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Cielo cai mais de 9% com "agressividade" na guerra das maquininhas; Estácio despenca 8% com perda de alunos

Ações de educacionais concentraram as maiores perdas do pregão

LIO Cielo
(Paula Zogbi)

SÃO PAULO - O Ibovespa encerrou o terceiro pregão consecutivo de perdas. O movimento de correção iniciado no começo da tarde foi acentuado na reta final do pregão com os investidores digerindo a decisão de política monetária do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano). 

No noticiário corporativo, destaque para a aprovação do requerimento da urgência do processo de lei da cessão onerosa da Petrobras, a "agressividade" da Cielo na guerra das maquininhas, e a queda das ações da Estácio, que ajudaram a puxar os papéis da Kroton também, após a companhia divulgar a queda de 25% da captação de alunos no ensino presencial, levando a uma baixa de 10% da base de alunos dessa modalidade no terceiro trimestre.

Confira os destaques da B3 na sessão desta quinta-feira (8)

Petrobras (PETR3; PETR4)

O Senado aprovou o requerimento de urgência do projeto de lei da cessão onerosa. Agora, o texto já pode entrar na pauta de votações do Senado. Algo que pode ajudar a aprovação, é o fato de que o projeto de lei destinou 30% dos recursos da comercialização do petróleo do pré-sal aos fundos de participação de Estados e Municípios.

Também no radar de Petrobras, a companhia reduziu o preço médio da gasolina nas refinarias nesta quinta-feira para R$ 1,7082. O preço do diesel, porém, permanece estável em R$ 2,1228.

Cielo (CIEL3)

A ação da Cielo tem novo dia de forte queda. Ontem, em relatório, o Bradesco BBI ressaltou que os resultados da empresa devem piorar antes de melhorar e a própria empresa já vê este cenário no curto prazo. 

O Bradesco destaca que a competição vai se acirrar e a guerra de preços também irá afetar os rendimentos dos concorrentes. “A empresa já deixou claro que vai intensificar a competição através de menores preços para continuar líder nos segmentos, mas isso deve trazer uma pressão sobre os resultados”, informaram os analistas. 

Já nesta quinta, na mesma linha, o BTG Pactual destacou em relatório que a estratégia mais agressiva da empresa, ainda que bem vinda no longo prazo – pode implicar uma queda de 30% no lucro de 2019 (medido pelo consenso de mercado). Além disso, os resultados também devem ser pressionados pelos maiores custos com marketing. 

Estácio (ESTC3)

A Estácio teve uma receita operacional de R$ 852,9 milhões no terceiro trimestre. O lucro líquido ficou em R$ 194,3 milhões, enquanto o Ebitda somou R$ 274,6 milhões, acima das maiores projeções compiladas pela Bloomberg.

O mercado repercute a queda na base total de alunos da Estácio. No fim de setembro, ela era de 531 mil estudantes, uma redução de 9,5% no ensino presencial, mas houve um aumento de 18,6% no à distância. Segundo o Itaú BBA, a companhia teve declínio significativo no número de ingressos à graduação no campus, mas o banco segue com recomendação de outperform, já que a fraca admissão verificada é compensada pela forte expansão da margem. 

Em teleconferência, a companhia destacou que a estratégia de focar em precificação tem se mostrado correta para manter margens e ela deve ser mantida, mas a companhia também deve se concentrar em volumes para reverter a tendência de queda dos últimos trimestres. 

Segundo o BTG Pactual, há pontos positivos como a geração de caixa e crescimento de receita,  porém o ciclo de queda dos ingressos ao campus é visto como preocupação. Conforme destacaram os analistas, o setor não tem muitos catalisadores positivos claros no curto prazo, mas o valuation já parece muito barato.

Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil teve um lucro ajustado de R$ 3,4 bilhões no terceiro trimestre, aumento de 25,6% em relação ao resultado do mesmo intervalo em 2017 e em linha com as projeções do mercado.

Entre junho e setembro, o banco somou R$ 636,95 bilhões em empréstimos, R$ 1,47 trilhões em ativos totais e R$ 12,58 bilhões em margem financeira gerencial. A taxa de inadimplência ficou em 2,83%, as despesas com provisão totalizaram R$ 3,23 bilhões e o retorno ajustado sobre patrimônio líquido (ROE) foi de 14,3%.

De acordo com o BTG Pactual, o resultado do BB foi em linha, com os principais destaques positivo ficando para a queda das provisões e a qualidade dos ativos melhorando, com queda da inadimplência de até 90 dias registrando baixa de 10 pontos-base na base de comparação anual.

Por outro lado, a receita foi um pouco abaixo, apesar da melhora vista nos outros trimestres. "O resultado em si não traz grandes novidades", apontam os analistas. Contudo, o papel apresenta um bom potencial de valorização frente o valuation atual, o que leva o BTG a ter um viés mais positivo apesar da recomendação neutra para os ativos.

