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SÃO PAULO – A inflação medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) acelerou e encerrou a terceira semana de novembro em 0,43% – o resultado é 0,05 ponto percentual maior que o registrado na semana anterior, terminada no dia 15 de novembro, que foi de 0,38%; e o maior registrado desde a primeira semana de outubro deste ano, quando a variação foi de 0,50%.
O índice, calculado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e divulgado nesta quarta-feira (23), aponta que, dentre os sete grupos analisados, três apresentaram acréscimos maiores em suas taxas de variação na última semana, enquanto três desaceleraram e um apresentou deflação menos intensa.
A variação nos preços dos produtos e serviços que constituem o grupo Alimentação foi a principal responsável pelo resultado geral do IPC-S. No grupo, a taxa ficou em 0,62%, ante 0,42% da semana anterior. O aumento partiu do item carnes bovinas (1,49% para 2,25%).
Outros grupos
Os grupos Vestuário (0,64% para 0,71%) e Despesas Diversas (0,11% para 0,18%) também aceleraram e contribuíram para o aumento da inflação no período analisado.
Nestes casos, as principais influências foram dos itens calçados (-0,24% para 0,24%) e clínica veterinária (0,29% para 0,85%), respectivamente.
Outra contribuição para o resultado geral do IPC-S na semana partiu do grupo Transportes, cujos preços apresentaram queda menor do que a verificada na medição anterior, passando de -0,09% para -0,03%. O resultado reflete a variação nos preços do álcool combustível, que passou de -0,07% para 0,70% em uma semana.
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Em sentido oposto, os grupos Habitação (0,51% para 0,46%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,41% para 0,37%) e Educação, Leitura e Recreação (0,47% para 0,38%) registraram desaceleração, sendo que a variação nos preços dos itens condomínio residencial (1,54% para 0,74%), serviços de cuidados pessoais (0,65% para 0,53%) e hotel (1,40% para 0,99%), respectivamente, exerceram as principais influências para os resultados dos grupos.