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SÃO PAULO – Após ter fechado fevereiro com barateamento e ter mantido essa seqüência de queda no preço nas três primeiras semanas deste mês, o álcool voltou a ficar mais caro no período de sete dias encerrado em 24 de março. De acordo com a Agência Nacional de Petróleo e Gás, o aumento foi de 0,13%, com o litro passando de R$ 1,573 para R$ 1,575.
Esse leve encarecimento já pode ser considerado como um reflexo dos valores empregados aos distribuidores entre as semanas de 12 e 16 de março para 19 e 23 do mesmo mês. Nesse período, o litro do produto, sem a incidência de impostos, teve uma alta de 7,25%, passando de R$ 0,83885 para R$ 0,89963, de acordo com o Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea).
Sem dobrar
“Apesar desse aumento ser repassado aos motoristas, não acredito que o preço do álcool aumente tanto quanto no ano passado”, explicou o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro), José Alberto Paiva Gouveia.
Veja: a cana-de-açúcar, matéria-prima do álcool, ficará até maio/abril em seu período de entressafra, o que faz com que haja menos produto no mercado, causando, conseqüentemente, um encarecimento. No ano passado, o álcool combustível vendido nas bombas chegou a dobrar de valor.
“Com isso, os distribuidores perderam 35% do mercado. Não querem que aconteça o mesmo este ano”, adicionou Gouveia.
Demais combustíveis
Conforme a ANP, o litro do óleo diesel permaneceu em R$ 1,857. Os demais combustíveis ficaram ligeiramente mais baratos:
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- Gás natural veicular: de R$ 1,256 o metro cúbico para R$ 1,250 o metro cúbico (-0,48%);
- Gasolina: de R$ 2,513 o litro para R$ 2,511 o litro (-0,08%);
- Botijão de gás: de R$ 33,11 para o recipiente com 13 quilos para R$ 33,08 pela mesma quantidade (-0,09%).