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O radar corporativo desta terça-feira (18) tem como destaque os impactos do pedido de recuperação judicial da Casas Bahia (BHIA3). A Positivo (POSI3) disse que exposição à Casas Bahia é baixa.
Além disso, a Ecopetrol conclui aquisição do controle da Brava (BRAV3).
Taesa (TAEE11) adiciona R$ 5,4 milhões em RAP com energização de Tangará.
Fitch rebaixa Braskem (BRKM5) para ‘RD’ (Inadimplência Restrita) por não pagamento de juros.
Confira mais destaques:
Positivo (POSI3) e Casas Bahia (BHIA3)
A empresa de computadores e produtos eletrônicos Positivo Tecnologia (POSI3) afirmou que não espera impacto material em suas contas decorrente do pedido de recuperação judicial da rede varejista Casas Bahia (BHIA3).
A companhia afirmou em comunicado ao mercado que o saldo atual de contas a receber do grupo Casas Bahia é de cerca de R$19 milhões e que a totalidade está coberta por seguro de crédito.
Taesa (TAEE3, TAEE4 e TAEE11)
A Taesa (TAEE3, TAEE4 e TAEE11) informou que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) emitiu os Termos de Liberação relativos à energização do Compensador Síncrono da Subestação de Encruzo Novo na concessão Tangará Transmissora de Energia Elétrica.
Brava Energia (BRAV3)
A Brava Energia (BRAV3) informou que foram concluídas, nesta segunda-feira (18), a liquidação da oferta pública para aquisição de controle (OPA) da companhia pela Ecopetrol Investimentos do Brasil e a operação de aquisição privada de ações ordinárias de emissão da companhia, correspondentes a aproximadamente 26% do capital social da Brava.
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CSU Digital (CSUD3)
A CSU Digital recebeu de acionistas minoritários titulares de 4,46% do capital social um pedido de convocação de Assembleia Geral Extraordinária para eleger, em votação separada, um membro efetivo e seu suplente para o Conselho Fiscal, em substituição aos representantes dos minoritários eleitos em abril. O Conselho de Administração aprovou a convocação. A assembleia será realizada em 21 de setembro, às 10h, na sede da companhia, com possibilidade de voto a distância.
Grupo Toky (TOKY3)
O Grupo Toky, em recuperação judicial, informou que realizou em 12 de agosto um leilão na B3 para vender 1.006 ações provenientes de frações geradas pelo grupamento de ações na proporção de 4:1. A operação movimentou R$ 260,46 líquidos, a R$ 0,2590353058 por ação. O valor será disponibilizado aos acionistas titulares das frações em 27 de agosto, desde que o cadastro esteja atualizado.
AXIA Energia (AXIA3)
A AXIA Energia informou que 10.259.192 ações preferenciais classe C serão convertidas em ações ordinárias, na proporção de 1 para 1, em 18 de agosto. Em 24 de agosto, a companhia fará o resgate e cancelamento de outras 37.174.293 ações PNC. Após as operações, o capital social será composto por 2,347 bilhões de ações ordinárias, 569,1 milhões de PNC e uma golden share da União.
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Braskem (BRKM5)
A Fitch Ratings rebaixou os ratings de emissor da Braskem para RD (Inadimplência Restrita), frente à classificação C, após a confirmação de inadimplência no pagamento de juros de obrigações financeiras e o fim do período de carência sem regularização.
A decisão, segundo a agência, reflete os esforços da companhia para preservar liquidez enquanto negocia uma reestruturação mais ampla da dívida com credores.