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SÃO PAULO – A extensão do corte de impostos nos EUA por dois anos – que totalizam US$ 858 bilhões – agora depende apenas do presidente Barack Obama, uma vez que a câmara dos representantes aprovou as medidas na última quinta-feira (16) à noite, ao passo que o senado já havia votado a favor na quarta-feira.
A assinatura de Obama é bastante provável, uma vez que as medidas em votação contemplam diversos pontos que foram acordados entre o próprio presidente e o partido Republicano, tais como a extensão do seguro desemprego por 13 meses, o corte de dois pontos percentuais sobre impostos nos salários por dois anos e a volta do imposto de 35% para as propriedades cujo valor supera os US$ 5 milhões.
Críticas de democratas
Apesar da aprovação por 277 votos a favor contra 148 votos, membros do partido democrata consideraram que as medidas foram muito generosas para os mais ricos, já que defendiam um imposto com alíquota de 45% para os imóveis acima de US$ 3,5 milhões.