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Boeing pressionada por negócio com Embraer, Petrobras vendendo ativos e mais destaques

Confira os destaques do noticiário corporativo desta quinta-feira (26)

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(Divulgação)
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SÃO PAULO – Destaques no noticiário corporativo desta quinta-feira estão com a Petrobras, que comunicou o começo da fase vinculante para a venda de dois blocos na Bacia do Espírito Santo, e estendeu até 15 de janeiro o prazo para as ofertas por quatro blocos na Bacia de Pelotas (RS).

Já a Eletrobras informou que encerrou-se o prazo para que sejam adquiridas as ações da sobra do aumento de capital da empresa. Quem comprou as ações deverá integralizá-las hoje e amanhã, enquanto quem fez a operação na B3 deverá pagá-las no dia 30.

Petrobras (PETR3 PETR4)

A Petrobras comunicou ao mercado que iniciou a fase vinculante da venda de dois blocos exploratórios em terra, na Bacia do Espírito Santo. Segundo a estatal, os interessados habilitados ao desinvestimento receberão carta-convite para participar do processo.

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A Petrobras detém 50% dos dois blocos e o restante é da Cowan Petróleo e Gás. Em outro comunicado divulgado na noite do dia 23, a Petrobras informou que estendeu até o dia 15 de janeiro de 2020 o prazo para as empresas manifestarem interesse em adquirir quatro blocos na Bacia de Pelotas (RS). Segundo a petrolífera, “não há prejuízo para as empresas que já manifestaram interesse”.

Eletrobras (ELET3 ELET6)

A Eletrobras publicou um aviso aos acionistas informando que acabou o prazo para o direito de subscrição das sobras das ações do aumento de capital da estatal, aprovado em 14 de novembro último. As sobras, ou ações não subscritas em novembro, foram oferecidas em dezembro: 29,7 milhões de ações ordinárias e 38,8 milhões de preferenciais.

A Eletrobras informou que “todos os investidores que solicitaram sobras durante o exercício de preferência terão seus pedidos atendidos”. A empresa também destacou que os investidores deverão integralizar as ações hoje (26) e amanhã (27).

Já os investidores que compraram as sobras na B3, deverão pagar no dia 30. No mesmo comunicado, a Eletrobras informou que pagará R$ 1,25 bilhão em dividendos aos seus acionistas até 31 de dezembro deste ano. Este dividendo é relativo ao ano de 2018 e receberão investidores que tinham ações até 29 de abril de 2019.

Embraer (EMBR3)

Segundo a agência de notícias Reuters, o novo presidente da Boeing, Dave Calhoun, em meio à crise dos aviões 737 Max, já enfrenta pressões de reguladores europeus sobre a compra do braço comercial da Embraer, considerada crucial para a estratégia de longo prazo da americana.

Autoridades da União Europeia que investigam a aquisição pediram que as empresas forneçam mais 1,5 milhão de páginas de documentos e dados referentes a 20 anos de vendas, disseram à Reuters duas pessoas a par do processo.

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Ainda segundo a agência de notícias, o tamanho do pedido mostra que há uma grande preocupação da Comissão Europeia com um acordo que, na avaliação dos reguladores europeus, reduz a competição no mercado global de jatos. Essa interpretação não é compartilhada por reguladores americanos.

Vale (VALE3)

A Vale contratou uma linha de crédito de US$ 3 bilhões, informou na manhã de hoje a empresa à CVM. Segundo a Vale, a linha tem cinco anos e foi contratada junto a um grupo de 16 bancos globais, incluídos Citigroup, Crédit Agricole, Sumitomo Mitsui, Bank of China, Bank of Montréal, Bank of America, HSBC e Banco do Brasil.

“Esta linha de crédito substituirá a linha de crédito de US$ 3 bilhões contratada em 2015 e que será cancelada. A Vale conta ainda com outra linha de US$ 2 bilhões, totalizando assim US$ 5 bilhões de crédito rotativo”, informou a mineradora. Segundo a Vale, o crédito rotativo pode ser usado para garantir a liquidez da empresa e de algumas das suas subsidiárias.

Tupy (TUPY3)

A Tupy informou que sua nota na agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) não foi afetada após a empresa anunciar a aquisição da fundição Teksid, que comprou da FCA (Fiat Chrysler Automobiles). Segundo a Tupy, seu rating de longo prazo, em moeda estrangeira e brasileira, permanece “BB”, enquanto a nota nacional em longo prazo continua “brAAA”.

Technos (TECN3)

A Technos S.A. comunicou ao mercado que o banco de investimento americano Morgan Stanley adquiriu 8,5 milhões de ações ordinárias da empresa, o que representa 10,9% do seu capital social. Segundo a fabricante e distribuidora brasileira de relógios, o aumento da participação do Morgan Stanley não altera a composição do controle da Technos.

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