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Equipe econômica discute privatizar Banco do Brasil, diz jornal; Petrobras coloca dois campos à venda e mais destaques

Confira os destaques do noticiário corporativo na sessão desta terça-feira (3)

SÃO PAULO – Em destaque no radar, atenção para a notícia do jornal O Globo de que o Banco do Brasil entrou no radar de privatizações da equipe econômica. Já a Petrobras iniciou a divulgação de teaser para a venda de dois campos terrestres. Confira os destaques:

Banco do Brasil (BBAS3)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, e sua equipe se preparam para iniciar processo que pode levar à privatização do Banco do Brasil, que não seria feita no curto prazo mas poderia ocorrer até o fim do mandato do atual governo, diz O Globo citando fontes não identificadas próximas ao programa de desestatizações do governo federal.

O primeiro passo será convencer o presidente Jair Bolsonaro a aceitar a venda do banco, aponta a publicação.

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Guedes estaria tentando convencer Bolsonaro a incluir o BB na lista de privatizações que serão enviadas ao Congresso no
próximo ano. O Globo diz que, procurado, o Ministério da Economia negou que o governo Bolsonaro pretenda privatizar Banco do Brasil, Caixa ou Petrobras.

Apesar da negativa, assunto já é alvo de discussões dentro do governo, diz o jornal. Procurado pela publicação, o BB não comentou.

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Petrobras iniciou a divulgação de teaser para a venda de campos terrestres. O teaser refere-se à venda dos campos terrestres de Dó-Ré-Mi e Rabo Branco, pertencentes à concessão BT-SEAL-13, localizados na Bacia de Sergipe-Alagoas.

Ainda em destaque, o Norges Bank tirou a Petrobras de observação após ver risco reduzido.

Smiles (SMLS3)

A Smiles publicou que espera um crescimento anual do seu faturamento bruto este ano da ordem de 11,0% a 12,5% em relação ao ano passado. Para 2020, a estimativa de crescimento para o faturamento bruto está compreendida no intervalo de 5,0% a 10,0% em comparação com o faturamento bruto esperado para 2019.

Tais estimativas consideram, principalmente, os seguintes fatores, diz a empresa: ambiente competitivo frente aos programas de fidelidade de companhias aéreas; ambiente competitivo frente aos programas de fidelidade dos bancos de varejo no Brasil; e estimativas de crescimento de capacidade instalada no Brasil de nossos principais fornecedores de passagens aéreas.

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Segundo a empresa, a margem direta de resgate para este ano estará compreendida no intervalo de 37,0% a 38,2% e, para o exercício de 2020, será da ordem de 25,0% a 30,0%.

Segundo a empresa, essas estimativas consideram, principalmente, os seguintes fatores: mix de passagens oferecidas pela Gol; preços das passagens aéreas no mercado doméstico; perspectivas preliminares em relação a atualização ordinária do transfer price entre Gol e Smiles; disponibilidade de acesso para a aquisição de passagens aéreas adquiridas de companhias aéreas internacionais; custo associado à aquisição de passagens aéreas adquiridas de companhias aéreas internacionais; ambiente competitivo frente a programas de fidelidade de companhias aéreas e bancos.

Suzano (SUZB3)

A Suzano teve sua perspectiva de rating alterada de estável para negativa pela S&P Global Ratings. O Rating BBB- foi mantido. A modificação reflete expectativa de que a companhia apresentará métricas de crédito mais fracas do que o esperado para 2019 e 2020, diz a agência de risco, em relatório.

Segundo a S&P, há pelo menos uma em três chances de que a Suzano seja rebaixada nos próximos dois anos.

Bancos e Braskem (BRKM5)

A Odebrecht e cada uma de suas vinte unidades em processo de recuperação judicial precisarão realizar assembleias de credores separadas para aprovar um plano de restruturação da dívida, segundo decisão do juiz Alexandre Lazzarini em São Paulo.
Parte das negociações envolve o que acontecerá com as ações da Braskem, que teve suas ações utilizadas como garantia em empréstimos para bancos, como BB, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander.
Representante da Oderbrecht não quis comentar e disse que a empresa está avaliando a decisão judicial.

Hypera (HYPE3)

A Hypera realizou Investor Day, onde, segundo o Itaú BBA,  introduziu várias iniciativas, desde um novo projeto para gerar ganhos de eficiência até uma nova abordagem para varejistas pequenos e independentes.

No campo estratégico, a empresa anunciou a criação de um hub para técnicos de saúde e um braço de empreendimento corporativo para acelerar a transformação digital. Por último, a gerência forneceu detalhes adicionais sobre o desempenho do portfólio atual e o pipeline futuro.

“Aproveitamos a oportunidade para apresentar nosso novo valor justo para 2020 de R$ 35 por ação e rebaixar a ação para o Market Perform”, afirmaram os analistas.

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