Conteúdo editorial apoiado por

BB (BBAS3) busca reação; BB Seguridade (BBSE3) mantém força e desafia resistências

Confira as perspectivas para os papéis do Banco do Brasil (BBAS3) e BB Seguridade (BBSE3) do ponto de vista da análise técnica

Rodrigo Paz

Ativos mencionados na matéria

Publicidade

Os papéis do grupo Banco do Brasil seguem em destaque nesta semana, com BBAS3 e BBSE3 chamando atenção pelos sinais nos gráficos diários. Enquanto o Banco do Brasil acumula perdas de 11,51% em 2025, mas ensaia reação após renovar mínima em R$ 18,12, a BB Seguridade sustenta ganhos recentes e opera acima de suportes importantes, com alta de 2,20% na semana.

No caso de BBAS3, o ativo voltou a mostrar sinais de recuperação após tocar a mínima do ano em R$ 18,12, mas ainda precisa superar resistências importantes para consolidar uma tendência positiva mais sólida. Já BBSE3, que acumula alta de 2,20% na semana, vem confirmando força compradora após formar fundo em R$ 31,02, e busca romper barreiras que podem destravar espaço para novas valorizações no médio prazo.

Para entender até onde o preço das ações do banco do Brasil (BBAS3) e BB Seguridade (BBSE3) podem ir, confira a análise gráfica completa e os principais pontos de suporte e resistência.

Newsletter

Receba em primeira mão as manchetes do InfoMoney

Análise técnica Banco do Brasil (BBAS3)

As ações de BBAS3 seguem em compasso de ajuste técnico. Nesta semana, acumulam leve baixa, mesmo com ganho de 0,63% na última sessão, encerrando cotadas a R$ 20,63. Em agosto, o papel ainda apresenta alta de 4,72%, mas no acumulado de 2025 carrega uma queda de 11,51%.

Após renovar a mínima do ano na região de R$ 18,12, BBAS3 engatou reação compradora e voltou a negociar acima das médias móveis de curto prazo. O fechamento mais recente, em alta de 1,23%, reforça esse movimento.

Para sustentar a retomada, será necessário superar as resistências em R$ 21,18 e R$ 22,54. Vencendo essas barreiras, os alvos passam pela média de 200 períodos em R$ 24,32, avançando para R$ 25,60/R$ 26,95, com objetivos mais longos em R$ 28,58 e no topo histórico em R$ 29,57.

Do lado oposto, a pressão vendedora só deve voltar a ganhar força caso haja perda da faixa entre R$ 19,46/R$ 19,00 e do suporte em R$ 18,12/R$ 17,35. Abaixo disso, o próximo patamar de defesa está em R$ 16,00/R$ 15,33, o que representaria fragilidade adicional para o ativo.

Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz

Confira mais análises:

Análise técnica BB Seguridade (BBSE3)

BBSE3 também mostra recuperação. Nesta semana, acumula alta de 2,20%, cotada a R$ 32,50. Em agosto, a valorização chega a 2,05%, e no acumulado de 2025, embora modesta, registra ganho de 0,91%.

Continua depois da publicidade

O papel havia formado mínima do ano em R$ 31,02 e, a partir desse nível, iniciou processo de recuperação. Na última sessão, fechou com avanço de 0,74%, novamente em R$ 32,50, e se manteve acima das médias móveis, sinalizando possibilidade de continuação do movimento.

Para confirmar a trajetória positiva, precisa romper as resistências em R$ 32,63 e R$ 33,62, mirando em seguida a média de 200 períodos em R$ 34,30, tal rompimento pode confirmar o rompimento de um fundo duplo. Superando essa faixa, os alvos ficam em R$ 36,54/R$ 38,34, depois em R$ 39,26, até chegar ao topo histórico em R$ 40,42.

No entanto, caso haja perda de força compradora, os suportes decisivos continuam sendo os mesmos: R$ 31,02 como primeira linha de defesa e, posteriormente, faixas mais baixas caso o movimento de correção se intensifique.

Continua depois da publicidade

Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz

Suportes e resistências

BBAS3 (Banco do Brasil)

Com base no fechamento do dia 27/08, aos R$ 20,63, as ações do Banco do Brasil contam com:

BBSE3 (BB Seguridade)

Com base no fechamento do dia 27/08, aos R$ 32,50, as ações da BB Seguridade contam com:

(Rodrigo Paz é analista técnico)

Continua depois da publicidade

Guias de análise técnica:

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice