexta-feira (2), na contramão do desempenho positivo registrado nos mercados internacionais, antes da divulgação de dados do mercado de trabalho americano.

A produção industrial brasileira cresceu 1,1% em dezembro na comparação com o mês anterior, alcançando o quinto mês de alta e ganhando força ante o avanço de 0,7% (dado revisado para cima) observado em novembro. Já o presidente Lula anunciará hoje (2) a obra do Túnel Santos-Guarujá.  A cerimônia está marcada para as 10h, na Presidência da Autoridade Portuária de Santos.

Às 9h15 (horário de Brasília), o índice futuro com vencimento em fevereiro operava com baixa de 0,05%, aos 128.75 pontos.

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Em Wall Street, índices futuros dos EUA operavam em alta, com repercussão dos resultados de Meta, Apple e Amazon, enquanto investidores esperam a divulgação da variação da folha de pagamentos (payroll), que fornecerá mais detalhes sobre a temperatura do mercado de trabalho e, por consequência, da economia americana. 

Nesta manhã, o Dow Jones Futuro subia 0,06%, S&P Futuro avançava 0,61% e Nasdaq Futuro registrava valorização de 1,04%.

Dólar e mercado externo

O dólar comercial opera com baixa de 0,07%, cotado a R$ 4,912 na compra e na venda. Já o dólar futuro (DOLFUT) caía 0,07%, indo aos 4.926 pontos. Enquanto isso, DXY, índice que mede a força do dólar perante à uma cesta de moedas, opera com queda de 0,07%, a 102,98 pontos.

Os mercados asiáticos fecharam fecharam sem direção única, com algumas delas avançando após a recuperação de Wall Street e as chinesas estendendo perdas recentes. Liderando ganhos na Ásia, o índice sul-coreano Kospi saltou 2,87% em Seul, a 2.615,31 pontos, em meio ao forte desempenho de ações do setor automotivo e de internet, enquanto o japonês Nikkei subiu 0,41% em Tóquio

Já os mercados europeus operam no azul, encerrando uma semana movimentada de resultados corporativos e decisões de importantes bancos centrais. O Banco da Inglaterra manteve na véspera as taxas de juros ​​com uma votação inesperadamente dividida que destacou as perspectivas complicadas para os integrantes da autoridade monetária à medida que a inflação se aproxima da meta.

Os preços do petróleo operam com leve baixa, enquanto traders digerem a decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e alidos (OPEP+) de manter a sua política de produção de petróleo.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, alcançando o nível mais baixo em duas semanas, já que persistem preocupações com a recuperação do setor imobiliário no principal consumidor da China. O minério de ferro de referência de março na Bolsa de Cingapura caiu 3,47%, para US$ 126,45 a tonelada.