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Blue chips sobem com "alívio chinês"; Magalu salta 6% em 1º pregão pós-desdobramento e 5 ações reagem a balanços

Confira os destaques da B3 na sessão desta terça-feira 

Plataforma petróleo
(Stay_Positive)

SÃO PAULO - O noticiário corporativo foi bastante movimentado nesta terça-feira (6), mas as ações repercutiram principalmente o alívio dos investidores pelo mundo inteiro com a medida da China para precificar o yuan a patamares mais altos, o que anima o Ibovespa nesta sessão. Com isso, Vale (VALE3, R$ 46,62, +1,35%), Petrobras (PETR3, R$ 28,47, +1,68%;PETR4, R$ 25,99, +1,68%) e bancos como o Bradesco (BBDC4, R$ 34,17, +1,52%) registraram ganhos. 

Poucas ações registram queda nesta sessão, caso da Ecorodovias (ECOR3, R$ 11,50, -0,95%).

Já as varejistas registraram alta no dia da ata do Copom. O documento manteve destaque para reformas estruturantes como essenciais para manter o quadro, mostram otimismo com o avanço delas. Cabe ressaltar que, dentre as varejistas, o Magazine Luiza (MGLU3, R$ 36,60, +6,09%) teve fortes ganhos em seu primeiro pregão negociado ex-desdobramento na proporção de 1 para 8

Atenção ainda para a repercussão com a temporada de balanços, em meio aos resultados de AES Tietê, IRB, Marcopolo, Taesa, Unidas e Vulcabras.

Banco do Brasil (BBAS3, R$ 48,50, +1,36%)

O Banco do Brasil informou em comunicado ao mercado que recebeu ofício da Caixa Econômica Federal, na qualidade de administradora do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (“FI-FGTS”), comunicando que está avaliando a possibilidade de alienar as ações de emissão do BB de titularidade do FI-FGTS. 

De acordo com a Reuters, o BB está preparando uma oferta de ações que poderá levantar até R$ 7,9 bilhões. 

Segundo o comunicado do banco, foi formado um sindicato de assessores financeiros e legais para elaboração de estudo das alternativas viáveis, não se descartando a hipótese de realização de uma oferta pública secundária de ações (follow on).

“Dessa forma, a Caixa solicita a cooperação do BB, seus executivos e assessores, para que sejam disponibilizadas as informações e documentos necessários ao estudo em elaboração, nos termos da regulamentação aplicável da Comissão de Valores Mobiliários”, acrescenta.

“A presente comunicação não deve ser considerada como anúncio de oferta. Fatos adicionais, julgados importantes, serão prontamente divulgados ao mercado”, finalizou o comunicado.

Petrobras (PETR3;PETR4)

A diretoria da Petrobras definiu uma nova política de preço para o botijão de gás, o GLP envasado em recipiente de até 13 kg, um produto de forte apelo social. A partir de agora, os consumidores residenciais pagarão valores alinhados aos mercado externo, como já acontece com o GLP destinado à indústria e ao comércio. Houve ainda uma alteração no prazo de reajuste, que passou a ser indefinido.

Com isso, a empresa equipara a política para o botijão à adotada no comércio dos demais derivados de petróleo - de paridade internacional. Assim como faz com os demais produtos refinados, a Petrobras – ao definir o preço do botijão de gás – vai considerar também os custos do frete marítimo, despesas internas de transporte, e uma margem para remuneração dos riscos inerentes à operação.

A Petrobras garante, no entanto, que, mesmo com essas mudanças, continuará atendendo resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que determina que os consumidores residenciais devem pagar menos pelo combustível. A resolução do CNPE define valores diferenciados para o botijão porque afeta a parcela da população brasileira de menor poder aquisitivo.

Hoje, a tonelada do GLP de uso industrial custa nas refinarias da estatal R$ 1.950,80 e o de uso residencial, R$ 1.850,80. Esses valores representam uma redução média de 13,4% no preço do GLP industrial e de 8,2% no preço dos envasados até 13 kg. Novas revisões vão depender das condições do mercado e da avaliação dos cenários interno e externo.

"Com essas alterações fica extinto o mecanismo de compensação previsto na política divulgada em 18 de janeiro de 2018 para o preço do GLP envasado de até 13 kg que considerava a média móvel de cotações dos últimos 12 meses", informou a Petrobras.

Anima (ANIM3, R$ 22,02, +4,86%)

A Anima Educação adquiriu da Ages Empreendimentos Educacionais, na Bahia, com aproximadamente 5,6 mil alunos matriculados, dos quais 206 na Faculdade de Medicina. A Anima vai pagar R$ 49,7 milhões, relativos à aquisição de 74,03% das cotas das sociedades adquiridas, que ocorrerá na data do fechamento, sendo R$ 44,7 milhões três após a data do fechamento da transação e R$ 5 milhões em até 60 dias após a data de fechamento.

