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Petrobras ameniza mas ainda sobe 3%, CSN dispara 4% e bancos caem

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Petrobras Bacia de Campos
(Agência Petrobras)

11h51: Bancos
Os papéis dos bancos, que registravam alta em meio à euforia no mercado nesta manhã, viraram e passaram a cair, figurando entre as maiores quedas do Ibovespa neste momento. Entre eles, Banco do Brasil (BBAS3, R$ 29,65, -0,60%), Bradesco (BBDC3, R$ 38,80, -0,56%; BBDC4, R$ 40,48, -1,27%) e Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 39,34, -1,60%). Depois de um início de fortes ganhos, a Bolsa passa por um ajuste. Vale lembrar que na sexta-feira o índice subiu 5,02% - na maior alta em 3 anos. 

No caso do Bradesco e Banco do Brasil, aparece no radar hoje a notícia de que eles deram mais um passo para a criação de uma empresa para atuar na área de microcrédito chamada Movera, informou O Estado de S. Paulo. A empresa foi desenvolvida para orientar, prospectar e acompanhar microempreendedores na tomada de linhas específicas de crédito. A companhia nasce com uma carteira de R$ 70 milhões e um projeto piloto de cerca de 60 mil contratos.

11h42: Eneva (ENEV3, R$ 0,78, +11,43%)
A Eneva divulgou nesta segunda-feira que o acordo para suspender a amortização e o pagamento de juros de operações financeiras contratadas pela companhia e suas subsidiárias com seus credores financeiros expirou em 21 de novembro. Em fato relevante, a empresa afirmou que continua em "entendimentos construtivos" com os credores para revalidar o acordo com o intuito de avançar no seu plano de estabilização, que busca o fortalecimento de sua estrutura de capital e medidas para o reperfilamento das dívidas financeiras.

11h38: As ações que reagem ao MSCI
Como anunciado no começo do mês, a carteira MSCI (Morgan Stanley Capital International) excluirá as ações da ALL (ALLL3, R$ 6,61, -0,15%), BR Properties (BRPR3, R$ 10,90, -0,46%), Copasa (CSMG3, R$ 24,91, +0,77%) de seu índice global. Elas passarão a figurar junto com a Tupy (TUPY3, R$ 18,11, -0,49%) no índice de small caps. Além delas, os papéis da BrasilAgro (AGRO3, R$ 7,46, -3,12%), Eucatex (EUCA4, R$ 4,11, +0,24%), Log-In (LOGN3, R$ 3,81, -4,75%), Profarma (PFRM3, R$ 10,45, -1,42%), Rodobens (RDNI3, R$ 10,01, -1,48%), Rossi (RSID3, R$ 4,31, -5,07%) e Saraiva (SLED4, R$ 8,68, -0,34%) foram excluídas da nova carteira do índice MSCI Small Caps. As mudanças entrarão em vigor a partir de terça-feira. 

11h07: TIM (TIMP3, R$ 12,63, +0,48%)
Depois de cair 2% nesta manhã, as ações da TIM viraram para alta em meio à notícia de que o conselho de administração da Telecom Italia ter autorizado sua diretoria a analisar de "forma aprofundada" suas opções estratégicas no Brasil, que inclui uma integração com a Oi (OIBR4, R$ 1,47, -3,29%). 

Além disso, o conselho de administação da TIM aprovou na última sexta-feira a venda de até 6.481 torres de telecomunicação, hoje de propriedade da TCEL, para a American Tower do Brasil (Cessão de Infraestrutura "ATC") pelo valor de cerca de R$ 3 bilhões, assim como contrato de alocação desses ativos no rpazo de 20 anos. 

Segundo a Guide Investimentos, essas notícias tendem a manter os ativos do setor voláteis. As ações da Oi devem se beneficiar, já que devem receber novas propostas por seus ativos no curto prazo. Vale lembrar ainda que os fundos de private equity Bain Capital e Apax devem apresentar propostas pelos ativos da operadora.

10h55: Cemig (CMIG4, R$ 13,27, +0,15%)
O governador eleito em Minas Gerais, Fernando Pimental (PT), quer reduzir o valor pago em dividendos aos acionistas pela Cemig (CMIG4), informou nesta segunda-feira o Valor. O que o núcleo petista do futuro governo vê é que o valor distribuído aos acionistas é alto demais quando considera que a empresa tem que aumentar os investimentos e resolver problemas na qualidade dos serviços prestados. Atualmente, o governo mineiro é controlador da empresa e recebe 22% dos dividendos. 

Para a Guide, a notícia não é negativa por si só, principalmente em um momento desfavorável para o setor elétrico, com baixo nível dos reservatórios, preços elevados no mercado à vista e possibilidade de racionamento dependendo do volume de chuvas nos próximos meses. O que parece negativo, segundo a corretora, são as incertezas na estratégia da companhia para os próximos quatro anos.

10h52: Petrobras (PETR3, R$ 14,02, +3,01%; PETR4, R$ 14,69, +2,73%
Após subir mais de 6% nesta manhã, as ações da Petrobras amenizam o movimento mas ainda figuram entre as maiores Ibovespa em meio à expectativa de que o governo oficialize o nome de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda e Nelson Barbosa para o Planejamento. Dilma Rousseff deve fazer o anúncio oficial nesta semana, mas deverá esperar aprovação do Congresso sobre projeto que flexibiliza a meta de superávit primário neste ano. Até lá, a presidente também deve "convencer" o PT sobre o nome de Levy, segundo destacaram jornais de hoje.

Outra estatal que chamava atenção era a Eletrobras (ELET3, R$ 6,23, +2,30%; ELET6, R$ 7,84, +2,22%), que subia forte também à espera no novo ministro.   

Segundo o analista de investimentos Flávio Conde, a primeira hora de negociação da Bolsa deve ser bastante volátil, com muitos investidores embolsando os lucros da forte alta de sexta-feira no bolsa. Ou seja, antes de recomendar compras e vendas no Brasil, temos que ter em mente que a situação econômica do país continua horrível. Ou seja, se for comprar agora é melhor estudar bem as recomendações, disse.

10h33: CSN (CSNA3, R$ 6,95, +4,04%)
A CSN lidera os ganhos do Ibovespa nesta sessão após a empresa anunciar há pouco que assinou acordo com seus sócios na Namisa. Segundo comunicado, a siderúrgica assinou com seus sócios ITOCHU Corporation, JFE Steel, POSCO, Sumitomo Metal Industries, Kobe Steel e Nisshin Steel, acordos prevendo a combinação dos negócios de mineração e parcela logística correlata da CSN e Namisa que serão segregados em uma nova empresa. 

10h28: BM&FBovespa (BVMF3, R$ 10,90, +3,32%)
A BM&FBovespa planeja comprar até 15% do capital das principais Bolsas em operação na América Latina, afirmou o presidente da Bolsa, Edemir Pinto, ao Financial Times. O objetivo é aumentar sua influência na região. Até o momento, foi contratado dois bancos de investimentos no mês passado para fazer as aquisições nas Bolsas do México, Colômbia, Chile, Peru e Argentina.  

Segundo a XP Investimentos, com as eventuais aquisições de participações significativas na região, a instituição se posiciona em locais que, atualmente, possuem melhores perspectivas de crescimento do que o mercado brasileiro.

 

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