Publicidade
O radar corporativo desta quinta-feira (7) tem como destaque o balanço do Bradesco (BBDC4), Axia (AXIA3), Rede D’or (RDOR3), Brava (BRAV3), Vibra (VBBR3), Ultrapar (UGPA3), Riachuelo (RIAA3), Porto (PSSA3), Cogna (COGN3) e mais empresas.
Já a Vivara (VIVA3) aprovou recompra de ações.

Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta quinta
Índices futuros dos EUA operam estáveis

Encontro Lula-Trump, produção industrial, desemprego nos EUA e mais destaques hoje
InfoMoney reúne as principais informações que devem movimentar os mercados nesta quinta-feira (07)
Confira mais destaques:
Inter&Co (INBR32)
A Inter&Co (INBR32) registrou lucro líquido de R$394,8 milhões no primeiro trimestre, alta de 38% em relação ao mesmo período do ano passado, informou nesta quinta-feira a holding que controla o Banco Inter e a subsidiária Inter&Co Payment
O retorno sobre o patrimônio líquido ficou em 15,5%, acréscimo de 2,63 pontos percentuais na comparação anual.
Bradesco (BBDC4)
Bradesco (BBDC4) apresentou lucro líquido recorrente de R$ 6,8 bilhões no período, com alta de 16,1% na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado veio em linha com projeção de analistas ouvidos pela LSEG (R$ 6,7 bilhões).
Continua depois da publicidade
O ROAE (Retorno sobre Patrimônio Líquido Médio) ficou em 15,8% no trimestre, com avanço de 1,4 ponto percentual em relação ao observado no primeiro trimestre de 2025.
- Confira o calendário de resultados do 1º trimestre de 2026 da Bolsa brasileira
- Temporada de balanços do 1T26 em destaque: veja ações e setores para ficar de olho
Vivara (VIVA3)
A Vivara (VIVA3) anunciou na noite de quarta-feira que o seu conselho de administração aprovou um novo programa de recompra de ações que contempla até 12,4 milhões de ações ordinárias, representando 10% dos seus papéis em circulação.
Axia Energia (AXIA3)
A Axia Energia registrou um lucro líquido ajustado de R$3,7 bilhões no primeiro trimestre, revertendo a perda de R$80 milhões registrada um ano antes, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira.
Em relatório, a companhia atribuiu o salto no resultado trimestral a um aumento da receita da unidade de geração, com uma margem de contribuição maior em meio à alta de preços de energia de curto prazo.
Ultrapar (UGPA3)
A Ultrapar (UGPA3) registrou lucro líquido de R$ 914 milhões no primeiro trimestre de 2026. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, a alta foi de 151%. Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira (06) após o fechamento dos mercados.
O lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado quase dobrou, com uma alta superior a 96%, a R$ 2,3 bilhões. A companhia atribuiu o aumento aos resultados da Ipiranga e consolidação da Hidrovias.
Continua depois da publicidade
Minerva Foods (BEEF3)
A Minerva Foods (BEEF3), maior exportadora de carne bovina da América do Sul, reportou nesta quarta-feira lucro líquido de R$87,3 milhões no primeiro trimestre, redução de 52,8% em relação ao mesmo período do ano passado devido a impactos financeiros, enquanto a companhia teve abates menores e lidou com preços mais altos do boi.
Cogna (COGN3)
A Cogna (COGN3) divulgou seus resultados do primeiro trimestre de 2026 na noite desta quinta-feira (6). A companhia educacional apresentou lucro líquido de R$ 141,4 milhões no período, com alta de 48,7% na comparação com o mesmo período de 2025.
Na modalidade ajustada, o lucro chegou a R$ 200,8 milhões, com crescimento de 30% quando comparado com o primeiro trimestre de 2025. O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) recorrente teve crescimento de 22,2%, em R$ 679,6 milhões no primeiro período de 2026.
Continua depois da publicidade
Rede D’Or (RDOR3)
A Rede D’Or (RDOR3), maior rede de hospitais listada em bolsa do país, registrou lucro líquido de R$ 1 bilhão no primeiro trimestre de 2026, desempenho 5,5% inferior ao resultado obtido no mesmo período de 2025, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de R$ 3,3 bilhões, crescimento de 23,2% na comparação ano a ano.
Vibra (VBBR3)
A Vibra (VBBR3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 1,5 bilhão no primeiro trimestre de 2026. O valor representa uma alta de 63% em relação ao mesmo período do ano passado. A companhia divulgou o balanço do trimestre nesta quarta-feira (6) após o fechamento dos mercados.
Continua depois da publicidade
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado avançou 58% no primeiro trimestre em comparação ao 1T25, a R$ 3,2 bilhões, com volumes de vendas de 8.737 mil m³ e margem Ebitda ajustada de R$ 350/m³. A margem representou um aumento de 62% ao ano. A alavancagem no período ficou a 2,0x.
Brava Energia (BRAV3)
A petrolífera Brava Energia (BRAV3) teve prejuízo líquido de R$350 milhões no primeiro trimestre, revertendo o resultado positivo de R$829 milhões obtido um ano antes, segundo balanço publicado nesta quarta-feira.
A companhia divulgou um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$1,6 bilhão, crescimento de 52% na mesma comparação.