Segundo a empresa, ocorrerá um aporte de capital nas sociedades adquiridas, para pagar R$ 65,3 milhões de dívidas das sociedades adquiridas, além da anuência, pelos vendedores, no capital social da SOBEPE – subsidiária da Anima – de 25,97% das cotas que eles ainda deterão nas sociedades adquiridas, ao valor total de R$ 35,0 milhões;

A transação também prevê um pagamento de até R$ 50,0 milhões de “earn-out”, de acordo com o cumprimento de metas acordadas entre as partes, diretamente relacionadas à operação de Medicina e ao crescimento da vertical de saúde.

Para o Itaú BBA, a aquisição foi positiva nas frentes financeira e estratégica. Segundo o relatório do Itaú BBA, a incorporação da maturidade das escolas de medicina corroboraria ainda mais a característica agregativa da compra, enquanto estrategicamente aumenta a abrangência geográfica da Anima ao mesmo tempo que marca a estruturação da verticalização da área de saúde da Anima. “As sólidas avaliações de qualidade da AGES pelo Ministério da Educação também são consistentes com o foco da qualidade acadêmica da Anima”, acrescenta.

IRB (IRBR3, R$ 96,94, +5,80%)

O IRB registrou lucro líquido de R$ 388,4 milhões no segundo trimestre deste ano, montante 35% maior que o registrado em igual intervalo do ano passado, que somou R$ 287,3 milhões.

O volume de prêmio de resseguro do IRB somou R$ 2,355 bilhão no segundo trimestre, desempenho 22%% superior ao reportado há um ano. A resseguradora revisou ainda para cima seu guidance, ao projetar que os prêmios de resseguros cresçam de 20% a 27% frente a 2018.

O índice de sinistralidade total do ficou em 53% no segundo trimestre, alta 4 pontos porcentuais. Já o índice combinado ficou em 81% ao fim de junho ante 84% de um ano antes. No conceito ampliado ficou estável em 71% no segundo trimestre.

Para o Bradesco BBI, o resultado do IRB foi positivo, colocando a empresa on track para entregar as estimativas do consenso. Entretanto, “a reversão relevante em IBNR e alíquota menor podem levantar questionamentos de investidores com relação à qualidade do resultado”. A recomendação da instituição segue neutra, com preço-alvo de R$ 96.

O IRB assinou ainda um Subscription Form, por meio do qual a companhia subscreve 8,93% do capital da empresa B3i Services AG, pelo montante de € 3,5 milhões. A B3i é uma das principais iniciativas globais de desenvolvimento de novas tecnologias para o setor de seguros e resseguros, incluindo o registro dessas operações por meio de uma plataforma BlockChain.

A subscrição de 8,93% das ações da B3i posiciona o IRB Brasil RE como a única empresa da América Latina ao lado das principais empresas globais de seguros e resseguros. A participação no capital social da B3i permitirá que o IRB Brasil RE tenha o direito de indicar um membro para o conselho de administração da companhia, o qual conta atualmente com 9 conselheiros.

O IRB informou ainda que celebrou com o Banco C6 e a C6 Corretora de Seguros um acordo operacional/contrato de resseguros que prevê que o IRB Brasil RE será o ressegurador líder dos negócios de seguro prestamista gerados nos canais de distribuição do C6, pelo prazo de 10 anos, em bases proporcionais.

Dessa forma, o ressegurador IRB Brasil RE ficará com 85% dos negócios gerados e a Seguradora com 15%. “O referido Acordo Operacional prevê ainda preferências para o IRB em bases similares à firmada para outros os segmentos de seguros, e para as outras linhas de negócios, com exceção dos ramos de saúde, auto e odontológico”, destaca.

“O negócio não envolve pagamentos pelo IRB, além das comissões de resseguros em consonância com as práticas de mercado. Este negócio se insere na estratégia mais ampla do IRB Brasil RE de firmar-se com parceiros estratégicos de fintechs brasileiras e sul-americanas com proposta de valor similares a esta companhia”, completa.

Marcopolo (POMO4, R$ 3,90, +6,56%)

A Marcopolo teve lucro líquido de R$ 90,9 milhões no segundo trimestre deste ano, desempenho 290,1% acima do reportado no mesmo trimestre do ano passado.

O lucro foi beneficiado pelo resultado financeiro líquido do segundo trimestre, que foi positivo em R$ 8,9 milhões, ante um desempenho negativo de R$ 70,3 milhões no segundo trimestre do ano passado.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) somou R$ 105,5 milhões no segundo trimestre, queda 2%, atingindo uma margem de 9,2% – queda de 0,7 ponto porcentual.

