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BOVA11: Pressão vendedora sobre ETF pode seguir até abril, aponta análise técnica

Desde máxima histórica, no final de 2023, BOVA11 vem acumulando perdas

Rodrigo Petry

Desempenho do BOVA11, pelo gráfico diário, desde a máxima histórica, do final do ano passado. Fonte: Clear Trader

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O principal ETF da Bolsa brasileira, o BOVA11, que reflete a performance do Ibovespa, encontra-se “à beira de uma fase desafiadora”, sobretudo para investidores de pequeno e médio porte, que ingressaram desde o final do ano passado, segundo análise técnica elaborada pela Anova Research, no modelo de Wyckoff, a pedido do InfoMoney.

“Julgamos que o cenário de maior probabilidade é que a pressão vendedora se intensifique até início de abril, elevando o risco de uma capitulação mais ampla entre os participantes do mercado menos resilientes. Esse cenário poderia desencadear uma cascata de vendas, com stop-loss, exacerbando a queda do mercado”, aponta o estudo.

Entretanto, “esse momento crítico” também oferecerá a possibilidade de um ponto de inflexão para o BOVA11, que no final de dezembro do ano passado, atingiu sua máxima histórica, aos R$ 130,52. Desde então, o ETF acumula perdas de cerca de 4,6%. Nesta quarta-feira, o BOVA11 sobe 0,2%, por volta das 11h, com preço de R$ 124,38.

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“Uma absorção significativa das ofertas de venda deverá estabelecer um piso (para o BOVA11), abrindo caminho para uma recuperação subsequente”, aponta a análise, que enxerga essa “inflexão” entre os meses de março e abril (veja gráfico abaixo).

Modelo de Wyckoff aponta para possível volta da “acumulação” entre maio e junho

Análise técnica: BOVA11

“No curto prazo, existe uma forte necessidade de inclinar as escolhas para o lado do risco. A perspectiva de se beneficiar mais intensamente da retomada do mercado, quando a relação risco-oportunidade for favorável, novamente, aponta para o início do segundo trimestre”, aponta a análise.

A ANova acrescenta, sobre as projeções de curto prazo, que um movimento de alta, do ETF, estaria limitado, para o BOVA11, aos R$ 125,50 – antes de uma possível volta da “acumulação”.

Por fim, a análise reforça uma visão negativa sobre uma retomada estrutural do Ibovespa, já que a correção, iniciada em janeiro, deverá se “acentuar nas próximas” semanas.”

Modelo de Wyckoff

O estudo da ANova se baseia na análise técnica do modelo de Wyckoff, que busca antecipar os passos do mercado com base na estrutura de “acumulação” – período em que investidores institucionais ou grandes players compram ações, enquanto o preço está baixo ou estabilizado – ou “distribuição”, que é o movimento inverso.

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