Destaques da Bolsa

Ação da Vale fecha quase estável, Petrobras e PetroRio têm baixa com petróleo; Irani sobe e BB seguridade cai após resultados

Confira os destaques da B3 na sessão desta segunda-feira (2)

A sessão foi de recuperação para o Ibovespa após a forte queda de cerca de 3% registrada na última sexta-feira (2). Contudo, o índice fechou bem longe da máxima do dia, de alta de 2,25%, com alta de 0,59%, a 122.515 pontos, tanto em meio ao movimento de queda do petróleo quanto pela informação não oficial, ao final do pregão, de Daniela Lima, da CNN, de que o governo poderia propor Bolsa Família de R$ 400.

Posteriormente, pelo Twitter, Daniela Lima afirmou que Ciro Nogueira, ministro-chefe da Casa Civil, estaria levando para os presidentes do Senado e da Câmara a PEC que reorganiza os precatórios e que abriria espaço para o novo Bolsa Família, de cerca de R$ 400.  Segundo apurado pela XP Política, Ciro Nogueira iria entregar proposta de PEC dos Precatórios.

As ações da Vale (VALE3, R$ 108,93, +0,16%), após despencarem 5,89% na sexta em meio às regulações na China abalando os preços do minério, chegaram a registrar ganhos de mais de 2% nesta segunda também com a alta de cerca de 1% do contrato futuro do minério em Dalian. Contudo, o papel foi diminuindo o ímpeto, seguindo de olho nas notícias do gigante asiático, fechando com alta de apenas 0,16%.

Atenção também para os dados da balança comercial de julho. A exportação de minério de ferro do Brasil caiu 6,6% em julho, ante o mesmo mês do ano passado, para aproximadamente 31,73 milhões de toneladas, enquanto a receita com as vendas externas mais que dobraram, apontaram dados oficiais do governo nesta segunda-feira. Na comparação com junho, os embarques de minério de ferro do Brasil, um dos principais produtos da pauta brasileira, recuaram 5,8%.

Também tendo, entre os motivos para perdas, a China, estão as ações de petroleiras. Os papéis da Petrobras (PETR3, R$ 27,24, -0,95%;PETR4, R$ 26,41, -1,86%) e da PetroRio (PRIO3, R$ 17,59, -1,46%) tiveram uma sessão morna em meio à forte baixa forte do petróleo.

Os futuros do petróleo brent com vencimento em outubro caíram 2,9%, a US$ 73,24 por barril, enquanto os futuros do petróleo U.S. West Texas Intermediate (WTI) com vencimento em setembro caíram 3,3%, para US$ 71,51 por barril. Os preços do petróleo caíram devido às preocupações com a economia da China depois que o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) mostrou que a atividade fabril cresceu em julho no seu ritmo mais lento em 17 meses no segundo maior consumidor de petróleo do mundo, preocupação agravada por um aumento na produção de petróleo dos produtores da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Repercutindo os resultados, Irani (RANI3, R$ 8,48, +4,82%) avançou 4,82%, Alpargatas (ALPA4, R$ 60,03, +16,65%) saltou mais de 16%, enquanto BB Seguridade (BBSE3, R$ 21,00, -1,73%) caiu 1,73%.

Na sexta-feira, a Alpargatas, dona da marca Havaianas, divulgou ter registrado no segundo trimestre de 2021 lucro líquido recorrente de R$ 111,4 milhões, um salto de 228,7% ante o segundo trimestre de 2020. Já a Irani Papel e Embalagem registrou lucro líquido de R$ 68 milhões no segundo trimestre, avanço de 342% na comparação com o mesmo período de 2020. Antes da abertura, o BB Seguridade divulgou que seu lucro líquido ajustado atingiu R$ 754 milhões no segundo trimestre de 2021, queda de 23%.