A receita líquida somou R$ 1,141 bilhão no segundo trimestre, aumento de 4,6%.

O Credit Suisse avaliou que os resultados da Marcopolo foram marginalmente positivos, impulsionados pelo segmento de ônibus urbano da Colômbia, que teve renovação da frota. No relatório a clientes, a instituição enxerga upside para a companhia, com a potencial normalização dos volumes de ônibus no Brasil, especialmente interurbanos. “O valuation nos níveis atuais nos parece atrativo”, escreveram, porém sem enxergar uma momento de lucros mais fortes no curto prazo. A recomendação se manteve em Neutra, mas com alta no preço-alvo, para R$ 4,2 ante R$ 4,1.

AES Tietê (TIET11, R$ 12,60, +0,56%)

A AES Tietê teve queda de 61,9% no lucro líquido do segundo trimestre, que somou R$ 35,4 milhões. O Ebitda somou R$ 225,5 milhões, representando uma queda de 16,6%, com uma margem de 45,5% (-13 p.p.). A receita líquida atingiu R$ 495,7 milhões, com alta de 7,3%, enquanto os custos e despesas operacionais avançaram 41%, a R$ 270,2 milhões.

A dívida líquida da companhia encerrou o segundo trimestre em R$ 2,865 bilhões, alta de 39,1%, e alavancagem de 2,93 vezes. “Refinanciamos R$ 2,2 bilhões de nossa dívida em abril de 2019, reduzindo o custo, aumentando o prazo em quase dois anos e flexibilizando os covenants. A nova dívida conta com um limite da relação dívida líquida/Ebitda ajustado de 4,5 vezes, alinhado com nossa estratégia de crescimento”, informou a empresa.

A empresa aprovou ainda a proposta de distribuição de dividendos aos acionistas correspondente ao montante de R$ 35,206 milhões, sendo R$ 0,01789513391 por ação ordinária e preferencial, equivalente a R$ 0,08947566955 por unit de emissão da Companhia. O pagamento será realizado em 23 de outubro e as ações passarão a ser negociadas “ex-dividendos” a partir de 9 de agosto de 2019.

A AES Tietê reportou resultado fraco, como já era esperado, destacou o Credit Suisse. “Os custos aumentaram mais do que esperávamos por causa da maior compra de energia, enquanto que o PMSO veio praticamente em linha, com serviços de terceiros e outras despesas sendo parcialmente compensada pela menor despesa com pessoal”, escreveram. “O bottom line foi impactado pelo resultado financeiro e a empresa anunciou novos contratos de energia, o que devem levar a construção de 8.3 MW de capacidade instalada”, completam.

Unidas (LCAM3, R$ 53,69, +5,27%)

A Unidas teve lucro líquido recorrente de R$ 40,4 milhões no segundo trimestre, desempenho 47,5% superior ao reportado no mesmo período do ano passado.

O Ebitda consolidado recorrente teve expansão de 42,7%, para R$178,4 milhões, por conta das variações de receita por segmento. Já o resultado financeiro recorrente apresentou um aumento de 41,7%, para despesas de R$ 56,7 milhões, devido principalmente ao aumento da dívida líquida no período.

A receita líquida consolidada foi de R$ 796,7 milhões, alta de 72,9%.

A Unidas apresentou bons números no segundo trimestre, que posicionam a empresa como a segunda maior de locação do País, com frota de cerca de 151,2 mil carros. No trimestre, a frota de locação subiu 84%, para 69,6 mil, e de gestão avançou 18%, a 81,5 mil. “Essa mudança deve aumentar o poder de barganha junto às montadoras”, destaca o Bradesco BBI em relatório. A recomendação é de outperform, com preço-alvo de R$ 60.

Taesa (TAEE11, R$ 28,79, +2,78%)

A Transmissora Aliança de Energia Elétrica (Taesa) registrou lucro liquido consolidado IFRS de R$ 307,4 milhões, resultado 11,3% superior ao do mesmo período do ano passado. O Ebitda regulatório somou R$ 309,4 milhões, queda de 14,4%, com margem de 85,9% (-1,4 ponto porcentual).

A receita líquida IFRS avançou 14,2%, atingindo R$ 427,5 milhões. Já a receita líquida regulatória recuou 13%, para R$ 360,2 milhões.

A dívida líquida da companhia encerrou o segundo trimestre em R$ 2,495 bilhões, alta de 8% na comparação anual. A alavancagem, no resultado consolidado e de participações, ficou em 1,8 vez, ante 1,4 vez de um ano antes.

A Taesa reportou resultados regulatórios razoáveis, com a receita caindo acima da esperada, destaca o Credit Suisse. “Os custos vieram pouco melhores com pessoal caindo com a implementação do SAP e a capitalização em novos ativos e menor despesa com patrocínio, o que fez com que as margens viessem acima do esperado”, destacaram.