BRF (BRFS3)

No terceiro trimestre, a BRF apurou um prejuízo de R$ 812 milhões no terceiro trimestre deste ano, enquanto a receita líquida veio em R$ 8,77 bilhões, abaixo das estimativas do mercado. O Ebitda da companhia somou R$ 415 milhões, com margem de 4,7%.

A companhia teve no período um Capex de R$ 384 milhões e receita de R$ 8,77 bilhões, abaixo das projeções. O Ebitda ajustado foi de R$ 604 milhões, com margem Ebitda ajustada de 6,9%.

Conforme destaca o BTG, o resultado, a princípio, parece marginalmente mais fraco, ficando levemente abaixo das expectativas do banco e do consenso, com a margem pior e a alavancagem de quase 7 vezes, enquanto a receita aparece um pouco acima do esperado e é o único destaque positivo no consolidado. 

Carrefour Brasil (CRFB3)

O Carrefour teve um lucro líquido atribuído ao controlador de R$ 355 milhões no terceiro trimestre, uma queda de 37% em relação ao mesmo período do ano anterior. O lucro líquido ajustado, que desconsidera outras receitas ou despesas operacionais, por outro lado, foi de R$ 391 milhões - alta de 67,6%.

O Ebitda (Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciações e Amortizações, na sigla em inglês) ajustado da rede de supermercados somou R$ 991 milhões no período, alta de 32,6% na comparação anual, com margem Ebitda ajustada de 7,8% (contra 6,3%). Já o resultado financeiro da empresa finalizou o trimestre negativo, caindo 28,8% para R$ 120 milhões.

Na opinião do Bradesco BBI, o balanço do trimestre veio forte: “finalmente os resultados que estávamos esperando”. Segundo os analistas, os números colocam um difícil período de 12 meses para trás, permitindo que os investidores foquem no caso de investimento principal: expansão, altos retorno e valuation atrativo.

MRV (MRVE3)

Apesar da forte geração de caixa e receita recorde no terceiro trimestre, a MRV teve um lucro líquido menor em comparação com o mesmo período de 2017, apresentando queda de 13,8%, para R$ 174 milhões. O Ebitda também caiu, 12,7% para R$ 238 milhões.

O resultado veio em linha com o estimado pelo BTG Pactual. O grande destaque foi a geração de caixa, de R$ 242 milhões, 4,5% de yield no trimestre. “Seguimos bem positivos com a história. Vale dizer que no curto prazo, o papel deve sofrer por conta das limitações de budget (subsídios) no Minha Casa Minha Vida, o que pode prejudicar lançamentos, vendas e repasses no 4º trimestre”, escrevem.

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Multiplus (MPLU3)

A Multiplus apurou um lucro líquido de R$ 64,9 milhões no terceiro trimestre deste ano, queda de 60% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem líquida foi de 52,6% e a receita líquida caiu 33,4%, para R$ 123,3 milhões.

Ainda no radar da companhia, o Conselho de administração aprovou a distribuição de dividendos intermediários de R$ 58,3 milhões e juros sobre capital próprio de R$ 3,38 milhões.

De acordo com o BTG, o resultado foi fraco mais uma vez, com Ebit de R$ 70 milhões (35% abaixo do esperado) e o lucro líquido afetado por receita financeira pior (33% abaixo do esperado). Contudo, os analistas destacam que o resultado não faz preço uma vez que papel será deslistado.

CSN (CSNA3)

A Companhia Siderúrgica Nacional apurou um lucro líquido de R$ 721,5 milhões entre junho e setembro deste ano, aumento de 218,6% na comparação com o mesmo período do ano passado, refletindo uma melhora no resultado operacional.

A receita líquida da companhia subiu 28% no trimestre, enquanto o Ebitda somou R$ 1,63 bilhão, alta de 34% no período, com margem Ebitda de 25,2%. A geração de caixa operacional, medida pelo fluxo de caixa livre, subiu 53,5%, para R$ 838 milhões. Já a alavancagem (relação entre dívida líquida e Ebitda), foi de 4,93 vezes.

Para os analistas do BTG Pactual, o balanço veio bom, em linha com as projeções e com o fluxo de caixa livre (FCF) surpreendendo em R$ 800 milhões. Eles destacam o mix de produtos e o aumento de preços, com surpresas na parte da mineração.

“O que ainda nos dificulta para termos visão positiva no papel é a alavancagem: dívida líquida não cai, mesmo com melhora operacional. Somente com aumento no ritmo de venda de ativos é que poderemos mudar nossa visão”, escrevem. Segundo a equipe de análise, o resultado não deve ser trigger do papel.