Depois do fechamento, Itaú, Cielo (CIEL3, R$ 3,47, +2,66%), Copasa (CSMG3, R$ 13,93, +0,51%), Pague Menos (PGMN3, R$ 12,09, +1,17%), Marcopolo ([ativo=POMO4, R$ 3,14, +4,32%) e PetroRio revelam seus balanços trimestrais. As ações do Itaú ([ativo=ITUB4], R$ 30,47, 0,61%) chegaram a subir forte, cerca de 4%, antes do balanço, mas amenizaram os ganhos na sequência de novos ruídos fiscais domésticos.

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Já os papéis da B3 (B3SA3) saltaram 2,43%, após chegarem a subir quase 5% na máxima do dia. O Credit Suisse reformou recomendação outperform para a B3 e preço-alvo de R$ 22, frente à cotação de R$ 15,25 de sexta.

Também entre as altas, a Totvs (TOTS3, R$ 36,97, 4,55%) valorizou-se 4,55%, encerrando quatro pregões seguidos de declínio, período em que acumulou baixa de 6,65%. A empresa divulga balanço na quarta-feira, após o fechamento do mercado.

Confira os destaques:

BB Seguridade (BBSE3, R$ 21,00, -1,73%)

A BB Seguridade registrou lucro ajustado de R$ 754 milhões no segundo trimestre, 23,2% menor frente igual período do ano anterior, quando lucrou R$ 982 milhões. Frente o primeiro trimestre (quando lucrou R$ 977 milhões), houve baixa de 22,9%.

Os prêmios emitidos na subsidiária BrasilSeg foram de R$ 3,150 bilhões, baixa anual de 22,2% e com alta de 36,0% na margem. As reservas de previdência totalizaram R$ 5 bilhões e a arrecadação com títulos de capitalização ficou em R$ 955 milhões.

A XP destaca que o resultado foi impactado principalmente por: i) a operação de seguros, que ficou 50% abaixo numa comparação trimestral e 55% abaixo versus o mesmo período do ano anterior atingindo R$ 235 milhões, impulsionada por maiores sinistros de seguro de vida impactados pela pandemia Covid-19; e ii) pelo segmento de previdência, que apresentou resultado 80% inferior ao trimestre anterior e 82% ao ano, chegando a R$ 39 milhões, justificado pela diferença entre os índices de ativos e passivos que impactou o resultado financeiro do trimestre.

Impulsionada pela segunda onda Covid-19, a seguradora revisou para baixo sua orientação para 2021, com resultados operacionais revisados de entre 8% a 13% para entre 1% a 6% de crescimento. A revisão implica em um índice de sinistralidade maior, uma vez que os prêmios devem crescer acima das expectativas.

“No geral, esperamos uma reação negativa do mercado, no entanto, mantemos nossa classificação de compra e R$35 de preço-alvo, pois vemos as ações como subvalorizadas e com um rendimento de dividendos atraente”, apontam os analistas da XP.

Alpargatas (ALPA4, R$ 60,03, +16,65%) 

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A fabricante de calçados Alpargatas, dona da marca Havaianas, registrou no segundo trimestre de 2021 lucro líquido recorrente de R$ 111,4 milhões, um salto de 228,7% ante o segundo trimestre de 2020.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) recorrente subiu 163% e chegou a R$ 196,7 milhões entre abril e junho desse ano sobre o mesmo período do ano passado. A margem Ebitda recorrente cresceu 6,3 pontos porcentuais e ficou em 18%.

A receita líquida da companhia saltou 71,4% sobre igual intervalo de 2020, para R$ 1,095 bilhão, ao mesmo tempo em que os volumes registraram crescimento de 57%.

O resultado financeiro no trimestre foi de R$ 44,6 milhões, ante R$ 10,9 milhões do segundo trimestre de 2020, alta de 310%, com as despesas financeiras recuando 83,9%, para R$ 8,15 milhões.

No comentário dos resultados, a empresa destaca o avanço da marca Havaianas, com aumento de 68% na receita líquida, impulsionado pela demanda dos mercados internacionais, aceleração dos canais online e inovações do produto.

