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SÃO PAULO – Passados nove meses do ano, a alimentação fora de casa já está 5,50% mais cara, superando a alta dos preços dos alimentos e bebidas em geral no período, de 4,61%, de acordo com os dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados na última semana pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Dentro do item alimentação fora do domicílio, as refeições registraram alta acumulada no ano de 6,11%. Porém, a maior elevação foi verificada no cafezinho, cujo preço aumentou 6,68% neste ano. O menor aumento foi verificado nos preços dos doces, que variaram 3,16% no período.
Já em 12 meses terminados em setembro, o consumidor que se alimenta fora de casa já está desembolsando 7,71% mais que no período anterior. Neste caso, o destaque ficou com a refeição, que pesou 8,88% a mais no bolso, seguida pelo chopp, que ficou 8,78% mais caro no período. Depois, aparecem o refrigerante e água mineral (8,30%) e outras bebidas alcoólicas (8,16%).
Considerando apenas setembro, os preços dos itens que compõem o grupo alimentação fora de casa aumentaram 0,49%, sendo que o chope se destacou, com alta de 1,43%.
No Brasil
No acumulado do ano até agosto, consumidores do Belo Horizonte e Fortaleza foram os mais penalizados pelo aumento de preços ao comer fora de casa. A mesma situação foram verificada no período de 12 meses, como mostra a tabela abaixo:
| Variação do custo da alimentação fora do domicílio | |||
| Capital | Setembro | Acumulado do ano | Acumulado de 12 meses |
| Rio de Janeiro | 0,53% | 6,38% | 8,99% |
| Porto Alegre | -0,22% | 4,08% | 7,25% |
| Belo Horizonte | 0,01% | 6,50% | 8,99% |
| Recife | 0,23% | 3,07% | 7,76% |
| São Paulo | 0,56% | 5,33% | 7,01% |
| Distrito Federal | 0,56% | 5,59% | 7,10% |
| Belém | 1,14% | 4,31% | 6,34% |
| Fortaleza | -0,68% | 5,42% | 8,67% |
| Salvador | 1,40% | 5,89% | 9,44% |
| Curitiba | 0,87% | 7,02% | 7,35% |
| Goiânia | 0,70% | 4,10% | 4,84% |
| Nacional |
0,49% |
5,50% | 7,71% |
Fonte: IBGE
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Alimentação em casa
No domicílio, Curitiba é a capital onde os preços estão mais elevados, com alta acumulada no ano de 6,48%.
Em 12 meses, a alimentação feita em casa ficou 4,16% mais cara, com destaque para Distrito Federal, onde os preços ficaram 5,64% mais altos no período.