Destaques da Bolsa

Ação da Cielo sobe 3% após fala de presidente do BC; Vale cai e Fleury salta 6,6% com lançamento de plataforma

Confira os destaques da B3 na sessão desta quarta-feira (2)

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SÃO PAULO – Além das estreias das ações da Lavvi (LAVV3, R$ 9,00, -5,26%) e Pague Menos (PGMN3, R$ 10,30, +21,18%), as recomendações foram destaque na sessão desta quarta-feira (2).

O Credit Suisse iniciou cobertura para Irani (RANI3, R$ 5,00, +3,95%) com recomendação outperform e os papéis subiram mais de 3%, enquanto o Itaú BBA iniciou cobertura para as ações da Panvel (PNVL3, R$ 26,50, -0,15%), que registraram alta menos expressiva. O Credit também colocou as ações da Carrefour Brasil (CRFB3, R$ 20,52, +1,58%) como top pick.

O maior impacto, contudo, ficou, no início da sessão, com as ações da Usiminas (USIM5, R$ 10,70, +0,38%), que foram elevadas de neutra a overweight pelo JPMorgan, com preço-alvo de R$ 12,50, levando a ação a subir 7,3%, para depois amenizar a alta. Já a Localiza (RENT3, R$ 51,05, +1,29%) rebaixada a neutra pelo mesmo banco, com preço-alvo de R$ 53, viu suas ações subirem 1%.

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O American Depositary Receipt (ADR) da CSN (CSNA3, R$ 15,26, -1,36%) teve a recomendação reduzida de neutra para venda pelo UBS. Veja mais recomendações clicando aqui.

Ainda entre as siderúrgicas, o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores do Aço (Inda), Carlos Loureiro, afirmou que as empresas aumentaram o preço do aço em cerca de 10% nos últimos dois dias, de acordo com informações do Estadão.

Segundo ele, é o segundo reajuste desde o início da pandemia e pode voltar a ocorrer em outubro se o preço da commodity no mercado internacional se mantiver firme e o dólar permanecer no atual patamar. Ao jornal, a Gerdau (GGBR4, R$ 19,79, -1,05%) informou que os preços dos aços planos para setembro foram reajustados entre 7% e 11%.

Enquanto isso, a mineradora Vale (VALE3, R$ 61,32, -0,71%) caiu nesta sessão após a alta de mais de 3% na véspera, se descolando também do dia de alta do minério de ferro, que subiu 2,1%, a US$ 128,05 a tonelada em Qingdao.

O Fleury (FLRY3, R$ 28,24, +6,61%), por sua vez, teve ganhos expressivos após a companhia informar o lançamento da Saúde iD, empresa de tecnologia, baseada na ciência de dados e inteligência artificial, após investimentos de R$ 50 milhões.

Já os bancos, após a alta da véspera, viram suas ações registrarem queda, apesar de amenizarem no fim do dia. Bradesco (BBDC3, R$ 19,60, -0,03%; BBDC4, R$ 21,12, -0,11%), Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 24,29, -0,21%), Banco do Brasil (BBAS3, R$ 33,25, +0,12%) e Santander Brasil (SANB11, R$ 28,68, -1,78%) registram queda de cerca de 1%.

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Ainda em destaque, as ações da Cielo (CIEL3, R$ 4,68, +2,86%) subiram forte. Em entrevista para a Bloomberg, Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, afirmou que a autoridade monetária está avançando as tratativas com o Facebook para a proposta de pagamentos do WhatsApp, vista como positiva para a Cielo (veja mais clicando aqui).

Campos Neto afirmou no evento da Bloomberg que o WhatsApp terá seu recurso de pagamento aceito em um processo regulatório normal, uma vez que as preocupações com a concorrência e proteção de dados estão atenuadas. “Será aprovado”, disse ele.

Confira os destaques:

Lavvi (LAVV3, R$ 9,00, -5,26%) e Pague Menos (PGMN3, R$ 10,30, +21,18%)

As ações da Pague Menos e da Lavvi estreiam na B3, com a companhia farmacêutica em forte alta e a incorporadora em queda (veja mais aqui e aqui).

