3R Petroleum aprova emissão de debêntures no valor de até R$ 1,3 bi, BlackRock eleva fatia na Cosan e mais

Confira os principais destaques do noticiário corporativo desta sexta-feira (12)

Felipe Moreira

Divulgação 3R Petroleum

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O radar corporativo desta sexta-feira (12) traz a 4ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em série única, no montante de até R$ 1,3 bilhão, da 3R Petroleum (RRRP3).

Já a gestora BlackRock elevou participação na Cosan (CSAN3).

O Santander (SANB11) aprovou distribuição de JCP no valor de R$ 1,5 bilhão.

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A MRV teve alta de 55,8% nas vendas e geração de caixa pela 1ª vez em três anos no 4º tri.

A Eletrobras (ELET3), por sua vez, aprovou incorporação de Furnas após decisão do STF.

Confira mais destaques:

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3R Petroleum (RRRP3)

O Conselho de Administração da 3R Petroleum aprovou a oferta pública de distribuição da 4ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em série única, no montante de até R$ 1,3 bilhão.

As debêntures serão objeto de distribuição pública, exclusivamente para Investidores Profissionais, sob o regime misto de garantia firme e melhores esforços de colocação, sendo (i) o regime de garantia firme de colocação para o montante de R$ 900 milhões; e (ii) o regime de melhores esforços de colocação para o montante de até R$ 400 milhões.

Cosan (CSAN3)

A gestora BlackRock adquiriu ações ordinárias emitidas pela Cosan, sendo que, em 8 de janeiro de 2024, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 93.752.988 ações ordinárias e 3.751 American Depositary Receipts (ADRs), representativos de 15.004 ações ordinárias, totalizando 93.767.992 ações ordinárias, representando cerca de 5,003% do total de ações ordinárias emitidas pela companhia.

Santander (SANB11)

O Conselho de Administração do Santander (SANB11) aprovou a distribuição de Juros sobre o Capital Próprio no montante bruto de R$ 1,5 bilhão. O montante corresponde a R$ 0,19183601029 por ação ordinária, por R$ 0,21101961131 ação preferencial e por R$ 0,40285562160 Unit.

Farão jus aos proventos os acionistas que se encontrarem inscritos nos registros do banco no final do dia 19 de janeiro de 2024. Dessa forma, a partir de 22 de janeiro de 2024, as ações da companhia serão negociadas “Ex-Juros Sobre Capital Próprio”.

MRV (MRVE3)

O segmento de incorporação do grupo MRV&Co (MRVE3) registrou vendas líquidas de R$ 2,3 bilhões no quarto trimestre de 2023 (4T23), representando um aumento de 55,8% em relação ao 4T22 e de 4,3% frente ao 3T23. No ano, as vendas líquidas somaram R$ 8,5 bilhões, um aumento de 45% frente a 2022.

Cyrela (CYRE3)

A Cyrela (CYRE3) registrou vendas líquidas contratadas de R$ 2,593 bilhões no quarto trimestre de 2023 (4T23), 4% abaixo do valor registrado no 4T22 (R$ 2,691 bilhões) e 15% acima do 3T23 (R$ 2,263 bilhões). A participação da companhia nas vendas contratadas foi de 72% no 4T23, superior aos 65% do mesmo trimestre do ano anterior e abaixo do 3T23 (77%).

Das vendas líquidas realizadas no trimestre, R$ 167 milhões se refere à venda de
estoque pronto (6%), R$ 1,153 bilhão à venda de estoque em construção (45%) e R$ 1,273 bilhão à venda de lançamentos (49%). Dessa forma, a Cyrela atingiu uma velocidade de vendas (VSO) de lançamentos de 46% no trimestre.

Iguatemi (IGTI11)

A Iguatemi (IGTI11) apresentou um crescimento em vendas totais de 11,7% no quarto trimestre de 2023 versus o mesmo período de 2022, atingindo o recorde de R$ 5,9 bilhões no período.

Camil (CAML3)

A Camil (CAML3) viu seu lucro líquido encolher 2,8% no terceiro trimestre de 2023, em comparação ao mesmo período do ano anterior. A companhia teve um resultado líquido de R$ 143 milhões, ante os R$ 147,1 milhões do terceiro trimestre de 2022.

A alta nos preços do arroz, tanto no mercado interno quanto externo, e as cotações internacionais do açúcar contribuíram para o aumento da receita da Camil no terceiro trimestre. A companhia registrou um crescimento de 15,5% em sua receita líquida, que foi a R$ 3 bilhões.

Eletrobras (ELET3)

Os acionistas da Eletrobras aprovaram na tarde desta quinta-feira (11) a incorporação de Furnas, em uma assembleia geral extraordinária (AGE). A informação foi confirmada pela companhia em comunicado ao mercado no início da noite desta quinta.

A deliberação foi pouco usual para empresas desse porte, com o encontro durando poucos minutos e veio na esteira de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que cassou liminares que suspendiam a assembleia, inicialmente marcada para o dia 29 de dezembro do ano passado. Funcionários de Furnas, com apoio do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, pressionaram contra a incorporação.