Ultrapar (UGPA3)

A Ultrapar registrou um lucro líquido atribuível aos acionistas da companhia de R$ 327,3 milhões no terceiro trimestre, queda de 40% na comparação anual. O lucro líquido consolidado foi de R$ 323 milhões, baixa de 41%, influenciada principalmente pelo menor resultado de Ipiranga e desempenho negativo da Extrafarma.

No período, a receita líquida subiu 17%, para R$ 23,8 bilhões, enquanto o lucro bruto caiu de R$ 1,98 bilhão para R$ 1,63 bilhão. O Ebitda ajustado no trimestre, por sua vez, caiu 30%, para R$ 850 milhões.

Segundo a XP Research, a recuperação está a caminho, com um lucro acima da expectativa da equipe de análise, mas em linha com o consenso. Por outro lado, o Ebitda ficou 4% abaixo das expectativas. 

"As diferenças dos resultados frente às nossas expectativas refletiram (1) melhores resultados na divisão de petroquímicos Oxiteno, tanto em termos de margem como volumes, os quais foram compensados por (2) resultados abaixo das nossas expectativas na divisão de distribuição de combustíveis Ipiranga em virtude de piores margens".

Mesmo com os números ainda fracos, a recomendação da XP segue de compra para as ações com base na expectativa de recuperação de vendas de combustíveis com a retomada de atividade econômica do Brasil.? 

Tupy (TUPY3)

A Tupy teve um lucro líquido no terceiro trimestre de R$ 88,6 milhões, acima da maior expectativa do mercado, de R$ 76 milhões. A receita no período somou R$ 1,32 bilhões, enquanto o volume foi de 7,7%.

A empresa registrou um Ebitda ajustado de R$ 196,8% milhões (acima do projetado), com margem ajustada de 15%.

Conforme destaca o BTG, a companhia teve um forte crescimento de receita, mas as margens foram mais fracas. 

Wiz (WIZS3)

A Wiz teve um lucro líquido de R$ 54,2 milhões no terceiro trimestre, com receita de R$ 151,6 milhões. O Ebitda no período foi de R$ 89,1 milhões, com margem de 58,7%.

Movida (MOVI3)

A Movida apurou um lucro líquido de R$ 41,3 milhões entre junho e setembro deste ano, aumento de 192,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior e acima da maior expectativa do mercado, de R$ 34,4 milhões.

As vendas somaram R$ 611,5 milhões, enquanto ROIC (Retorno Sobre Capital Investido, na sigla em inglês) foi de 10,2%. Já o Ebitda ficou em R$ 119,4 milhões, com margem de 38,7%.

O resultado, aponta o BTG, teve uma forte melhora com a receita líquida, Ebitda e lucro líquido fortes. 

São Carlos (SCAR3)

A construtora São Carlos apurou uma receita líquida de R$ 56,8 milhões no terceiro trimestre, acima das projeções compiladas pela Bloomberg de R$ 56,5 milhões.

O Ebitda recorrente da companhia somou R$ 43,3 milhões entre junho e setembro, enquanto o lucro recorrente foi de R$ 3,5 milhões. Já os fundos de operações (FFO) recorrentes totalizaram R$ 13,7 milhões.

Biosev (BSEV3)

A Biosev registrou um prejuízo líquido de R$ 155,6 milhões no segundo trimestre da safra atual, a 2018/19 (encerrado em setembro), devido principalmente ao impacto da variação cambial, visto que a maior parte da dívida é dolarizada. No segundo trimestre do ciclo atual, o Ebitda ajustado cresceu 34,1%, para R$ 538,5 milhões, com margem de 39,1%.

Eucatex (EUCA3)

A companhia de painéis de madeira apresentou uma receita líquida de R$ 321,2 milhões entre junho e setembro deste ano, aumento de 2,4%. O lucro líquido, por sua vez, caiu 72,2%, para R$ 9,4 milhões. O Ebitda recorrente somou R$ 61,6 milhões, alta de 10,9%, com margem de 19,2%.

IMC (MEAL3)

A International Meal Company, que detém marcas como Frango Assado, Viena e Olive Garden, apurou um lucro líquido de R$ 13,3 milhões no terceiro trimestre deste ano. A receita líquida foi de R$ 446,3 milhões enquanto o Capex teve alta de 16,9%, para R$ 17,2 milhões.

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A companhia registrou um Ebitda de R$ 50,6 milhões, com margem de 11,3%. No período, o principal investimento da companhia foi em novas lojas ou para aumentar a capacidade de lojas existentes em todas as regiões.

 

Guararapes (GUAR3)

A Guararapes apurou no terceiro trimestre, um lucro líquido de R$ 83,3 milhões, alta de 65,2% na base de comparação anual e uma receita líquida de R$ 1,73 bilhão, avanço de 11,9% na mesma base de comparação. O Ebitda ajustado foi de R$ 223,6 milhões, 37,9% superior na comparação com o mesmo período de 2017, enquanto as vendas comparáveis foram 2,8% superiores.