A rede de farmácias Pague Menos é a terceira maior do Brasil em número de lojas, de acordo com dados da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (ABRAFARMA). A empresa foi criada no Ceará em 1981 e está presente em todos os Estados brasileiros e no Distrito Federal, contando com mais de 1.100 lojas, 820 unidades do Clinic Farma e mais de 20 mil colaboradores que atuam em 327 municípios.

A companhia teve a ação precificada na segunda-feira (31) a R$ 8,50 na abertura de capital – abaixo da faixa indicativa, que variava entre R$ 10,22 e R$ 12,54. Com a venda de 101.054.482 ações, a captação foi de cerca de R$ 859 milhões.

Já a Lavvi é subsidiária da Cyrela (CYRE3, R$ 24,31, -0,90%) e atua principalmente nos segmentos de médio e alto padrão, com 100% dos empreendimentos localizados na cidade de São Paulo.

No IPO, o preço da ação foi fixado a R$ 9,50 – a faixa indicativa de preço era de R$ 11 a R$ 14,50. A operação levantou aproximadamente R$ 1,16 bilhão. Foram vendidas ao todo 122.092.000 ações, incluindo lote adicional de 13.980.000 ações.

Engie (EGIE3, R$ 43,83, +0,50%)

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A Engie anunciou um acordo de investimento com o Itaú Unibanco que prevê um aporte de R$ 500 milhões na empresa. Segundo comunicado, o banco vai subscrever ações preferenciais emitidas pela Novo Estado Participações (NEP), que é uma controlada indireta da Engie. O Itaú vai ficar com 18,56% do capital social da NEP.

A operação vai viabilizar a implantação de cerca de 1.800 quilômetros de linhas de transmissão nos estados do Pará e Tocantins. Em nota o diretor-presidente da Engie, Eduardo Sattamini, destacou que a empresa continuará a deter a gestão do ativo.

Segundo o Credit Suisse, a notícia é positiva. O Capex ta NEP atinge R$ 3 bilhões, e o Credit estima Valor Presente Líquido de R$ 450 milhões.

Totvs (TOTS3, R$ 29,85, +3,47%) e Linx (LINX3, R$ 37,18, +0,08%)

A Totvs informou que vai enviar aos conselheiros independentes da Linx nesta semana a documentação relativa à proposta de combinação dos negócios com a empresa.

O documento vai incluir a previsão de pagamento pela Totvs à Linx de uma multa no valor de R$100 milhões, caso a operação – depois de aprovada pelos acionistas de ambas as companhias — não seja aprovada pelo Cade.

A companhia destacou que a medida está vinculada ao melhor interesse da companhia e não de terceiros, sem que possam resultar em ilegítimas consequências financeiras para a própria companhia.

A empresa disse ainda que o formulário F-4 exigido pela Securities and Exchange Commission está em fase avançada de preparação e logo será enviado ao órgão regulador.

Na véspera, a empresa de maquininhas Stone elevou a proposta pela Linx em 4% – para um total de R$ 35,10 por ação, ante os R$ 33,76 anteriores. Isso, na prática, aumenta a oferta original de R$ 6 bilhões para cerca de R$ 6,2 bilhões.

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Além disso, dentro das negociações, caso o acordo não seja fechado, a multa imposta à Linx também ficou um pouco menor, caindo de R$ 600 milhões para R$ 454 milhões. A cláusula de não competição para os sócios da Linx também ficou mais branda: o prazo, que antes era de cinco anos, agora foi reduzido para três.

Os sistemas da Linx são vistos como vitais pela Stone. Com 9% do mercado de maquininhas, a Stone quer se consolidar como uma empresa vai além das soluções de pagamento. Pretende oferecer ao varejo a tecnologia para a gestão do negócio – a especialidade da Linx.

Conforme aponta o Bradesco BBI, a oferta em dinheiro por ação passou de R$ 30,39 para R$ 31,56, é uma mudança não tão significativa.”O aumento na oferta foi pequeno, o que pode indicar sinergias menores do que o esperado entre Stone e Linx.” Além disso, a Stone está oferecendo agora suas próprias ações, fazendo a oferta atingir R$ 35,10 por ação da Linx.

Na véspera, as ações da Linx subiram 4% com a expectativa de um movimento similar pela Totvs. O banco acredita que a Stone vai ganhar o processo de venda, mas destacou que as chances da Totvs estão aumentando.

