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SÃO PAULO – Por conta da diminuição do preço, o camarão está deixando de ser um artigo de luxo e caindo no gosto dos brasileiros, de acordo com o economista da Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), Flávio Godas.
Para se ter uma idéia, de janeiro a novembro deste ano, a companhia já vendeu 996 toneladas do produto, contra 992 toneladas em todo o ano passado. A expectativa é que 1.100 toneladas sejam alcançadas até o fim de 2007.
Preços
Segundo Godas, o preço do camarão caiu, em média, 30% entre janeiro e setembro deste ano. “Para 2007 como um todo, é esperada uma redução em torno de 15%”, afirma Godas. E no ano que vem, o custo do produto deve ficar de 5% a 8% menor.
No entanto, o economista faz uma advertência para quem quer rechear a mesa de fim de ano de camarões: agora não é um bom momento para a compra, justamente pela alta procura, que faz os preços tradicionalmente irem para cima.
De acordo com a cotação da Ceagesp, o quilo do camarão ferro de segunda, que custava R$ 9 no atacado no último dia 3, passou para R$ 11 no dia 17. Já o do camarão rosa grande avançou de R$ 42,50 para R$ 49 no período.
Dicas
Conforme ensina a Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), para reduzir os riscos de contaminação, não compre em locais em que o freezer não indique a temperatura. Nem se a temperatura estiver acima de 18 graus negativos.
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Além disso, no momento de guardar o alimento na geladeira ou durante o preparo, saiba que as carnes podem contaminar outros produtos, de forma indireta, pelo contato com os utensílios da cozinha.
Por isso, coloque-as na geladeira só depois de fechá-las completamente em um recipiente de plástico ou de embalá-las com um filme plástico. Durante o preparo, evite o contato com outros alimentos e, depois, lave bem as mãos e os utensílios de cozinha com água e sabão.