Segundo o Brasil Plural, o crescimento foi moderado, com a receita líquida da operação de varejo aumentando apenas 5,9% e crescimento de vendas nas mesmas lojas de 2,8%.

"No entanto, a companhia conseguiu gerar uma alavancagem operacional que deve ajudar na hora de tomar medidas mais agressivas para trazer o tráfego de volta às suas lojas. O ganho de margem bruta mais forte do que o esperado mostra a execução assertiva da cia no lançamento de novas categorias – que, por acaso, têm margens menores – e sua estratégia de precificação equilibrada para novas coleções", afirmam os analistas, que também destaca que a companhia também teve bom controle de gastos.

Valid (VLID3)

A Valid apurou um lucro líquido de R$ 23,8 milhões entre junho e setembro deste ano, abaixo da média das projeções compiladas pela Bloomberg. A receita líquida somou R$ 478,9 milhões, enquanto o Ebitda ajustado foi de R$ 81,1 milhões, com margem de 16,9%.

Para os analistas do BTG Pactual, o resultado veio bem forte, com todas as unidades de negócio performando bem. "Acreditamos que com um resultado forte como esse, podemos voltar a ver um interesse maior pelo papel", escrevem.

Cosan (CSAN3)

A Cosan registrou um lucro líquido ajustado de R$ 172,9 milhões no terceiro trimestre, 66,7% abaixo do encontrado no mesmo período de 2017. O Ebitda ajustado da companhia recuou 25,4%, para R$ 1,2 bilhão, enquanto a receita líquida ficou em 15,4 bilhões.

Na opinião do BTG Pactual, os resultados vieram em linha com os números projetados por eles, já revisados para baixo. “O papel continua sendo uma boa mostra da qualidade de execução em termos relativos, com margens melhores em distribuição de combustível e algum crescimento de volumes (apesar de pouco, +1.5%)”, escrevem os analistas.

Time for Fun (SHOW3)

A Time for Fun teve uma receita líquida de R$ 108,6 milhões, queda de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior. O lucro líquido somou R$ 14,8 milhões, alta de 11%. O Ebitda da companhia, por sua vez, foi de R$ 19 milhões.

Segundo o BTG, o resultado apresentou uma melhora versus o segundo trimestre, que havia sido fraco devido ao baixo número de eventos realizados (58 versus 121 no último período). Destaque para a margem Ebitda do trimestre, que ficou em 17.5%, ajudada pelo aumento das receitas de patrocínio. "Olhando para o quarto trimestre, a expectativa é de resultado ainda mais forte. A empresa está com um bom pipeline de shows já programados e também já estão começando a vender ingressos para o Lollapalooza", apontam os analistas. 

Via Varejo (VVAR11)

As ações preferenciais e units da Via Varejo deixarão de ser negociadas em 26 de novembro, para serem convertidas em ações ordinárias e concluir o processo de migração ao Novo Mercado, iniciado em julho de 2018.

Lojas Marisa (AMAR3)

A varejista venceu uma ação judicial no Supremo Tribunal Federal, em que reclamava inconstitucionalidade da inclusão do Imposto sobre ICMS (Circulação de Mercadorias e Serviços) na base de cálculo de PIS/Cofins. Com isso, os papéis chegam a saltar até 19,74% nesta sessão. 

Agora, a companhia pode requerer compensação de valores já pagos, devidamente corrigidos. A expectativa é que a Marisa tenha crédito de cerca de R$ 780 milhões.

Conforme destaca o BTG, confirmado o valor, os créditos têm impacto relevante para a empresa, representando 70% do valor de mercado atual e 3,4 vezes o EBITDA de 2017. "Apesar do fluxo de notícias mais positivo, reiteramos que Marisa continua lidando com performance fraca de vendas (com poucos sinais de recuperação) e com mudanças na gestão. Assim, preferimos esperar sinais mais consistentes de top line, margens e cash flow antes de mudar nossa visão mais cautelosa no case", afirmam os analistas.

Azul (AZUL4)

A Azul registrou uma receita líquida de R$ 2,44 bilhões e um lucro líquido de R$ 116,6 milhões. O Ebit (lucro antes de juros e impostos, na sigla em inglês) foi de R$ 174,1 milhões, com margem de 7,1%. A companhia espera crescer em torno de 16% em 2018, estimando uma margem operacional para o ano em torno de 9%.

"Ficamos satisfeitos com os resultados da Azul e reconhecemos que a perspectiva de uma agenda econômica liberal, permitindo um crescimento econômico sustentável, menor risco país e real mais valorizado, pode resultar em revisões positivas das nossas estimativas", aponta a XP Research. 

Com Agência Estado

 

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