Publicidade
SÃO PAULO (Reuters) – A Eletrobras (ELET3;ELET6) enxerga liquidez no mercado para realizar vendas de energia de seu portfólio, mas está atenta na comercialização aos riscos de descolamento de submercados, disseram nesta quinta-feira executivos da companhia.
Em teleconferência de resultados, a administração da Eletrobras lembrou que a companhia definiu como estratégia vender maior volume de energia no primeiro trimestre e deixar mais energia descontratada para o restante do ano, apostando que os preços melhorariam ao longo do ano em função de um cenário mais desfavorável de chuvas no período úmido passado.
“Para 2026, temos uma liquidez relevante… Especialmente no mercado Sudeste. Estamos realizando vendas para 2026, 2027, de forma relevante, mas com esse olhar, com muita análise técnica sobre riscos de descolamento (de mercado)”, disse o vice-presidente de Regulação, Institucional e Mercado, Rodrigo Limp.
Continua depois da publicidade

Ibovespa Ao Vivo: Bolsa sobe 1%, aos 136 mil pontos, com tarifas e balanços no radar
Bolsas dos EUA avançam após tarifas sobre chips de Trump terem várias isenções

Eletrobras volta ao jogo! Ações saltam com 2T e “presente” com dividendo de R$ 4 bi
Conjunto sólido de resultados e dividendos como cereja do bolo animam mercado
O chamado “risco de submercado” afeta as empresas que geram e comercializam energia em regiões diferentes, como a Eletrobras.
“Temos buscado fortalecer muito as vendas Norte-Nordeste, temos feito algumas operações no Nordeste, aí sim são vendas que contribuem de forma muito significativa para redução de risco e melhor proveito do preço da energia”.
Saiba mais:
- Confira o calendário de resultados do 2º trimestre de 2025 da Bolsa brasileira
- Temporada de balanços do 2T ganha destaque: veja ações e setores para ficar de olho
Ainda na teleconferência, o CEO da Eletrobras, Ivan Monteiro, reafirmou que a companhia está caminhando para encerrar até o fim deste ano as iniciativas do processo de “turnaround” iniciado com a privatização, em 2022.