Criptoativos

Bitcoin cai mais de 10% e mercado de criptomoedas perde US$ 100 bilhões em 48 horas

Maior criptomoeda do mundo segue movimento de correção iniciado há dez dias após bater sua máxima histórica de US$ 41 mil

SÃO PAULO – O Bitcoin segue em um movimento de forte correção nesta quinta-feira (21) após a disparada do fim de 2020 e acumula queda de mais de 10% nos últimos dois dias, chegando a perder o patamar de US$ 32 mil, seu menor nível desde 11 de janeiro.

A maior criptomoeda do mundo começou o ano de forma bastante volátil, chegando a bater sua máxima histórica, pouco acima de US$ 41 mil, para nos dias seguintes chegar a cair mais de US$ 10 mil, conseguindo ter uma leve recuperação.

O movimento negativo de hoje é acompanhado por algumas das principais moedas digitais do mercado, caso do Ether, que por volta das 13h30 (horário de Brasília), recuava 7%, a US$ 1.214, após bater sua máxima histórica na última terça-feira, em US$ 1.439.

Com a correção se acentuando nos últimos dias, a perda de valor de todo o mercado de criptoativos chegou a mais de US$ 100 bilhões em apenas 48 horas, passando de US$ 1,06 trilhão para US$ 945 bilhões.

Apesar de ainda ser considerado um movimento natural de correção após o Bitcoin saltar mais de 280% entre outubro e início deste ano, um comentário da nova secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, pode ter pressionado os ativos.

Leia também: 9 especialistas dizem o que esperar do Bitcoin em 2021

Em fala no Congresso americano, Yellen alertou sobre criptomoedas sendo usadas “principalmente para financiamento ilícito”.

A ex-presidente do Federal Reserve disse ainda que o governo “precisaria examinar maneiras de restringir seu uso e garantir que a lavagem de dinheiro não ocorra por meio desses canais”.

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Ainda nos primeiros dias do ano, especialistas já haviam apontado ao InfoMoney que não se podia descartar um movimento de correção no curto prazo na criptomoeda, mas que alguns fatores indicavam que essa alta é bem diferente da que ocorreu em 2017, quando a moeda subiu até US$ 20 mil e depois perdeu mais da metade de seu valor em apenas um mês.

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