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O Ibovespa Futuro opera em alta nos primeiros negócios desta quarta-feira (26), com investidores digerindo dados da prévia de inflação no Brasil, enquanto aguardam dados da inflação americana e resultado trimestral da Nvidia. Às 9h06 (horário de Brasília), o contrato futuro do Ibovespa com vencimento em outubro subia 0,79%, aos 178.905 pontos.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial, caiu 0,40% em agosto de 2026, ante alta de 0,06% em julho. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,09% e, em 12 meses, de 4,24%, abaixo dos 4,52% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Expectativas em pesquisa da Reuters de queda de 0,30% no mês e de 4,34% em 12 meses.
Ainda na agenda nacional, o Tesouro divulga os dados de julho da dívida pública, além de alterações em seu Plano Anual de Financiamento (PAF). Já o ministro da Fazenda, Dario Durigan, concede entrevista para o podcast Direto de Brasília, com exibição às 18h.
No exterior, o foco recai sobre os resultados do segundo trimestre da Nvidia, a ser divulgado mais tarde, com os investidores buscando saber se o enorme boom de investimentos em inteligência artificial é sustentável e se a empresa conseguirá transformar esses gastos em lucros capazes de satisfazer os mercados.
Os holofotes também recaem sobre o índice de preços PCE dos Estados Unidos, o indicador de inflação preferido do Federal Reserve, que deve mostrar que as pressões de preços subiram para 3,6% em julho na base anual. A segunda estimativa do crescimento econômico também será divulgada nesta quarta.
Em Wall Street, o Dow Jones Futuro avançava 0,04%, S&P Futuro caía 0,06% e Nasdaq Futuro tinha desvalorização de 0,92%.
Dólar, exterior e commodities
O dólar futuro operava com baixa de 0,10%, aos R$ 5,149.
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em direções opostas nesta quarta, com o aumento das tensões comerciais entre EUA e Canadá, o que elevou a cautela dos investidores antes da divulgação de um importante indicador de inflação nos EUA.
Os preços do petróleo recuam devido às expectativas de um acordo sobre o Canal de Hormuz. O Irã e Omã estão discutindo uma rota marítima temporária conjunta no Estreito, como um passo prévio a um acordo permanente para administrar a hidrovia.
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As cotações do minério de ferro na China avançaram nesta quarta, com o tufão Narra interrompendo rotas de navegação no Mar da China Meridional, restringindo a oferta e elevando os custos de frete.
(Com Reuters)

