FGV: alimentação ficou 1,63% mais cara em março

Elevação foi motivada principalmente pelas frutas (de 0,06% em fevereiro para 3,02% em março) e aves e ovos (de -0,54% para 3,95%)

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SÃO PAULO – No terceiro mês do ano, os consumidores brasileiros pagaram mais caro para se alimentar. De acordo com o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), divulgado nesta quinta-feira (29) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), os itens do grupo variaram 1,63%, em média.

Em fevereiro, a taxa de aumento dos preços do segmento de Alimentação havia ficado em 1,18%, o que nos aponta uma variação positiva de 0,45 ponto percentual.

Destaques

Segundo a FGV, a elevação do IPC para os alimentos foi motivada principalmente pelas frutas (de 0,06% em fevereiro para 3,02% em março), carnes bovinas (de -2,23% para -0,36%) e aves e ovos (de -0,54% para 3,95%).

Entre as maiores influências positivas, a pesquisa aponta o tomate, que ficou 20,18% mais caro no terceiro mês do ano, a cenoura (+24,71%), a manga (+19%), a beterraba (+33,24%) e a cebola (+23,26%).

Por outro lado, a maçã nacional (que ficou 20,68% mais barata), o açúcar refinado (cujos preços caíram 3,70%) e o chuchu (-17,42%) estavam entre os cinco itens que mais contribuíram negativamente.

Vestir-se ficou 1,44% mais barato

Ainda de acordo com o levantamento, em março, os produtos do segmento de Vestuário ficaram, em média, 1,44% mais baratos. O destaque ficou com o item roupas, cujos preços caíram 2,02%.