Publicidade
SÃO PAULO – No décimo mês do ano, o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) apresentou variação de 0,51%, sendo que o índice relativo aos materiais teve uma taxa maior no período, de 0,94%.
Os dados, divulgados nesta quarta-feira (7) pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), fazem parte do IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) e apontam que os itens do grupo de serviços ficaram 0,49% mais caros e do de mão-de-obra, 0,11%.
De janeiro a outubro, os itens relativos a materiais e serviços pesaram 4,89% mais no bolso dos consumidores e nos últimos doze meses, 5,73%. Em relação à mão-de-obra, as variações atingiram 5,44% e 5,83%, respectivamente.
Altas e baixas
No décimo mês do ano, os cinco itens que apresentaram as maiores influências positivas sobre o INCC foram: cimento (7,09%), areia lavada (2,47%), tijolo/telha cerâmica (1,10%), refeição pronta no local de trabalho (0,69%) e esquadrias de alumínio (0,45%).
Por outro lado, elevador (social e serviço, com -0,64%), chuveiro elétrico simples (-0,60%), compensados (-0,33%), tinta à base de PVA (-0,14%) e bombeiro (-0,09%) apresentaram as maiores influências negativas sobre o índice.
Valor por metro quadrado
De acordo com o SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), o custo da construção civil paulista atingiu R$ 735,01 por metro quadrado em outubro.
Destes, R$ 372,05 (50,62%) se referem à mão-de-obra, R$ 342,23 (46,56%) aos materiais e R$ 20,72 (2,82%) às despesas administrativas.