Já sobre a proposta da Totvs, o BBI ressalta que a resposta rápida da companhia demonstra o interesse da empresa no negócio, que, diante do modesto aumento da proposta de Stone, acaba aumentando as chances de sucesso da companhia, embora o caso base dos analistas seja de que a Stone ganhe o negócio. “Com relação à penalidade, não esperamos maiores entraves do órgão antitruste, pois as empresas possuem carteiras complementares”, afirmam os analistas.

Irani (RANI3, R$ 5,00, +3,95%)

O Credit Suisse iniciou a cobertura das ações da companhia de papel e celulose Irani com recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado) e preço-alvo de R$ 6,50, com potencial de alta de 40%. O banco avalia que a Irani é uma ação defensiva com ganhos previsíveis, já que 80% dos volumes são enviados para clientes em setores que vivem ciclos de negócios, enquanto os preços da Irani acompanham a inflação.

Segundo relatório, a Irani também tem uma linha de projetos que pretende desenvolver nos próximos anos, focada em crescimento e cortes de custos. “Acreditamos que os projetos são positivos e ainda não estão precificados.”

O Credit espera que os projetos gerem uma expansão de 7% da margem Ebitda até 2025 (de 23% em 2020 para 30%), além de fazer o Ebitda crescer 73% no mesmo período. O banco destacou o valuation atrativo de 6,4 vezes o valor de mercado sobre o Ebitda (EV/Ebitda). Os concorrentes são avaliados em cerca de 7,6 vezes.

Carrefour Brasil (CRFB3, R$ 20,52, +1,58%)

O Credit Suisse destacou em relatório que o Carrefour Brasil é seu novo top pick. O banco atualizou as previsões para o papel, com revisão do Ebitda (em 7% e 9% para 2021 e 2022, respectivamente), e aumento do preço alvo para R$ 25 por ação, com potencial de alta de 24%. A recomendação foi elevada de neutra para outperform.

Segundo o relatório, a empresa tem mostrado resultados consistentes, sustentados não apenas por forte demanda mas por ganhos de eficiência e mais assertividade na estratégia promocional. O banco conversou com o CFO Sebastien Durchon e com a Diretora de RI Natalia Lacava, que sinalizaram a continuidade de bons resultados nos próximos trimestres.

O Credit destacou a incorporação de 30 lojas Makro nos próximos 12 meses, o robusto crescimento das vendas e melhorias de eficiência, que ainda não estão precificados nas ações. Em sua visão, o perfil defensivo de varejista de alimentos coloca o Carrefour numa posição mais confortável após o fim do auxílio emergencial dado pelo governo brasileiro.

O lucro deve crescer 18% em 2020 e 9% em 2021. A ação deve operar a 16.2x P/E (preço sobre lucro) em 2021. Outras iniciativas favoráveis, segundo o banco, são melhorias em pagamentos e o desenvolvimento de uma plataforma de e-commerce de alimentos.

Mais recomendações

A Usiminas (USIM5, R$ 10,70, +0,38%) foi elevada de neutra a overweight pelo JPMorgan, com preço-alvo de R$ 12,50, enquanto a Localiza (RENT3, R$ 51,05, +1,29%) rebaixada a neutra pelo mesmo banco, com preço-alvo de R$ 53. O American Depositary Receipts (ADRs) da CSN (CSNA3, R$ 15,26, -1,36%) de neutra para venda.

Panvel (PNVL3, R$ 26,50, -0,15%)

O Itaú BBA iniciou a cobertura de Panvel, com recomendação outperform e preço justo de R$ 34 para 2021. A empresa concluiu recentemente uma oferta de ações, levantando R$ 480 milhões para financiar seu plano de expansão de lojas. Nos níveis atuais, o banco vê a ação negociando a 36 vezes P/E (preço sobre lucro) em 2021, um desconto de 10% em relação à RD (RADL3).

O banco destacou que a empresa tem operado com ROIC (Retorno sobre Capital Investido) de 15%, em linha com a RD, impulsionada por um portfólio competitivo de vendas e Capex por loja baixo. O BBA afirmou que a empresa pretende abrir mais 370 lojas, a maioria no Sul do Brasil, até 2025. “Apesar do histórico excelente, a estratégia traz um risco relevante de canibalização”, destacou. O banco citou ainda a penetração de 20% de e-commerce e o índice de 61% nas buscas orgânicas no tráfego do site.

