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SÃO PAULO – De acordo com o presidente da Pró-Genéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos), Odnir Finotti, em 10 anos, o índice de evolução dos genéricos no Brasil já é três vezes superior ao dos demais medicamentos em comercialização.
A avaliação feita por Finotti, na última terça-feira (28), durante audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família, na Câmara dos Deputados, é a mesma da gerente de Teconologia da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Tatiana Lowande.
Preços
A gerente da Anvisa disse ainda que a principal vantagem da adoção dos genéricos foi a redução média, garantida por lei, de 35% nos preços, se comparados aos medicamentos de referência.
Segundo o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Raposo, desde o início de sua aplicação, em 1999, até hoje, os medicamentos genéricos representam 18% do mercado farmacêutico nacional. Em países como Estados Unidos e Europa, por exemplo, a participação dos remédios mais baratos equivale a 50%.
“É importantíssimo que o médico, ao prescrever, deixe claro que qualquer um destes dois tipos de medicamentos pode atender à necessidade de tratamento. Para que o paciente saiba que tem à disposição medicamentos com a mesma qualidade, eficácia e segurança que o de marca, o que, na maioria das vezes, custa mais caro”, disse, conforme publicado pela Agência Câmara.