Continua depois da publicidade
Riachuelo (RIAA3)
A Riachuelo (RIAA3) reportou lucro líquido de R$ 5 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o prejuízo registrado nos primeiros trimestres dos últimos seis
anos.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) consolidado cresceu 14,1% na comparação com o mesmo período em 2025, alcançando R$ 268 milhões. A margem Ebitda consolidada também teve alta de 11,5%, um crescimento de 0,7 ponto percentual (p.p.) na comparação com o ano anterior.
Porto (PSSA3)
A Porto (PSSA3) divulgou seu balanço do primeiro trimestre de 2026 na manhã desta quinta-feira (7). A companhia reportou lucro líquido recorrente de R$ 958 milhões, com alta de 15% na comparação com o mesmo período do ano passado. O crescimento de dois dígitos na linha acontece pelo quinto trimestre consecutivo.
Vitru Educação (VTRU3)
A Vitru Educação (VTRU3) registrou um lucro líquido ajustado de R$ 91,8 milhões no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 24,1% em relação ao mesmo período no ano anterior.
Taesa (TAEE11)
A Taesa (TAEE11) registrou lucro líquido regulatório de R$192,6 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 2,3% na comparação anual.
Automob (AMOB3)
A Automob (AMOB3) registrou um prejuízo líquido de R$ 56,7 milhões no primeiro trimestre de 2026, em comparação com um prejuízo de R$ 25 milhões no mesmo período do ano anterior.
Conforme balanço publicado na noite de quarta-feira, o aumento do prejuízo foi causado pelo crescimento de R$14,8 milhões das despesas financeiras devido ao aumento das taxas de juros, bem como pela variação de R$9,6 milhões no imposto de renda diferido.
Vamos (VAMO3)
A Vamos (VAMO3) apresentou seus resultados na noite desta quarta-feira (6). A companhia teve lucro líquido de R$ 86,6 milhões, com queda de 19,7% na comparação com o mesmo período de 2025. Na comparação trimestral, no entanto, a linha apresentou alta de 11,6%.
A recuperação trimestral é fruto de inflexão ocorrida no terceiro trimestre de 2025, de acordo com a mensagem da companhia que acompanha o balanço divulgado, com melhoras operacionais que vem sendo entregues nos últimos períodos.
Mills (MILS3)
A Mills Locação teve lucro líquido de R$197 milhões de janeiro ao final de março, um salto ante o resultado positivo de R$ 68 milhões obtido no mesmo período de 2025, segundo balanço publicado pela empresa de aluguel de equipamentos elevatórios nesta quarta-feira.
A empresa, que afirma ser a maior do setor na América Latina, teve resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$235 milhões, crescimento de cerca de 14% na comparação anual, com margem subindo de 50,1% para 51%.
Mater Dei (MATD3)
A rede de hospitais Mater Dei teve lucro líquido ajustado de R$ 36 milhões no primeiro trimestre, avanço sobre os R$ 20 milhões em resultado positivo obtido no mesmo período do ano passado, segundo balanço publicado nesta quarta-feira.
O Ebitda, ou resultado operacional, da companhia no período cresceu 34,6% em termos ajustados, para R$130 milhões, com a margem passando de 19,3% para 22,6%.
Espaçolaser (ESPA3)
A Espaçolaser (ESPA3) reportou nesta quarta-feira lucro líquido ajustado de R$19 milhões no primeiro trimestre do ano, queda de 17% ante o mesmo período de 2025, pressionado pelo resultado financeiro, enquanto a receita líquida ficou praticamente estável.
Panvel (PNVL3)
O Grupo Panvel (PNVL3) teve lucro líquido ajustado de R$ 38,5 milhões no primeiro trimestre, alta de 38,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo balanço publicado nesta quarta-feira.
Totvs (TOTS3)
A Totvs teve lucro líquido ajustado de R$ 252 milhões no primeiro trimestre de 2026, valor 17% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira.
Smart Fit (SMFT3)
A Smart Fit (SMFT3) divulgou o balanço do primeiro trimestre de 2026, com lucro líquido recorrente de R$ 207 milhões em comparação ao mesmo período do ano anterior. O valor equivale a uma alta expressiva de 47% ao ano na companhia líder no setor fitness na América Latina.
A receita líquida também teve uma alta relevante no período, subindo 25%, a R$ 2,1 bilhões. De acordo com a companhia, o resultado foi impulsionado pelo avanço de 20% na receita das academias da marca própria e o crescimento na linha de “Outras”.
Ânima (ANIM3)
A Ânima (ANIM3) divulgou o balanço do primeiro trimestre de 2026, com lucro líquido ajustado de R$ 124,8 milhões. O dado representa uma alta de 8,4% em relação ao mesmo período no ano anterior. Os resultados foram apresentados nesta quarta-feira (06).
Sem ajustes, o lucro líquido ficou em R$ 139 milhões, com ligeira queda de 0,9% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Auren Energia (AURE3)
A Auren Energia (AURE3) registrou prejuízo no início de 2026 em meio a um cenário mais desafiador para o setor brasileiro de geração de energia, mas segue ativa na área de comercialização e tem conseguido obter ganhos a partir de seu portfólio diversificado de usinas, disseram executivos da companhia à Reuters.
Whirlpool
A Whirlpool registrou prejuízo líquido de US$ 85 milhões no primeiro trimestre de 2026, ou US$ 0,56 ajustado por ação. A previsão de especialistas da FactSet era de lucro de US$ 0,38 por ação. Para todo o ano de 2026, a Whirlpool prevê um ganho por ação entre US$ 3 e US$ 3,50.