Vulcabras (VULC3, R$ 7,25, +4,92%)

A Vulcabras apresentou lucro líquido de R$ 30 milhões no segundo trimestre, retração de 9,1% em comparação ao segundo trimestre do ano passado. O Ebitda somou R$ 50,5 milhões, aumento de 14,3%. Já a receita líquida atingiu R$ 327 milhões, crescimento de 16,5%.

A empresa informou anda que Pedro Bartelle renunciou ao cargo de diretor de relações com investidores, mas permanece com CEO. Para o cargo de DRI assume Wagner Dantas da Silva, que atualmente ocupa os cargos de Diretor Administrativo e de Finanças da Companhia.

Para o Bradesco BBI, os resultados da Vulcabras vieram dentro das expectativas, “embora mais fracos do que esperávamos há alguns meses”. Segundo relatório a clientes, o mercado interno ainda mostrou uma demanda mais fraca do que o esperado, mas com crescimento do volume da Olympikus, que retornou ao território positivo, como resultado da decisão da administração de baixar os preços, embora com uma margem bruta menor.

Para o segundo semestre, a administração mudou a arquitetura de preços para baixo, com um foco maior nos preços de entrada. “Isso provavelmente permitirá que a Vulcabras sustente um crescimento de volume positivo e uma margem bruta robusta, pois os produtos de preço mais baixo não precisarão mais ser descontados”, complementa. A Vulcabras tem recomendação de outperform, com preço-alvo de R$ 10,00.

Carrefour (CRFB3, R$ 23,00, -0,43%)

O Carrefour Brasil anunciou o nome de Luis Moreno como novo CEO Varejo, a partir de agosto de 2019, no lugar de Jose Luis Gutierrez Perez,- que deixou o Brasil há alguns meses para assumir uma nova posição como Chief Operating Officer (COO) pelo Grupo no Carrefour Itália. Moreno também fará parte do Comitê Executivo do Grupo Carrefour Brasil.

Com mais de 27 anos de experiência profissional, Moreno tem ampla experiência internacional atuando no varejo em empresas como Grupo Carrefour (Espanha e Coréia do Sul), Ahold, Walmart, Grupo Casino e Grupo Pão de Açúcar - sua mais recente experiência.

Gol (GOLL4, R$ 40,94, +0,47%)

A Gol informou os números prévios de tráfego do mês de julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado. No mercado doméstico, a oferta (ASK) caiu 0,8% e a demanda (RPK) aumentou em 1,8%. A taxa de ocupação doméstica da Gol foi 85,3%, um aumento de 2,2 p.p. em relação a julho de 2018. O volume de decolagens aumentou 2,0% e o total de assentos aumentou 3,1%, em relação a Julho de 2018.

A oferta (ASK) e demanda (RPK) da Gol no mercado internacional aumentaram 40,6% e 64,8%, respectivamente, e a taxa de ocupação foi 80,3%, aumento de 11,8 p.p. em relação a Julho de 2018.

A oferta total (ASK) da Gol foi superior em 3,4% devido ao aumento de 4,3% no total de assentos e aumento de decolagens em 3,5%. A demanda total (RPK) da Gol aumentou em 7,2% em relação a Julho de 2018 e a taxa de ocupação consolidada foi 84,6%.

Marfrig (MRFG3, R$ 7,37, +7,12%)

A Marfrig fechou acordo de exclusividade com a gigante americana Archer Daniels Midland Company (ADM) para produção e comercialização de produtos à base de proteína vegetal no Brasil. “O acordo firmado entre Marfrig e ADM estabelece que as empresas trabalharão em conjunto para desenvolver produtos vegetais”, diz a empresa, em comunicado ao mercado.

Segundo a Marfrig, a empresa americana ficará responsável pela produção e fornecimento da base vegetal, principal matéria-prima utilizada no processo. A Marfrig, por sua vez, produzirá, distribuirá e venderá os produtos para food service e varejo.

A produção do hambúrguer vegetal no Brasil será iniciada na unidade da Marfrig em Várzea Grande, no Mato Grosso. A base vegetal sairá diretamente da fábrica da ADM para a planta da Marfrig.

“Os primeiros hambúrgueres vegetais produzidos pela parceria entre Marfrig e ADM chegarão ao mercado no Brasil ainda este ano e, posteriormente, será destinado também à exportação”, destaca.

Na primeira fase do lançamento, os produtos serão fornecidos ao food service. Em seguida, o hambúrguer vegetal começará a ser distribuído para o varejo. A Marfrig lançará uma marca específica para produtos de origem vegetal.

(Com Agência Estado)

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