Publicidade
SÃO PAULO – À procura de maior representatividade no cenário financeiro internacional, o grupo Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) luta pela criação de um sistema monetário “mais diversificado”, dada a elevada dependêncoa do dólar.
Nesse sentido, o presidente brasileiro Luis Inácio Lula da Silva, o presidente russo Dimitry Medvedev, o premiê chinês Hu Jintao e o primeiro-ministro indiano Manmohan Singh almejam comprar títulos e divisas dos próprios países do Bric, como forma de mutualismo entre as economias.
Evidenciando o descompasso entre a significância financeira do Bric e sua posição na geopolítica do mundo, um dado curioso: o grupo corresponde a aproximadamente 15% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial, mas possui nada menos que 42% das reservas internacionais (US$ 2,8 trilhões), graças principalmente à compra de Treasuries por Pequim.