Segundo o CFO da companhia, Julian Garrido, a execução das áreas de excelência de RGM (Revenue Growth Management) e orçamento base zero influenciaram positivamente na rentabilidade da empresa. A geração de caixa chegou a R$ 176 milhões no primeiro semestre, enquanto a posição financeira líquida foi de R$ 637 milhões.

O Bradesco BBI avaliou os resultados relativos ao segundo trimestre divulgados pela Alpargatas como fortes, com receita líquida 55% maior do que aquela do mesmo período de 2019, 19% acima da expectativa do Bradesco. E lucro Ebitda consolidado 15% acima de sua expectativa, com ganho de 2 pontos percentuais na margem Ebitda em comparação com 2019. O volume de pares no Brasil foi de 4 milhões, 10% acima da expectativa do banco. Internacionalmente, o volume foi de 3 milhões de pares, 38% acima da expectativa do banco.

A lucratividade no Brasil ficou abaixo da estimativa do Bradesco, mas a internacional foi mais forte. O banco diz acreditar que a margem menor no Brasil foi causada por custos maiores, que o banco diz não ver como um problema estrutural.

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Assim, o banco elevou suas estimativas para o volume internacional de longo prazo, e ajustou o preço-alvo de 2022 para R$ 65, frente ao patamar anterior, de R$ 46. O banco mantém avaliação outperform para a empresa, que é uma top pick (ação preferida).

Irani (RANI3, R$ 8,48, +4,82%)

A Irani Papel e Embalagem teve lucro líquido de R$ 68 milhões no segundo trimestre, uma forte alta de 342% frente igual período de 2020. Já o lucro bruto, incluindo variação do valor justo dos ativos biológicos, saltou de 94,7% frente o mesmo trimestre do ano anterior, para R$ 153,7 milhões.

A receita líquida teve alta de 67% na base anual, a R$ 403 milhões. A companhia destaca os ganhos graças à alta do preço dos produtos na divisão de embalagem de papelão ondulado, além da taxa de câmbio favorável para as exportações.

O Ebitda do segundo trimestre de 2021 ficou em R$ 119 milhões, alta de 19% na comparação trimestral e de 114% na anual, 14% acima da estimativa do Credit Suisse. A margem Ebitda subiu de 28% no primeiro trimestre a 30%. E a geração de fluxo livre de caixa ficou em R$ 5 milhões, que o banco aponta como resultado de investimento em Gaia I e II. A dívida líquida subiu de R$ 217 milhões no primeiro trimestre para R$ 260 milhões.

O Credit mantém avaliação outperform da Irani, que diz enxergar como um investimento defensivo, com previsibilidade dos lucros, já que 80% de seus produtos se direcionam a clientes de setores mais protegidos, e seus preços costumam seguir a inflação. O banco esperar que os investimentos da empresa levem a incremento de entre 5% e 7% nas margens Ebitda, em comparação com o patamar de 2019. O preço-alvo é de R$ 10,10.

CSN (CSNA3, R$ 44,84, -1,41%)

As cimenteiras brasileiras CSN Cimentos, subsidiária da Cia Siderúrgica Nacional, Cimentos Mizu and Cimento Apodi, na qual a Titan Cement International tem uma participação, estão entre os interessados nos ativos da LafargeHolcim, segundo duas pessoas com conhecimento do assunto ouvidas pela agência internacional de notícias Reuters. As maiores cimenteiras brasileiras, Votorantim Cimentos SA e Intercement Brasil SA, também apresentaram ofertas, mas apenas por partes do negócio que tem permissão para adquirir por questões concorrenciais. A Votorantim apresentou oferta por unidades no Nordeste e a Intercement, por unidades no Rio, Espírito Santo e Minas Gerais, segundo as fontes.

