Bradesco, Cogna, Ultra, Axia, Vivara, Inter e mais ações para acompanhar hoje

Confira os principais destaques do noticiário corporativo desta quinta-feira (7)

Felipe Moreira

Ativos mencionados na matéria

Painéis eletrônicos na B3, em São Paulo - 10/07/2025 (Foto: REUTERS/Alexandre Meneghini)
Painéis eletrônicos na B3, em São Paulo - 10/07/2025 (Foto: REUTERS/Alexandre Meneghini)

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O radar corporativo desta quinta-feira (7) tem como destaque o balanço do Bradesco (BBDC4), Axia (AXIA3), Rede D’or (RDOR3), Brava (BRAV3), Vibra (VBBR3), Ultrapar (UGPA3), Riachuelo (RIAA3), Porto (PSSA3), Cogna (COGN3) e mais empresas.

Já a Vivara (VIVA3) aprovou recompra de ações.

Confira mais destaques:

Inter&Co ⁠(INBR32)

A Inter&Co ⁠(INBR32) registrou lucro líquido de R$394,8 ‌milhões no primeiro trimestre, alta de 38% em relação ao ‌mesmo período do ano passado, informou nesta quinta-feira a holding que controla o Banco Inter e a subsidiária Inter&Co ⁠Payment

O ‌retorno sobre o patrimônio ⁠líquido ficou em 15,5%, acréscimo de 2,63 pontos percentuais na comparação anual.

Bradesco (BBDC4)

Bradesco (BBDC4) apresentou lucro líquido recorrente de R$ 6,8 bilhões no período, com alta de 16,1% na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado veio em linha com projeção de analistas ouvidos pela LSEG (R$ 6,7 bilhões).

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O ROAE (Retorno sobre Patrimônio Líquido Médio) ficou em 15,8% no trimestre, com avanço de 1,4 ponto percentual em relação ao observado no primeiro trimestre de 2025.

⁠Vivara (VIVA3)

A ⁠Vivara (VIVA3) anunciou ‌na noite de quarta-feira ‌que o seu conselho de administração ⁠aprovou ‌um ⁠novo programa de recompra de ações que ​contempla até 12,4 milhões ​de ações ordinárias, representando 10% dos ‌seus ​papéis em circulação.

Axia Energia (AXIA3)

A Axia Energia registrou um lucro líquido ajustado de R$3,7 bilhões no primeiro trimestre, revertendo a perda de R$80 milhões registrada um ano antes, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira.

Em relatório, a companhia atribuiu o salto no resultado trimestral a um aumento da receita da unidade de geração, com uma margem de contribuição maior em meio à alta de preços de energia de curto prazo.

Ultrapar (UGPA3)

A Ultrapar (UGPA3) registrou lucro líquido de R$ 914 milhões no primeiro trimestre de 2026. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, a alta foi de 151%. Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira (06) após o fechamento dos mercados.

O lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado quase dobrou, com uma alta superior a 96%, a R$ 2,3 bilhões. A companhia atribuiu o aumento aos resultados da Ipiranga e consolidação da Hidrovias.

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Minerva Foods (BEEF3)

A Minerva Foods (BEEF3), maior exportadora de carne bovina da América do Sul, reportou nesta quarta-feira lucro líquido de R$87,3 milhões no primeiro trimestre, redução de 52,8% em relação ao mesmo período do ano passado devido a impactos financeiros, enquanto a companhia teve abates menores e lidou com preços mais altos do boi.

Cogna (COGN3)

A Cogna (COGN3) divulgou seus resultados do primeiro trimestre de 2026 na noite desta quinta-feira (6). A companhia educacional apresentou lucro líquido de R$ 141,4 milhões no período, com alta de 48,7% na comparação com o mesmo período de 2025.

Na modalidade ajustada, o lucro chegou a R$ 200,8 milhões, com crescimento de 30% quando comparado com o primeiro trimestre de 2025. O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) recorrente teve crescimento de 22,2%, em R$ 679,6 milhões no primeiro período de 2026.

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Rede D’Or (RDOR3)

⁠A Rede D’Or (RDOR3), maior ‌rede de hospitais listada em bolsa ‌do país, registrou lucro líquido de R$ 1 bilhão no primeiro trimestre de 2026, ⁠desempenho ‌5,5% inferior ⁠ao resultado obtido no mesmo período de 2025, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira.

O ​lucro antes de juros, impostos, depreciação ​e amortização (Ebitda) foi de R$ 3,3 bilhões, crescimento de 23,2% na comparação ‌ano a ano.

Vibra (VBBR3)

A Vibra (VBBR3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 1,5 bilhão no primeiro trimestre de 2026. O valor representa uma alta de 63% em relação ao mesmo período do ano passado. A companhia divulgou o balanço do trimestre nesta quarta-feira (6) após o fechamento dos mercados.

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O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado avançou 58% no primeiro trimestre em comparação ao 1T25, a R$ 3,2 bilhões, com volumes de vendas de 8.737 mil m³ e margem Ebitda ajustada de R$ 350/m³. A margem representou um aumento de 62% ao ano. A alavancagem no período ficou a 2,0x.

Brava Energia (BRAV3)

A petrolífera Brava Energia (BRAV3) teve prejuízo líquido de R$350 milhões no primeiro trimestre, revertendo o resultado positivo de R$829 milhões obtido um ano antes, segundo balanço publicado nesta quarta-feira.

A companhia divulgou um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$1,6 bilhão, crescimento de 52% na mesma comparação.

