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BRF responde a questionamentos da Petros sobre aumento de capital; proventos da Raízen e mais destaques

Confira os destaques do noticiário corporativo na sessão desta segunda-feira (3)

Por  Equipe InfoMoney -

Correção: A Raízen aprovou um total em JCP de R$ 227,8 milhões, correspondendo ao valor bruto de R$ 0,02 por ação. Os acionistas posicionados até 5 de janeiro de 2022 serão contemplados e o pagamento será efetuado no exercício de 2022, em data ainda a ser definida.

O noticiário corporativo desta segunda-feira (03) tem como destaque a BRF (BRFS3), que defendeu o aumento de capital após questionamentos do fundo Petros. Além disso, a Magazine Luiza (MGLU3) viu sua capacidade de armazenagem subir 30% no ano passado.

A Raízen (RAIZ4) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP). Já a B3 (B3SA3) ajustou os valores a serem pagos a título de dividendos.

A Kora Saúde, por sua vez, adquiriu 100% das ações representativas do capital social do Hospital São Francisco, localizado em Ceilândia.

Confira os destaques:

BRF (BRFS3)

A BRF (BRFS3) defendeu, em resposta aos questionamentos da Petros, o aumento de capital por meio de follow on.

Segundo comunicado, a proposta de aumento de capital será votada na Assembleia Geral Extraordinária convocada para o próximo dia 17.

Desde junho de 2021, a BRF tem percebido uma forte evolução de sua dívida bruta nominal, fundamentalmente pela variação cambial e geração de caixa em 2021, com nível de liquidez estável.  Assim, a dívida líquida saltou de R$14,7 bilhões em 30 de junho de 2021 para R$16,7 bilhões em 30 de setembro de 2021.  No mesmo período, o indicador de alavancagem líquida  saiu  de  2,76x  EBITDA  dos  últimos  12  meses  para  3,06x.  

A administração diz que vê  com preocupação o nível de alavancagem líquida no curto/médio prazo, ainda que teoricamente possa haver elevação do EBITDA nominal da Companhia e apesar de todas as contramedidas adotadas, incluindo, recentemente, a extinção do put e reconfiguração de nossa sociedade na Banvit com a Qatar Investment Authority (QIA).

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Magazine Luiza (MGLU3)

O Magazine Luiza começou a operar neste fim de ano o maior centro de distribuição da rede, em Guarulhos (SP). Com 100 mil metros quadrados, começou a ser planejado há cerca de três anos para atender ao aumento da demanda da companhia. Com essa e outras unidades abertas em 2021, a capacidade de armazenagem do Magalu cresceu em 30% no ano. A empresa chega em dezembro com 21 CDs e 1 milhão de m² de área para estocagem. Considerando as lojas, até 2023 a companhia espera ter 2 milhões de m² no total.

A inauguração ocorreu no fim de um ano considerado particularmente difícil para as varejistas. Depois de um forte crescimento nas vendas digitais em 2020, o desempenho em 2021 foi marcado pelo fim do impacto do auxílio emergencial, pela alta da inflação e pela continuidade dos indicadores ruins de emprego e renda. A negociação das ações dessas empresas na Bolsa espelhou esses problemas. O Magalu fechou o ano com o pior desempenho do Ibovespa, principal indicador da B3, com queda de 71%.

Petrobras (PETR3; PETR4)

A Petrobras (PETR3;PETR4) assinou na última quinta-feira (30) com a Ubuntu contratos para a venda da totalidade de sua participação na concessão PAR-T-218_R12, localizado na Bacia do Paraná. 

O valor total dessas transações é de US$ 32 mil e o fechamento está sujeito ao cumprimento de condições precedentes e a aprovação pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Raízen (RAIZ4)

O Conselho de Administração da Raízen aprovou a declaração de Juros Sobre Capital Próprio (JCP), no valor bruto de R$ 0,022011100299128 por ação.

O referido JCP terá como base de cálculo a posição acionária de 5 de janeiro de 2022. O pagamento do JCP ocorrerá em data a ser definida.

