Bitcoin sobe e encosta em US$ 18 mil após inflação nos EUA abaixo do esperado; Ethereum salta 7%

Na base anual, o CPI subiu 7,1%, segundo o Departamento do Trabalho dos EUA, abaixo dos 7,3% projetados por economistas
(Vitaly Mazur/Unsplash)
(Vitaly Mazur/Unsplash)

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O Bitcoin (BTC) ganhou força na manhã desta terça-feira (13) e se aproximou do nível de US$ 18 mil após o índice de preços ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos subir 0,1% em novembro em relação ao mês anterior, dado abaixo dos 0,4% de alta esperado pelo mercado, em um sinal de progresso na campanha do Federal Reserve para reduzir a inflação.

Na base anual, o CPI subiu 7,1%, segundo o Departamento do Trabalho dos EUA, abaixo dos 7,3% projetados por economistas consultados pela FactSet.

Logo após o dado ser divulgado, o Bitcoin, que tem estado relativamente estável até agora em dezembro, saltou para cerca de US$ 17.930. Às 10h50 (horário de Brasília), a criptomoeda tinha ganhos de 5,22% no acumulado de 24 horas, para US$ 17.877.

O Ethereum (ETH) também seguiu o movimento e, no mesmo horário, subia 6,90%, cotado a US$ 1.336. O movimento puxa o mercado como um todo também, com poucas moedas digitais registrando perdas nesse momento.

Os investidores têm monitorado os dados de perto em busca de sinais de que os aumentos da taxa de juros do Fed este ano estão ajudando a reduzir o ritmo de aumento dos preços ao consumidor, que no início deste ano atingiram o maior nível em quatro décadas.

Em geral, uma política monetária mais rígida pressiona para baixo os preços de ativos de risco, como ações e criptomoedas.

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O grupo de definição de política monetária do Fed, o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), se reúne esta semana, com uma decisão marcada para quarta-feira, juntamente com novas projeções para os principais indicadores econômicos.

O Core CPI – que exclui alimentos e energia porque tendem a ser mais voláteis – subiu 0,2% em novembro, também uma desaceleração em relação a outubro.


Repórter de mercados do InfoMoney, escreve matérias sobre ações, câmbio, empresas, economia e política. Responsável pelo programa “Bloco Cripto” e outros assuntos relacionados à criptomoedas.


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