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SÃO PAULO – Comer fora de casa já está 1,4% mais caro neste ano, apontou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em 12 meses terminados em fevereiro, por sua vez, o consumidor que possui o hábito já está desembolsando 7,2% mais.
O que tem pesado mais no bolso é o lanche, cujos preços registraram aumento de quase 2% neste ano, seguido pela refeição feita fora do domicílio, que teve uma inflação no primeiro bimestre de 1,25%.
Quando analisado o período de 12 meses terminados em fevereiro, por sua vez, o destaque fica por conta do aumento de preços do café-da-manhã que, feito fora de casa, pesou 8,3% mais no bolso do consumidor, seguido pela refeição (8,03%).
Pelo Brasil
Neste ano, consumidores do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte foram os mais penalizados pelo aumento de preços ao comer fora de casa, enquanto que, no período de 12 meses, foram os de Recife e Fortaleza, como mostra a tabela abaixo:
| Alimentação fora de casa | ||
|---|---|---|
| Capital | Aumento de preços no ano |
Aumento de preços em 12 meses |
| Rio de Janeiro | 2,20% | 8,10% |
| Porto Alegre | 0,96% | 8,59% |
| Belo Horizonte | 1,68% | 6,80% |
| Recife | 1,56% | 9,21% |
| São Paulo | 1,25% | 7,80% |
| Distrito Federal | 1,40% | 4,02% |
| Belém | 1,13% | 7,02% |
| Fortaleza | 1,47% | 8,81% |
| Salvador | 1,30% | 4,71% |
| Curitiba | 0,51% | 6,03% |
| Goiânia | 1,38% | 4,53% |
| Brasil | 1,39% | 7,27% |
| Fonte: IPCA-15/IBGE | ||