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A Caixa Seguridade (CXSE3) encerrou o último pregão (5) em baixa de 1,52%, cotada a R$ 19,43, e aprofundou a correção iniciada após a renovação da máxima histórica em R$ 22,14.
Dessa forma, o gráfico diário ainda apresenta predomínio vendedor, com o papel abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos e próximo de uma faixa importante de suporte entre R$ 19,28 e R$ 18,91.
No médio prazo, a estrutura permanece construtiva, amparada pela valorização acumulada de 23,85% em 2026, mas a sequência recente de quedas mostra perda de força compradora.
Para o curtíssimo prazo, o mercado acompanha a divulgação dos resultados trimestrais da Caixa Seguridade, prevista para 10/08.
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Análise técnica Caixa Seguridade (CXSE3)
Pelo gráfico diário, observo que a Caixa Seguridade permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que reforça o movimento corretivo e mantém o viés vendedor no curto prazo. O principal ponto de atenção está na região formada pelos suportes de R$ 19,28 e R$ 18,91.
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A perda dessa faixa, especialmente se acompanhada por aumento do volume vendedor, poderá intensificar a correção e abrir caminho para R$ 17,62. Abaixo desse patamar, os próximos pontos de sustentação aparecem em R$ 16,96, R$ 16,60 e R$ 15,83.

Para que o cenário técnico comece a melhorar, considero necessário recuperar inicialmente as médias móveis e superar a resistência de R$ 20,03. A confirmação acima de R$ 20,94 fortaleceria a reação compradora e permitiria uma nova tentativa de avanço até a máxima histórica de R$ 22,14.
O IFR de 14 períodos está em 37,98 pontos, dentro da zona neutra. Embora o indicador se aproxime da região de sobrevenda, ainda não apresenta, isoladamente, uma confirmação de reversão. Assim, minha leitura permanece cautelosa enquanto o papel estiver abaixo das médias e de R$ 20,03, com atenção especial à sustentação de R$ 19,28/R$ 18,91.
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Suportes: R$ 19,28; R$ 18,91; R$ 17,62; R$ 16,96; R$ 16,60; R$ 15,83.
Resistências: R$ 20,03; R$ 20,94; máxima histórica em R$ 22,14.
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Análise de médio prazo
No acumulado de 2026, as ações da Caixa Seguridade registram valorização de 23,85%, negociadas atualmente a R$ 19,43. Pelo gráfico semanal, observo que o ativo ainda preserva uma tendência positiva no médio prazo, apesar da realização de lucros iniciada depois do teste da máxima histórica de R$ 22,14.
O papel caminha para registrar a terceira semana consecutiva de baixa e negocia entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mostra enfraquecimento do impulso comprador, mas ainda pode ser interpretada como uma correção dentro da estrutura de alta construída ao longo do ano.
Para retomar a trajetória positiva, considero importante recuperar a região das médias móveis e voltar a testar R$ 22,14. O rompimento da máxima histórica, preferencialmente acompanhado por maior volume comprador, abriria espaço para os alvos projetados em R$ 24,50, R$ 25,35, R$ 27,30 e R$ 30,00.
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Em sentido contrário, a perda de R$ 18,91 representaria um sinal de enfraquecimento mais relevante e poderia ampliar a correção. Nesse cenário, os próximos suportes aparecem em R$ 16,60, R$ 14,86, R$ 13,42, R$ 12,17 e R$ 11,44.
O IFR de 14 períodos está em 57,54 pontos, dentro da zona neutra e sem indicar sobrecompra ou sobrevenda. Minha leitura para o médio prazo continua construtiva, mas a reação na região das médias será importante para impedir uma correção mais profunda. A superação de R$ 22,14 devolverá força à tendência de alta, enquanto a perda de R$ 18,91 elevará o risco de continuidade do movimento vendedor.
Suportes: R$ 18,91; R$ 16,60; R$ 14,86; R$ 13,42; R$ 12,17; R$ 11,44.
Resistências: máxima histórica em R$ 22,14; alvos projetados em R$ 24,50; R$ 25,35; R$ 27,30; R$ 30,00.
(Rodrigo Paz é analista técnico)
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