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SÃO PAULO – Comer fora de casa ficou 0,82% mais caro entre os meses de setembro e outubro, de acordo com a prévia IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).
De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a alimentação fora de casa já está 6,67% mais cara no ano. Já em 12 meses terminados em outubro, o consumidor que possui o hábito está desembolsando 8,20% mais que no período anterior.
Dentro do item alimentação fora do domicílio, as refeições registraram alta acumulada no ano de 7,62%. Porém, a maior elevação foi verificada no cafezinho, cujo preço aumentou 8,51%. O menor aumento foi verificado nos preços dos doces, que tiveram uma variação de 4,49% no período.
Quando analisado o período de 12 meses terminados em outubro, por sua vez, o destaque ficou com o chopp, que pesou 9,68% a mais no bolso do consumidor, seguido pela refeição, que ficou 9,45% mais cara no período. Depois aparecem outras bebidas alcoólicas (9%) e café da manhã (8,71%).
No Brasil
Neste ano, consumidores do Rio de Janeiro e de Curitiba foram os mais penalizados pelo aumento de preços ao comer fora de casa. Em Fortaleza e no Rio de Janeiro foram verificadas as maiores altas no período de 12 meses, como mostra a tabela abaixo:
| Variação do custo da alimentação fora do domicílio | |||
| Capital | Outubro | Acumulado do ano | Acumulado de 12 meses |
| Rio de Janeiro | 0,91% | 8,26% | 10,03% |
| Porto Alegre | 0,47% | 5,54% | 9,01% |
| Belo Horizonte | 0,57% | 7,11% | 8,59% |
| Recife | 0,70% | 4,99% | 7,67% |
| São Paulo | 0,77% | 6,45% | 7,28% |
| Distrito Federal | 0,72% | 7,29% | 8,40% |
| Belém | 0,69% | 4,32% | 5,52% |
| Fortaleza | 0,80% | 7,78% | 10,33% |
| Salvador | 1,59% | 5,86% | 9,23% |
| Curitiba | 1,28% | 8,22% | 8,66% |
| Goiânia | 0,34% | 4,83% | 4,63% |
| Nacional |
0,82% |
6,67% | 8,20% |
Fonte: IBGE
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Alimentação em casa
No domicílio, Goiânia é a capital onde os preços estão mais elevados, com alta acumulada no ano de 7,30%, acima da média nacional, que registrou aumento de 5,54%.
Ainda considerando o índice geral,m 12 meses, a alimentação feita em casa ficou 5,65% mais cara, com destaque para Distrito Federal, onde os preços ficaram 7,35% mais altos no período para se preparar a refeição no lar.
No décimo mês do ano, frente a setembro, houve alta de 2,18% nos preços dos itens do grupo alimentação no domicílio. Nessa análise, todas as capitais registraram alta, com destaque para Belo Horizonte, onde foi verificada alta de 3,63% no mês.