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Após fechar o mês de maio no azul, o Ibovespa Futuro opera com alta nesta quinta-feira (1), com as atenções voltadas para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil do primeiro trimestre de 2023, bem como a aprovação da MP dos Ministérios na Câmara e suspensão do teto da dívida americana Câmara.
O PIB cresceu 1,9% no primeiro trimestre deste ano frente ao trimestre anterior. Na comparação com o primeiro trimestre de 2022, o PIB cresceu 4,0%. O consenso Refinitiv apontava para um crescimento anual de 3% da economia brasileira no período e de 1,3% na comparação com o quarto trimestre de 2022.
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Às 9h14 (horário de Brasília), o índice futuro com vencimento em junho operava com valorização de 0,58%, a 109.430 pontos.
Nos Estados Unidos, os índices futuros operam com alta em sua maioria, depois que projeto de lei para aumentar o limite da dívida e limitar os gastos do governo foi aprovado na Câmara dos Representantes dos EUA na última véspera.
O projeto segue agora para o Senado, onde os líderes democratas e republicanos na Casa prometeram fazer tudo o que puderem para acelerar o projeto de lei negociado por Biden e o presidente da Câmara dos Deputados, republicano Kevin McCarthy, que suspende o limite da dívida até 1º de janeiro de 2025 em troca de um teto para os gastos.
Nesta manhã, Dow Jones Futuro caía 0,02%, S&P Futuro tinha alta de 0,14% e Nasdaq Futuro operava com valorização de 0,04%.
Dólar
O dólar comercial operava com baixa de 0,70%, cotado a R$ 5,037 na compra e R$ 5,038 na venda, após subir pela terceira vez consecutiva. Já o dólar futuro para julho caía 0,33%, equivalente a R$ 5,068.
No mercado de juros, os contratos futuros operam sem sentido único na primeira sessão de junho. O DIF24 (janeiro para 2024) opera alta de 0,01 pp, a 13,23%; DIF25, -0,02 pp, a 11,50%; DIF26, -0,02 pp, a 10,90%; DIF27, -0,01 pp, a 10,93%; DIF28, 0,00 pp, a 11,08%; DIF29 0,00 pp, a 11,28%.
Exterior
Os mercados europeus operam com alta, em meio à esperança de que o drama sobre o teto da dívida dos EUA está caminhando para sua etapa final, enquanto dados de inflação são destaque na região.
A inflação na zona do euro diminuiu mais do que o esperado em maio, com a taxa de inflação anual do bloco caindo de 7% em abril, para 6,1% em maio. Este é o nível mais baixo desde fevereiro de 2022. Economistas consultados pela Reuters esperavam uma leitura de maio de 6,3%.
A inflação anual na Alemanha e na França caiu mais do que o previsto em maio, segundo dados divulgados na quarta-feira.
O Banco Central Europeu se reúne em 15 de junho para tomar sua decisão de política monetária, depois de elevar gradualmente sua taxa de referência de -0,5% há um ano para 3,25% em maio – seu nível mais alto desde novembro de 2008.
Ásia
Os mercados asiáticos fecharam sem direção definida, com investidores repercutindo aprovação do teto da dívida americana na Câmara, além de dados econômicos vindos da China e da Índia.
A atividade industrial da China subiu para 50,9 em maio, ficando acima dos 49,5 registrados em abril.
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O índice de gerentes de compras de manufatura da Índia subiu para seu nível mais alto desde outubro de 2020, atingindo 58,7, acima dos 56,5 esperados pelos economistas consultados pela Reuters.
Já PMI ajustado sazonalmente da S&P Global para fabricantes sul-coreanos chegou a 48,4 em maio, ficando ligeiramente acima da leitura de abril de 48,1.
A atividade fabril do Japão expandiu pela primeira vez desde outubro de 2022, de acordo com uma pesquisa privada.
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O PMI de manufatura do Japão ficou em 50,6, quebrando uma seqüência de leituras de seis meses abaixo da marca de 50 que separa expansão e contração.
Os preços do minério de ferro na China subiram forte na sessão de hoje, com dados de atividade fabril da China em maio mostrando crescimento e superando expectativas.
As cotações do petróleo operam com leve alta, revertendo perdas das últimas sessões, com um aumento inesperado nos estoques de petróleo dos EUA na semana passada, provocando temores de excesso de oferta em meio a sinais de demanda chinesa mais fraca também.