Petrobras (PETR3, R$ 27,24, -0,95%;PETR4, R$ 26,41, -1,86%)

Em entrevista veiculada no Programa do Ratinho, na SBT, na noite de sexta-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a Petrobras tem uma reserva de R$ 3 bilhões para custear as despesas com o pagamento de um vale-gás para a população de baixa renda, no momento em que o governo tem sido alvo de críticas em razão do elevado preço do produto. “O novo presidente da Petrobras, o general (Joaquim) Silva e Luna, está com uma reserva de aproximadamente R$ 3 bilhões para atender realmente esses mais necessitados”. O presidente não deu qualquer detalhe sobre como seria o critério para os beneficiários do repasse ou sobre a reserva que a Petrobras teria para esse objetivo.

Já a Petrobras informou que “não há definição” quanto à implementação e o montante de participação em eventuais programas e que qualquer decisão estará “sujeita à governança de aprovação e em conformidade com as políticas internas da companhia”.

Ambev (ABEV3, R$ 16,86, +1,32%)

O Credit Suisse diz que a queda de volume da Heineken no Brasil no primeiro semestre confirma os fortes ganhos de participação da AmBev no primeiro semestre, com alta de 14% nos volumes de cerveja na comparação anual, e de 13% no segundo trimestre.

Cemig (CMIG4, R$ 11,87, -0,59%) e Taesa (TAEE11, R$ 39,55, +4,08%)

A elétrica Cemig informou na sexta-feira que o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) indeferiu um pedido de liminar que pleiteava a suspensão do processo de desinvestimento da companhia na transmissora de energia Taesa. Segundo fato relevante divulgado pela companhia mineira, o tribunal também revogou uma recomendação anterior para que a Cemig se abstivesse de realizar qualquer ato relacionado à alienação das ações da Taesa.

Primeira prévia do Ibovespa

A B3 divulgou nesta segunda-feira a primeira prévia da nova carteira do Ibovespa, que vigorará entre setembro e dezembro de 2021. Houve a entrada de Alpargatas, papéis ON do Banco Inter (BIDI4, R$ 23,77, -0,42%), Banco Pan (BPAN4, R$ 19,92, -3,16%), Méliuz (CASH3, R$ 68,87, +1,43%) e Rede D’Or (RDOR3, R$ 70,25, +1,81%).

CCR (CCRO3, R$ 13,09, +0,69%)

Dados divulgados pela CCR indicam queda de 3% no movimento do portfólio de estradas com pedágio na semana de 23 de julho, em comparação com o mesmo período de 2019, antes dos efeitos da pandemia, e queda de 0,7% em comparação com a semana imediatamente anterior. O tráfego de passageiros em concessões urbanas caiu 41% na comparação com 2019 e 0,8% na semanal, e o tráfego em concessões de aeroportos caiu 38% na comparação com 2019 e 0,1% na semanal. O Bradesco BBI mantém recomendação outperform (perspectiva de valorização acima da média do mercado), e preço-alvo de R$ 22, frente à cotação de R$ 13 de sexta.

Eletrobras (ELET3, R$ 40,31, +0,15%;ELET6, R$ 40,57, +0,05%)

A Eletrobras, tem um programa de R$ 8,3 bilhões, entre 2021 e 2025, que inclui a compra de equipamentos mais atuais e a modernização e digitalização das usinas. Os projetos incluem grandes unidades do grupo, como Paulo Afonso IV, Sobradinho, Xingó, Marimbondo, Itumbiara e Tucuruí. Em nota ao Estadão, a estatal afirmou que o objetivo é minimizar os riscos de interrupções na operação das hidrelétricas.

SLC (SLCE3, R$ 45,75, +1,67%)

A SLC Agrícola e a Terra Santa Agro anunciaram nesta segunda-feira que foram concluídos os atos de confirmação do fechamento da combinação dos negócios das empresas, o que formará uma gigante de produção agrícola no Brasil.

Dessa forma, o ciclo de 2021/22 será o primeiro da SLC com a incorporação da Terra Santa. O plantio da companhia deverá passar de 470 mil hectares em 2020/21 para 660 mil hectares na temporada atual.

