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O BTG Pactual (BPAC11) registrou lucro líquido contábil recorde de R$ 4,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 7,2% na comparação trimestral e de 22,2% em relação ao 2T25. Já o lucro líquido ajustado foi de R$ 5,142 bilhões, crescimento de 22,6% sobre o mesmo período do ano passado.
O resultado foi acompanhado por receitas de R$ 10,4 bilhões, crescimento de 4% ante o 1T26 e de 15,9% em um ano, e ROAE (retorno sobre o patrimônio líquido médio) de 26,7%.
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No primeiro semestre, o banco acumulou lucro líquido de R$ 10 bilhões, avanço de 31,4% sobre os seis primeiros meses de 2025, enquanto as receitas somaram R$ 20,3 bilhões, alta de 24,2%.
Entre os destaques do trimestre, o Corporate Lending teve receita recorde de R$ 2,5 bilhões, alta de 18,7% em um ano, enquanto o Consumer Finance & Banking avançou 37,4% no trimestre, para R$ 1,55 bilhão. Já Investment Banking teve queda de 46,1% na receita anual, para R$ 421,4 milhões, refletindo a menor atividade no mercado de dívida.
As despesas operacionais somaram R$ 4,28 bilhões, alta de 1,2% no trimestre, levando o índice de eficiência ajustado a 37,1%. A carteira de crédito total atingiu R$ 366,6 bilhões, crescimento de 24% em 12 meses.