O Bradesco BBI afirmou que a Panvel está operando com múltiplo PE (Preço sobre Lucro) de 33 vezes em 2021, um desconto de 35% ante a RD. Em relatório, o banco disse que a empresa é a preferida dentro do setor farmacêutico.

Vale (VALE3, R$ 61,32, -0,71%)

A Vale iniciou protocolo de emergência em 2 diques em Minas Gerais. A companhia começou hoje, de forma preventiva, protocolo de emergência em nível 1 dos diques Paracatu e Patrimônio. A medida não requer a evacuação da população a jusante das estruturas.

Ambas as estruturas tiveram Declarações de Condição de Estabilidade negativas emitidas. Outras 4 estruturas em Minas Gerais, com protocolos de emergência em Nível 1 iniciados anteriormente, tiveram DCEs negativas emitidas: barragem Borrachudo II, barragem 6, barragem 7A e barragem Área IX. Os protocolos adotados não impactam produção de 2020.

Iguá Saneamento

A Iguá Saneamento decidiu retomar o processo de registro de sua oferta pública inicial de distribuição primária e secundária de ações ordinárias na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A empresa também apresentou à B3 pedido de retomada do processo de migração das ações ordinárias de emissão da companhia para negociação em mercado de bolsa, no segmento Novo Mercado da B3, bem como o registro da Oferta.

Neoenergia (NEOE3, R$ 18,78, -0,16%)

A Neoenergia contratou financiamentos de R$ 3,4 bilhões com o BNDES para as distribuidoras do grupo. O montante representa cerca de 50% do Capex de 2020 e 2021.

De acordo com a empresa, o custo da operação é de IPCA + 3,78% ao ano, e prazo de vencimento de até 20 anos. Deste montante, R$ 1,6 bilhão será destinado à Coelba; R$ 700 milhões à Celpe; R$ 700 milhões à Elektro e R$ 400 milhões à Cosern.

No segmento de transmissão, a empresa firmou com o BNDES contrato para financiar o investimento da Neoenergia Santa Luzia Transmissão de Energia S.A. (lote 6 do leilão nº 02/2017, realizado em dezembro de 2017). A operação tem valor total de R$ 369 milhões por um prazo de 24 anos, com carência até setembro de 2023, a um custo de IPCA + 4,13% ao ano.

Já no setor eólico, foi aprovado financiamento junto ao Banco do Nordeste do Brasil para investimento do Complexo Oitis (parques 2 a 8). A operação tem valor total de R$ 715 milhões por um prazo de 24 anos, com carência de até 3 anos, a um custo de IPCA + 1,33% ao ano.

Equatorial Energia (EQTL3, R$ 23,89, -0,33%)

A Equatorial Energia informou que a Aneel decidiu pela aplicação das tarifas fixadas na Revisão Tarifária Anual de 2019 a partir de amanhã (02) na sua controlada Equatorial Piauí Distribuidora de Energia.

A empresa informou que a Aneel decidiu instaurar consulta pública visando obter subsídios para a revisão tarifária de 2020.

Fleury (FLRY3, R$ 28,24, +6,61%)

O Fleury informou o lançamento da Saúde iD, empresa de tecnologia, baseada na ciência de dados e inteligência artificial, após investimentos de R$ 50 milhões.

O sistema permitirá que ao paciente agendar e realizar teleconsultas, consultas presenciais, marcar e acessar resultados de exames diagnósticos, consultar seu prontuário eletrônico, auto gerenciar seus problemas de saúde (doenças crônicas).

No futuro, a ideia é criar um marketplace que oferecerá desde de venda e entrega de medicamentos a kits de alimentação saudável, bens de consumo e ofertas para adoção de hábitos saudáveis. A plataforma vai começar com a gestão de 7 milhões de vidas.

“Embora isso indique um movimento promissor em direção à digitalização, ainda estamos aguardando mais detalhes sobre os aspectos econômicos do negócio para estimar a potencial criação de valor da transação”, o analista Thiago Macruz, do Itaú BBA, destacou em nota, ressaltando que a recomendação marketperform (desempenho em linha com a média do mercado) foi mantida por enquanto, com preço-alvo de R$ 30.