A operação consistiu na incorporação pela SLC da operação agrícola da Terra Santa (excluindo terras e benfeitorias), em acordo que envolveu ações.

As companhias informaram que a relação de troca, considerando uma maior abertura das casas decimais, foi equivalente a 3,32367074 ações da TS Agro para cada ação da Terra Santa para fins da redução de capital; e para fins da incorporação de ações, 0,08588495 ação da SLC para cada ação da Terra Santa e de 0,46060000 ação da SLC para cada bônus de subscrição da Terra Santa remanescente.

Renova Energia (RNEW4, R$ 3,37, -4,26%)

Conforme informa o Estadão, investigada por suspeitas de desvios de dinheiro no setor elétrico, a empresa Renova Energia perdeu uma ação no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) em que tentava impedir acionistas minoritários de produzir provas contra a própria empresa. Uma decisão da 1ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do tribunal, na última quarta-feira, 28, determinou que a diretoria da Renova apresente contratos e comprovantes de pagamento que, até então, eram negados aos acionistas minoritários. Os documentos devem passar por perícia, e a intenção dos acionistas é saber se a companhia cometeu crimes ou irregularidades que possam causar prejuízos a possui tem ações da Renova.

A empresa foi alvo da Operação “E o Vento Levou”, da Polícia Federal, ao longo de 2019. A investigação apura desvios de dinheiro da Cemig Geração e Transmissão, que fez um aporte de R$ 850 milhões na Renova.

Os acionistas minoritários dizem que, do valor do aporte, podem ter sido desviados ao menos R$ 115 milhões – montante que poderia chegar a mais de R$ 650 milhões. Os desvios teriam ocorrido por meio de supervalorização de contratos, operações simuladas. Os acionistas citam a delação premiada do ex-diretor jurídico Ricardo Assaf, da Renova, para embasar os valores sob suspeita.

Em nota, a  Renova Energia informou que os fatos em questão são anteriores a outubro de 2019. “Desde então, a companhia é gerida por uma diretoria independente que renegociou dívidas e recompôs sua viabilidade econômica, com o apoio do conjunto de seus credores. A Renova Energia relembra que, por estar em recuperação judicial, tem todos os seus atos financeiros e administrativos acompanhados pela Justiça e pelo administrador judicial.”

Azul (AZUL4, R$ 38,68, -0,57%)

A Azul atualizou seus planos de parceria estratégica com a Lilium GmbH para construir uma malha exclusiva com aeronaves “eVTOL” no Brasil. Essa potencial parceria pode ter um valor total de até US$ 1 bilhão e inclui uma frota de 220 aeronaves eVTOL, com operação prevista a partir de 2025.

Esta aliança estratégica e pedido de aeronaves permanecem sujeitas à finalização dos termos comerciais entre as partes e documentação definitiva relacionada ao acordo. Por meio dessa potencial malha aérea, a Azul pretende aumentar a conectividade no Brasil. Segundo a companhia aérea, a parceria reforça a estratégia da Azul em acelerar seus compromissos “ESG” por meio de uma aeronave 100% elétrica e com emissão zero de carbono.

Carrefour Brasil (CRFB3, R$ 18,87, -0,63%)

De acordo com notícia do Valor, o grupo controlador do Carrefour está analisando uma fusão com Auchan, o segunda maior varejista de alimentos da França. Auchan tem 4 mil lojas em 13 países, mas não possui operações no Brasil.

As conversas são ainda iniciais, de acordo com fontes ouvidas pelo jornal, enquanto a estrutura societária complexa da Auchan pode ser um desafio.

“Nós vemos a notícia como neutra para Carrefour Brasil uma vez que, apesar ela pode motivar uma reavaliação das ações a depender do valuation, parece ser pouco provável que ela se materialize no curto prazo enquanto o foco do grupo com a potencial transação é acelerar o crescimento e consolidação do mercado europeu. Mantemos nosso neutro e preço alvo de R$ 28,0 por ação”, destaca a XP.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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