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Ibovespa Futuro recua após alta da véspera, com inflação e política no radar

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou deflação de 0,32% em agosto de 2026

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O Ibovespa Futuro opera em baixa nesta sexta-feira (11), após forte alta na véspera, com investidores repercutindo os dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos, enquanto o cenário político e a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) permanecem no radar. Às 9h38 (horário de Brasília), o contrato caía 0,52%, aos 189.205 pontos.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou deflação de 0,32% em agosto de 2026. Na base de comparação anual, alta foi de 4,22%. As expectativas em pesquisa da Reuters eram de deflação de 0,29% no mês e alta de 4,27% em 12 meses.

Já a inflação ao consumidor dos EUA subiu 0,4% em agosto, em linha com o esperado.

Também é esperada nesta sexta a divulgação de nova pesquisa Datafolha sobre a eleição presidencial de outubro.

Enquanto isso, no STF, o ministro André Mendonça derrubou o sigilo de inquéritos do caso Master a pedido do presidente do tribunal, Edson Fachin, abrindo o acesso público às informações poucos dias antes da sessão plenária que discutirá a controvérsia em torno de relatório da Polícia Federal com registros de conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,57%, S&P Futuro avançava 0,56% e Nasdaq Futuro tinha valorização de 0,66%.

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Dólar, exterior e commodities

O dólar futuro operava com baixa de 0,01%, aos R$ 5,127.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa, com as ações sul-coreanas e japonesas liderando as perdas na região.

Os preços do petróleo operam em baixa, mas caminham para encerrar a semana acima de US$ 100 pela primeira vez em quase 4 meses, à medida que o aumento dos ataques ao longo das principais rotas marítimas no Oriente Médio alimenta os temores de uma interrupção prolongada no fornecimento.

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As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com a piora do sentimento em relação à China e à demanda por aço, em um momento em que o mercado também está mais cauteloso com commodities industriais.

(Com Reuters)

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Felipe Moreira
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