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SÃO PAULO – O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) apresentou alta e registrou o maior resultado desde a terceira semana de maio (0,47%), encerrando a segunda semana de setembro com inflação de 0,31%, 0,14 ponto percentual acima do verificado uma semana antes (0,17%).
De acordo com dados da FGV (Fundação Getulio Vargas), dentre os sete grupos analisados, cinco registraram aceleração nos preços, enquanto dois desaceleraram na semana encerrada em 15 de setembro.
Uma das principais influências para o resultado do índice partiu do grupo Alimentação, cuja variação nos preços dos produtos no período analisado passou de 0,21% para 0,51%. Neste grupo, os itens carnes bovinas (3,34% para 3,61%), panificados e biscoitos (0,82% para 1,53%) e frutas (-0,51% para 0,62%) responderam pelos maiores impactos.
Outros grupos
Outros grupos também contribuíram para o resultado do IPC-S: Vestuário, incentivado pela alta nos preços das roupas (de -0,57% para 0,56%), por exemplo, subiu 0,87 ponto percentual, passando de -0,24% para 0,63%.
As outras contribuições vieram de Educação, Leitura e Recreação (de 0,05% para 0,19%), impactado pelo item hotel (de 1,01% para 1,28%); Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,22% para 0,33%), incentivado pela alta de artigos de higiene e cuidado pessoal (de -0,21% para 0,12%); e Despesas Diversas (de 0,15% para 0,22%), com influência dos alimentos para animais domésticos (de 0,42% para 1,42%).
Habitação, que passou de 0,23% para 0,22%, e Transportes (0,15% para 0,09%), por outro lado, exerceram pressão contrária para o resultado do IPC-S no período.
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Nestes casos, as influências vieram de material para reparos de residência (de 1,36% para 0,63%) e de álcool combustível (de 2,16% para 1,04%) , respectivamente.