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SÃO PAULO – Empresas que trabalham com varejo virtual precisam se preocupar em oferecer medidas de segurança para conquistar a confiança dos consumidores, caso contrário, não devem esperar conseguir o mesmo preço por suas mercadorias.
Isso porque um em cada três internautas afirma que só vai realizar uma compra em um portal que não é protegido se tiver, no mínimo, 30% de desconto. Os dados fazem parte de uma pesquisa conduzida pela Synovate e patrocinada pela VeriSign (empresa especializada em serviços de infraestrutra de Internet).
Adaptação à nova era
Antes do advento do mundo virtual, as empresas conquistavam a confiança dos consumidores através de referências pessoais e indicadores, como um aperto de mão, serviços diferenciados ou uma vitrine bem estruturada.
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Porém, a confiança on-line é obtida por meio da oferta de mecanismos de segurança, com a autenticação de dois fatores, criptografia e validação da autenticidade de um web site.
Auto-proteção
Para se ter uma ideia, a pesquisa ainda levantou informações sobre como os consumidores protegem suas identidades ao realizarem transações virtuais, e 86% deles utilizam um nome de usuário e uma senha simples para acessarem as contas.
Já 62% procuram o ícone do cadeado na barra de endereços, 55% procuram uma logomarca ou um selo da empresa que forneça segurança na internet e 52% procuram “https://” na barra de endereços.
Já a procura pela barra de endereços no browser na cor verde foi a opção respondida por 26% dos consumidores virtuais.
De olho na segurança
“A melhor segurança para os consumidores é a educação e a utilização das ferramentas e tecnologias mais recentes disponíveis para o combate às fraudes”, afirmou o presidente e fundador da AOTA (Authentication and Online Trust Alliance), Craig Spiezle.
“Conforme nos relacionamos cada vez mais com o mundo digital, as ameaças de fraude vêm logo atrás. O segredo é manter-se um passo à frente, adotando melhores práticas e utilizando as tecnologias mais modernas. Atualmente, mais do que nunca, os usuários precisam atualizar seus navegadores com recursos integrados de segurança e privacidade”, complementa.