Omega (OMGE3, R$ 39,80, +1,74%)

O conselho de administração da Omega aprovou o preço por ação de R$ 38,25 em sua oferta pública de distribuição primária com esforços restritos. Além disso, o conselho aprovou o aumento do capital social da companhia, no montante total de R$ 896,9 milhões, mediante a emissão de 23.450.027 novas ações. O Banco Itaú BBA é o coordenador da operação.

A empresa informou também que a quantidade de ações inicialmente ofertada foi acrescida em 35%,, ou seja, em 6.079.636 ações, nas mesmas condições e pelo mesmo preço das ações inicialmente ofertadas, para atender a eventual excesso de demanda no âmbito do procedimento de Bookbuilding

O início das negociações das ações ocorrerá amanhã (03), e a liquidação financeira se dará no dia seguinte.

Os recursos captados serão destinados para a compra de ativos de geração de energia elétrica operacionais, assim como para a condução dos negócios. Segundo a empresa, algumas oportunidades de negócios estão sendo analisadas atualmente.

Lojas Renner (LREN3, R$ 45,58, +0,24%)

O diretor Administrativo e Financeiro e de Relações com Investidores da Lojas Renner, Laurence Beltrão Gomes, renunciou ao cargo para se dedicar a outros projetos. Ele será substituído por Alvaro Jorge Fontes de Azevedo, com o mesmo prazo de mandato, que é até a Assembleia Geral Ordinária de 2022.

Segundo a Renner, Azevedo tem 36 anos de carreira, com ênfase em finanças e controles internos de instituições financeiras, provendo apoio às linhas de negócio. Azevedo foi CFO, COO e Diretor Executivo do Banco Votorantim entre 2012 e 2019. Ele também foi CFO e Diretor Executivo do HSBC Brasil entre 2007 e 2012.

Lopes (LPSB3, R$ 5,33, +10,81%)

A Lopes informou que o segmento de franquias Rede Lopes registrou no mês de agosto recorde operacional, atingindo R$ 400 milhões intermediados, resultado 47% superior ao observado em agosto de 2019.

As intermediações deste segmento de negócios se aproximam de R$ 800 milhões no 3º trimestre de 2020, indicando um crescimento de 55% no valor intermediado em relação ao mesmo período do ano anterior.

Randon (RAPT4, R$ 11,01, -0,45%)

A Randon informou que as condições para a compra da Nakata Automotiva pela sua controlada Fras-le foram atendidas. Com isso, a Randon assume o controle e a gestão da Nakata, por meio da Fras-le.

Eletrobras (ELET3, R$ 37,74, +3,40%; ELET6, R$ 37,86, +2,63%)

A Medida Provisória do Ministério de Minas e Energia diz respeito à atualização da legislação referente aos bens da União sob administração da Eletrobras, diz a estatal em comunicado.

Também trata da previsão de concessão de outorga de autorização de Angra 3 e da celebração de novo contrato de comercialização com prazo de suprimento de 40 anos a partir do início da operação comercial.

O novo contrato prevê reajuste e revisão extraordinária do preço que deverão ser homologados pela Aneel. A MP também inclui processo de definição do preço de energia do novo contrato. O ofício do MME sobre a MP foi anexado ao comunicado da Eletrobras. A MP foi publicada no Diário Oficial.

Petrobras (PETR3, R$ 23,30, -0,26%; PETR4, R$ 22,80, -0,31%)

A Câmara concluiu no fim da noite de terça a votação do novo marco legal do gás e o projeto segue agora para o Senado. Todos os pedidos de mudança ao texto, os destaques, foram rejeitados. O texto-base foi aprovado com 351 votos a favor e 101 contra. O projeto é a aposta do governo para destravar investimentos de até R$ 43 bilhões e reindustrializar o País.

Alinhado ao novo mercado de gás, programa do governo mais conhecido como “choque da energia barata”, a proposta abre um setor que até pouco tempo era dominado pela Petrobras. Os investimentos previstos irão assegurar projetos de expansão de infraestrutura de transporte, escoamento e armazenamento do gás.

Ainda em destaque, a ANP informou que a produção total da Petrobras no Brasil em julho foi de 2,93 milhões de barris de óleo equivalente.

(Com Bloomberg e Agência Estado)

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