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Riachuelo (RIAA3)

A Riachuelo (RIAA3) reportou lucro líquido de R$ 5 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o prejuízo registrado nos primeiros trimestres dos últimos seis
anos.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) consolidado cresceu 14,1% na comparação com o mesmo período em 2025, alcançando R$ 268 milhões. A margem Ebitda consolidada também teve alta de 11,5%, um crescimento de 0,7 ponto percentual (p.p.) na comparação com o ano anterior.

Porto (PSSA3)

A Porto (PSSA3) divulgou seu balanço do primeiro trimestre de 2026 na manhã desta quinta-feira (7). A companhia reportou lucro líquido recorrente de R$ 958 milhões, com alta de 15% na comparação com o mesmo período do ano passado. O crescimento de dois dígitos na linha acontece pelo quinto trimestre consecutivo.

Vitru Educação ⁠(VTRU3)

A Vitru Educação ⁠(VTRU3) registrou um lucro líquido ‌ajustado de R$ 91,8 milhões no primeiro trimestre de 2026, ‌crescimento de 24,1% em relação ao mesmo período no ano anterior.

Taesa (TAEE11)

A ⁠Taesa (TAEE11) registrou lucro ‌líquido regulatório de R$192,6 milhões ‌no primeiro trimestre de 2026, alta de 2,3% ⁠na ‌comparação ⁠anual.

Automob (AMOB3)

A Automob (AMOB3) registrou ⁠um prejuízo líquido de ‌R$ 56,7 milhões no primeiro trimestre de 2026, em ‌comparação com um prejuízo de R$ 25 milhões no mesmo período do ano anterior.

Conforme balanço publicado ⁠na ‌noite de quarta-feira, ⁠o aumento do prejuízo foi causado pelo crescimento de R$14,8 milhões das despesas financeiras ​devido ao aumento das taxas de juros, bem ​como pela variação de R$9,6 milhões no imposto de renda diferido.

Vamos (VAMO3)

A Vamos (VAMO3) apresentou seus resultados na noite desta quarta-feira (6). A companhia teve lucro líquido de R$ 86,6 milhões, com queda de 19,7% na comparação com o mesmo período de 2025. Na comparação trimestral, no entanto, a linha apresentou alta de 11,6%.

A recuperação trimestral é fruto de inflexão ocorrida no terceiro trimestre de 2025, de acordo com a mensagem da companhia que acompanha o balanço divulgado, com melhoras operacionais que vem sendo entregues nos últimos períodos.

Mills (MILS3)

A Mills Locação teve lucro líquido de R$197 milhões de janeiro ao final de março, um salto ante o resultado positivo de R$ 68 milhões obtido no mesmo período de 2025, segundo balanço publicado pela empresa de aluguel de equipamentos elevatórios nesta quarta-feira.

A empresa, que afirma ser a maior do setor na América Latina, teve resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$235 milhões, crescimento de cerca de 14% na comparação anual, com margem subindo de 50,1% para 51%.

Mater Dei (MATD3)

A rede de hospitais Mater Dei teve lucro líquido ajustado de R$ 36 milhões no primeiro trimestre, avanço sobre os R$ 20 milhões em resultado positivo obtido no mesmo período do ano passado, segundo balanço publicado nesta quarta-feira.

O Ebitda, ou resultado operacional, da companhia no período cresceu 34,6% em termos ajustados, para R$130 milhões, com a margem passando de 19,3% para 22,6%.

Espaçolaser (ESPA3)

A Espaçolaser (ESPA3) reportou nesta quarta-feira lucro líquido ajustado de R$19 milhões no primeiro trimestre do ano, queda de 17% ante o mesmo período de 2025, pressionado pelo resultado financeiro, enquanto a receita líquida ficou praticamente estável.

Panvel (PNVL3)

O Grupo Panvel (PNVL3) teve lucro líquido ajustado de R$ 38,5 milhões no primeiro trimestre, alta de 38,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo balanço publicado nesta quarta-feira.

Totvs (TOTS3)

A Totvs teve ‌lucro líquido ajustado de R$ 252 milhões no ‌primeiro trimestre de 2026, valor 17% superior ao registrado no mesmo ⁠período ‌do ano ⁠anterior, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira.

Smart Fit (SMFT3)

A Smart Fit (SMFT3) divulgou o balanço do primeiro trimestre de 2026, com lucro líquido recorrente de R$ 207 milhões em comparação ao mesmo período do ano anterior. O valor equivale a uma alta expressiva de 47% ao ano na companhia líder no setor fitness na América Latina.

A receita líquida também teve uma alta relevante no período, subindo 25%, a R$ 2,1 bilhões. De acordo com a companhia, o resultado foi impulsionado pelo avanço de 20% na receita das academias da marca própria e o crescimento na linha de “Outras”.

Ânima (ANIM3)

A Ânima (ANIM3) divulgou o balanço do primeiro trimestre de 2026, com lucro líquido ajustado de R$ 124,8 milhões. O dado representa uma alta de 8,4% em relação ao mesmo período no ano anterior. Os resultados foram apresentados nesta quarta-feira (06).

Sem ajustes, o lucro líquido ficou em R$ 139 milhões, com ligeira queda de 0,9% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Auren Energia (AURE3)

A Auren Energia (AURE3) registrou prejuízo no início de 2026 em meio a um cenário mais desafiador para o setor brasileiro de geração de energia, mas segue ativa na área de comercialização e tem conseguido obter ganhos a partir de seu portfólio diversificado de usinas, disseram executivos da companhia à Reuters.

Whirlpool

A Whirlpool registrou prejuízo líquido de US$ 85 milhões no primeiro trimestre de 2026, ou US$ 0,56 ajustado por ação. A previsão de especialistas da FactSet era de lucro de US$ 0,38 por ação. Para todo o ano de 2026, a Whirlpool prevê um ganho por ação entre US$ 3 e US$ 3,50.