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O dólar à vista opera com leve alta ante o real nesta quarta-feira (26), acompanhando o movimento da divisa no exeterior, enquanto investidores digerem dados de inflação dos EUA e do Brasil, antes do simpósio de banqueiros centrais em Jackson Hole, no final desta semana.
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Qual foi a cotação do dólar hoje?
Às 10h16, o dólar à vista subia 0,39%, aos R$ 5,160 na venda. O dólar futuro para setembro — atualmente o mais negociado no mercado brasileiro — cedia 0,05% na B3, aos R$ 5,152.
Dólar comercial
- Compra: R$ 5,143
- Venda: R$ 5,145
O que aconteceu com dólar hoje?
O núcleo da inflação PCE nos Estados Unidos, que exclui os componentes voláteis de alimentos e energia, subiu 0,2% em julho. O dado ficou dentro do esperado de acordo com as projeções de economistas ouvidos pela LSEG. No acumulado anual, alta foi de 3,3%, também de acordo com as estimativas da LSEG. No segundo trimestre, o índice PCE de preços dos EUA subiu 5,3%.
Já o índice de inflação subiu 0,2% em julho, acima da expectativa de 0,1% da LSEG. Os gastos do consumidor dos EUA também tiveram alta de 0,2%. No acumulado do ano, a inflação ficou em 3,7%, muito acima da meta de 2% perseguida pelo Federal Reserve.
A conferência de Jackson Hole oferece aos dirigentes do Fed uma plataforma de alto nível para sinalizar o pensamento político ou reforçar mensagens já existentes.
O investidores buscarão pistas de Warsh sobre a necessidade de novos aumentos nas taxas de juros para trazer a inflação de volta à meta. Alguns analistas afirmam que a recente alta nos rendimentos dos títulos do Tesouro de longo prazo sugere que o Fed pode precisar fazer mais.
A decisão do secretário do Tesouro, Scott Bessent, de intervir no mercado numa tentativa de reduzir os rendimentos dos títulos acrescentou mais uma camada de complexidade.
No Brasil, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial, caiu 0,40% em agosto de 2026, ante alta de 0,06% em julho. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,09% e, em 12 meses, de 4,24%, abaixo dos 4,52% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Expectativas em pesquisa da Reuters de queda de 0,30% no mês e de 4,34% em 12 meses.
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(Com Reuters)

