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O Ibovespa Futuro opera em queda nas primeiras negociações desta quinta-feira (7), em meio à cautela dos investidores diante do recuo dos juros globais e da pressão negativa das commodities energéticas. Às 9h08 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em junho recuava 0,18%, aos 189.710 pontos.
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A reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estão sob os holofotes, em mais um dia carregado de balanços e com otimismo no exterior sobre um acordo de paz entre EUA e Irã.
O objetivo da visita de Lula à Casa Branca é reavivar o que Trump chamou no ano passado de “excelente química” entre os dois líderes, esperando evitar novas tarifas e demonstrar disposição para negociar acordos sobre minerais críticos e crime organizado, disseram à Reuters três pessoas do governo brasileiro.
Na agenda corporativa, Inter&Co (INBR32), Bradesco (BBDC4), Axia Energia (AXIA3), Ultrapar (UGPA3), Minerva Foods (BEEF3), Cogna (COGN3), Rede D’Or (RDOR3), Vibra (VBBR3), Brava Energia (BRAV3), Riachuelo (RIAA3), Porto (PSSA3), Vitru Educação (VTRU3), Taesa (TAEE11), Automob (AMOB3), Vamos (VAMO3), Mills (MILS3), Mater Dei (MATD3), Espaçolaser (ESPA3), Panvel (PNVL3), Totvs (TOTS3), Smart Fit (SMFT3), Ânima (ANIM3) e Auren Energia (AURE3) divulgaram seus resultados trimestrais.

Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta quinta
Índices futuros dos EUA operam estáveis

Encontro Lula-Trump, produção industrial, desemprego nos EUA e mais destaques hoje
InfoMoney reúne as principais informações que devem movimentar os mercados nesta quinta-feira (07)
No exterior, as ações subiam e os preços do petróleo caíam diante do otimismo sobre um acordo de paz entre os EUA e o Irã, mesmo com o destino do Estreito de Ormuz ainda parecendo incerto.
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Trump previu um rápido fim da guerra com o Irã, enquanto Teerã avaliava uma proposta de paz dos EUA que, segundo fontes, encerraria formalmente o conflito, mas deixaria sem solução exigências dos EUA como a suspensão do programa nuclear iraniano e a reabertura do Estreito de Ormuz.
Em Wall Street, o Dow Jones Futuro avançava 0,12%, S&P Futuro subia 0,11% e Nasdaq Futuro tinha valorização 0,07%.
Dólar, exterior e commodities
O dólar futuro para junho — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — caía 0,21% na B3, aos R$ 4,942.
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As ações japonesas subiram mais de 5%, com o índice Nikkei 225 atingindo 62 mil pontos pela primeira vez, impulsionado pelos ganhos nos setores de materiais básicos, tecnologia e financeiro. Os mercados asiáticos também fecharam em alta, apesar das renovadas tensões no Oriente Médio.
O avanço regional ocorreu depois que Trump alertou que o Irã seria bombardeado “em um nível muito mais alto” se não concordasse com um acordo de paz.
O petróleo opera em baixa, ampliando a perda de quase 8% na sessão anterior, enquanto os EUA e o Irã avaliavam uma nova tentativa de pôr fim à guerra no Oriente Médio. Washington apresentou um memorando de entendimento de uma página que poderá levar à reabertura gradual do Estreito de Ormuz, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto. Espera-se que o Irã responda nos próximos dias.
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As cotações do minério de ferro na China subiram pelo quarto dia consecutivo, sustentados pela demanda estável, já que a produção de metal líquido se manteve em níveis elevados, enquanto o contrato de minério de ferro em Cingapura recuou devido à redução dos custos de energia.