B3 (B3SA3)

A B3 (B3SA3) comunicou que os valores atribuídos por ação relacionados aos dividendos referentes ao terceiro trimestre de 2021 foram ajustados de R$ 0,14945197 para R$ 0,14945153.

Gol (GOLL4)

A Gol (GOLL4), em continuidade às informações divulgadas no fato Relevante de 8 de junho de 2021 referente à aquisição da MAP Transportes Aéreos Ltda. pela companhia, informa que, em 30 de dezembro de 2021, foi emitido o Despacho SG n.º 1929/2021, por meio do qual a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (“CADE”) aprovou a operação sem restrições.

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“Nos termos da legislação aplicável, a decisão de aprovação se tornará definitiva no prazo de 15 dias corridos a partir de sua publicação, não havendo recurso de terceiros ou avocação pelo Tribunal do CADE. A íntegra do Despacho e os demais documentos de natureza pública acerca da análise realizada pelo CADE poderão ser acessados no endereço eletrônico da autarquia”, apontou a aérea em comunicado.

Kora (KRSA3)

A Kora Saúde (KRSA3) celebrou  um  contrato  de  compra  e venda para a aquisição de 100% das ações representativas do capital social da Serviços Hospitalares Yuge (Hospital São Francisco), localizada em Ceilândia, no Distrito Federal, incluindo todos os imóveis da companhia, bem como as áreas adjacentes para futuras expansões.

A companhia assumiu a obrigação de pagar aos vendedores o preço de aquisição de R$ 330 milhões,  sendo  R$ 250 milhões no fechamento da operação e R$ 80 milhões em até 5 anos.

Klabin (KLBN11

A Klabin (KLBN11) contratou linha de crédito de US$ 447 milhões até 2024 para equipamentos de Puma II.

Os bancos envolvidos na operação são Banco Santander, JPMorgan  Chase  Bank, Bank  of  America, e Citibank.

Alpargatas (ALPA4)

A Alpargatas (ALPA4) fechou venda de participação na Osklen para a Dass por R$ 400 milhões.

Wiz (WIZS3) e BRB (BSLI3; BSLI4

A Wiz (WIZS3) e BRB (BSLI4; BSLI3) fecharam parceria para distribuir seguros por 20 anos, com aval do Banco Central.

PetroRecôncavo (RECV3)

A PetroRecôncavo (RECV3) fechou acordo com Petrobras para compra de gás natural processado produzido em todos os campos dos Polos Remanso e Miranga, na saída da unidade de tratamento de gás de Catu (UTG Catu).

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O contrato possibilita a antecipação do acesso às infraestruturas necessárias para a comercialização da produção de gás natural e derivados líquidos na Bahia, de forma independente, a partir de sábado (1º).

SLC (SLCE3)

A SLC Agrícola (SLCE3) informou que a reorganização societária envolveu a transferência de 10 milhões de ações ordinárias de emissão da companhia para integrantes da família Logemann.

Assim, a operação acarretou a redução da participação direta detida pela SLC Participações na companhia, bem como da participação indireta detida pelas cinco holdings formadas pela família Logemann para gerir a participação societária na SLC Participações.

CESP (CESP6)

A CESP (CESP6) informou que os acionistas controladores indiretos da companhia, Votorantim, SF Fifty Six Participações, Votorantim Geração de Energia, CPP Investments e, como interveniente anuente, VTRM Energia Participações, assinaram acordo de investimento regulando, de forma definitiva os termos e condições da reorganização societária divulgada em outubro de 2021.

O acordo estabelece a incorporação da totalidade das ações de emissão da CESP pela VTRM, excluídas as ações que sejam de sua titularidade ou que estejam na tesouraria da companhia, de forma que, com a efetivação da operação, a CESP passará a ser subsidiária integral da VTRM e ocorrerá o resgate das ações preferenciais e a listagem da VTRM no segmento especial de listagem do Novo Mercado da B3.

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